Ui, das ist heftig!
Die griechische Europaabgeordnete MdEP Aphroditi Latinopoulou ging auf die „Verdienste“ von v. d. Leyen ein.
„Frau von der Leyen, es gibt keine größere Rassistin gegenüber Europäern als Sie, und dafür gibt es Beweise.
Sie haben uns mit illegalen Migranten überschwemmt, uns mit Steuern und Bürokratie erdrückt. Sie haben unsere Landwirte, Viehzüchter und Fischer ruiniert. Sie schließen europäische Fabriken, und Hunderttausende von Arbeitsplätzen gehen verloren.
Sie haben die traditionelle Familie zerstört. Sie zwingen uns die „Woke“-Agenda, den grünen Wahnsinn und die Islamisierung Europas auf. Auf unsere Kosten versorgen Sie Millionen illegaler Migranten, die unsere Stadtteile zerstören, plündern, belästigen, morden – und am Ende stellen Sie ihnen sogar Ausweise aus, damit sie wählen können.
Dafür haben Sie uns aber Papierstrohhalme, festgeklebte Verschlusskappen und Gay-Prides beschert.
Sie sind nicht nur Merkels beste Schülerin. Sie haben sie übertroffen, Frau von der Leyen. Sie stecken tief in Skandalen und Korruptionsvorwürfen: PfizerGate, verschwundene Nachrichten und die Verweigerung von Kontrollen.
Und all das – ohne die Zustimmung der europäischen Bürger.“
13 ex ministros do STF escrevem carta cobrando Fachin que leve a plenário, com extrema urgência, as gravíssimas revelações que comprometeram o prestígio e a autoridade do STF.
Todos contra moraes, pq grave é o ato cometido e nao a revelação do ato cometido.
130 milhoes em contrato, aviao, helicóptero, cartão de crédito para filhos e conversas com o diretor da PF e com o PGR para conseguir bloquear uma operacao, além do vazamento da propria operacao com consultoria de fuga.
So no Brasil o Alexandre permanece como ministro... em qualquer lugar do mundo ele mesmo, por vergonha e preservação da instituição, teria pedido para sair.
Mas aqui eles dão risada da situação.
A piada somos nós.
O Min. STF AM, usou a carta UNO REVERSE e, valendo-se do Inquérito das FAKE NEWS, acusou o Min André Mendonça de crimes comuns, de responsabilidade e de improbidade. Se quem manda o plenário analisar se houve crime pratica crimes, quem acusa direto de crime comete o que?
Sobre futebol brasileiro, o furo é mais embaixo. E tem a ver com o maior problema do país, hoje.
Gilmar Mendes não é só ministro do Supremo. Ele é sócio-fundador do IDP, instituto que desde agosto de 2023 administra a CBF Academy, o braço de formação da entidade. O contrato garante ao IDP 84% da receita dos cursos, cerca de R$ 9,2 milhões em 2023. A CBF ficou com os 16%.
Agora observe a arquitetura.
Pelo menos seis nomes vinculados ou indicados pelo IDP ganharam postos na CBF, segundo a Piauí. Um vice-presidente, Gustavo Dias Henrique, também aparece nessa constelação de influência. O filho de Gilmar, Francisco Schertel Mendes, dirige o IDP e ainda ocupa cadeira no Comitê de Disciplina da FIFA.
E quem decide as causas da CBF que sobem ao Supremo?
Gilmar.
Em ações decisivas sobre a presidência da CBF que chegaram ao Supremo, Gilmar atuou como relator. A liminar de Gilmar Mendes reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF, mantendo no cargo o dirigente durante cuja gestão foi firmado e executado o contrato com o IDP. O pedido partiu do PCdoB, partido do secretário-geral da CBF. Um pedido anterior, feito pelo PSD, havia caído com André Mendonça, que negou. Trocou-se o partido, trocou-se o relator, mudou o resultado.
Ele nunca se declarou impedido.
Confrontado, negou conflito. E a defesa que escolheu diz tudo. Palavras dele: o IDP "estava organizando e cedendo seu bom prestígio à CBF, e não o contrário".
Releia a estrutura por trás da frase. Um ministro que julga a entidade. Cujo instituto fatura com a entidade. Cujo filho comanda esse instituto. Cujos indicados povoam a diretoria da entidade. E que ainda vem a público dizer que o favor era dele.
Em agosto de 2025, uma representação pedindo a investigação do ministro por esse caso chegou à Procuradoria-Geral da República. Foi arquivada. O número dois da PGR entendeu que não havia indícios mínimos para sequer abrir apuração. Quem deveria fiscalizar olhou para a arquitetura inteira e escolheu não ver problema nenhum.
A CBF acaba sendo um símbolo da mentalidade que destruiu não apenas o futebol brasileiro, mas o país em todas as dimensões.
EDITORIAL | Um desserviço ao Supremo – “Gilmar Mendes mirou em muitos alvos, mas acertou a dignidade do próprio STF”. Leia o texto completo em https://t.co/lFAAzqoEgS (via @opiniao_estadao)
Em 2026, a SHOT FAIR BRASIL passa de 180 para quase 300 marcas participantes, ampliando sua área no Distrito Anhembi para entregar a maior edição da história do evento.Mais espaço para negócios. Mais conteúdo. Mais oportunidades. Mais conexões.
For decades, transnational criminal organizations have spread violence, corruption, and instability across our hemisphere, threatening the security of our communities and our nations.
I applaud @SecRubio’s decision to designate two of Brazil’s most dangerous criminal organizations as Foreign Terrorist Organizations. This action gives @POTUS stronger tools to disrupt their operations, cut off their funding, and hold them accountable.
The message is clear: there will be no safe haven in our hemisphere for terrorists or criminal syndicates. A safer, stronger Americas begins with enforcing the rule of law.
SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA
O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro.
Mas os documentos oficiais contam outra história.
Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China.
Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano.
O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Mas essa história vai muito além de tarifas.
O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China.
Afinal, o que realmente está acontecendo?
Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil.
📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários.
En 1984, un homme assis face à une caméra a décrit notre époque avec une précision qui glace.
Yuri Bezmenov n'était pas un espion de roman. Journaliste soviétique, homme de l'agence Novosti et du KGB, il avait passé sa carrière à fabriquer de l'influence avant de faire défection en 1970. Ce qu'il est venu dire à l'Ouest tient en une phrase : la vraie guerre que menait l'URSS n'avait presque rien à voir avec les missiles ou les espions. C'était une guerre psychologique, lente, patiente — la « subversion idéologique ». Selon lui, l'essentiel de l'effort des services y était consacré. Pas pour voler des secrets. Pour modifier la perception du réel de tout un peuple, au point qu'il ne puisse plus, même face aux faits, défendre sa propre survie.
Il décrivait quatre phases.
1️⃣ La démoralisation. La plus longue : 15 à 20 ans, le temps d'éduquer une génération. On ne détruit pas un pays par la force, on le retourne contre lui-même. On travaille l'école, l'université, les médias, la culture, jusqu'à ce qu'une génération entière grandisse en méprisant son histoire, sa nation, son héritage, ses pères. Le détail terrifiant : une fois la chose accomplie, elle est irréversible. Ces gens sont « programmés ». Exposez-les à des faits authentiques, des preuves : ils refuseront de les voir. Ils continueront à se croire vertueux en démontant ce qui les protège.
2️⃣ La déstabilisation. 2 à 5 ans. On attaque les fondations : l'économie, l'autorité, les rapports sociaux, la défense. Tout ce qui tenait devient « négociable ».
3️⃣ La crise. Quelques semaines. Un choc, un point de bascule, et une société désorientée réclame elle-même qu'on la « sauve ».
4️⃣ La normalisation. On installe un nouvel ordre, présenté comme une libération. Le mot est emprunté, avec ironie, à la « normalisation » de la Tchécoslovaquie écrasée après 1968.
Puis 1991 est arrivé. L'URSS s'est effondrée, l'Occident a fêté sa victoire, et on a rangé tout ça au rayon des vieilles peurs.
Mais on confond le lanceur et la charge. Ce qui est tombé en 1991, c'est l'État soviétique — la fusée. L'arme idéologique, elle, avait déjà été tirée des décennies plus tôt. Et une arme de démoralisation a cette propriété diabolique : une fois la première génération retournée, elle n'a plus besoin de Moscou. Elle s'auto-réplique. Le commanditaire peut mourir, le programme tourne tout seul.
Regardez où nous en sommes.
Le wokisme n'est pas une lubie d'étudiants. C'est la phase terminale du processus que Bezmenov décrivait. Une civilisation qui enseigne à ses propres enfants que son héritage est une honte. Qui transforme ses universités en tribunaux permanents contre elle-même. Qui réécrit son histoire en réquisitoire et culpabilise jusqu'à sa propre existence. La démoralisation devenue religion d'État. Le réflexe de survie d'un peuple — sa fierté, sa continuité, son droit à se transmettre — requalifié en crime.
C'est exactement le symptôme qu'il annonçait : des sociétés incapables d'évaluer un fait évident dès qu'il contredit le dogme. Montrez-leur les chiffres, les conséquences, le mur qui approche : elles applaudiront leur propre dissolution en la prenant pour du progrès.
Or une civilisation qui se déteste ne se défend plus. Elle s'excuse d'exister. Et un organisme qui a désappris à vouloir vivre est déjà à moitié mort.
Voilà pourquoi ce combat n'est pas « culturel » au sens décoratif. Il est vital, au sens propre. Réapprendre à aimer ce qu'on est, transmettre sans honte, défendre une continuité plutôt qu'organiser son repentir perpétuel — ce n'est pas de la nostalgie, c'est une condition de survie. Une civilisation vivante est une civilisation qui ne se hait pas. Le reste, c'est la mort, en version rassurante.
Bezmenov terminait sur un avertissement simple : il reste très peu de temps avant que le processus ne devienne irréversible.
The U.S. Department of State has designated Comando Vermelho and Primeiro Comando da Capital as terrorist groups.
The Trump Administration will continue to use all available tools to dismantle and disrupt these violent narco-terrorists.
🇺🇸 This Florida homeowner just went full send when 3 armed thieves tried breaking into his house, and he lit them up with an AK-47.
All 3 were hit, and police say zero charges under Florida’s self-defense laws.
BREAKING:
Poland just told the EU to go to hell.
President Nawrocki vetoed the Digital Services Act.
"The state is supposed to guarantee freedom. Not restrict it."
The EU spent years building the most sophisticated censorship machine in the Western world.
One man. One veto. Destroyed.
Think about what this law actually was.
> Governments deciding what you can post.
> Governments deciding what you can share.
> Governments deciding what is true.
> Governments deciding what you are allowed to think.
Poland said no.
While Germany complied.
While France complied.
While the entire EU rolled over.
Poland vetoed it.
- The same Poland that buys more gold than the ECB.
- The same Poland that surpassed the European Central Bank in reserves.
- The same Poland that has been right about everything.
Is now the last wall standing between European citizens and state-controlled speech.
The EU doesn't want free citizens.
It wants manageable ones.
Poland just reminded them what freedom actually looks like.
Every European should be paying attention.
Perseguição absurda!
Gonet não denunciou Moraes por suspeita de tráfico de influência, não denunciou Toffoli pelo resort Tayayá, nem viu urgência na prisão de Daniel Vorcaro.
Mas o @RomeuZema, por uma sátira com fantoches, aí sim.
🚨 Joe Rogan handed Gad Saad a mic and let him detonate.
JRE #2497 is 2h47m of the most uncomfortable truths about why the West is slowly killing itself.
He calls it Suicidal Empathy, we’ve stretched compassion so far beyond reason we’re now funding and excusing the forces that want us gone.
I pulled the 12 most explosive moments. Exact timestamps.
The wood cricket parasite. “Queers for Palestine.” A judge pitying a presidential assassin. The demographic data nobody will print.
Every clip hits harder than the last.
Full episode here → https://t.co/bpDnBmgbOz
Credit to @GadSaad and @joerogan@JRE_Clips
Please quote post for more reach.
12 clips. All timestamps.👇
A PF não mentiu somente sobre a cooperação no caso do Ramagem, eles mentiram também sobre a tal cooperação com os EUA sobre o combate de armas e drogas, o memorando nunca foi assinado.🤣🤣🤣
Não dá para confiar em nada que é publicado pelo governo.
É imperativo reconhecer, que o Brasil habita hoje uma catedral jurídica cujas plantas foram meticulosamente desenhadas por Gilmar Mendes.
O decano não é apenas um magistrado; é o arquiteto-mor de um sistema normativo tão singular que conseguiu a proeza de tornar a letra da lei um mero detalhe diante da "vontade constitucional".
Com a precisão de um engenheiro social, GM transformou o STF no epicentro de gravidade de todos os conflitos nacionais, convertendo o que deveria ser um colegiado de juízes em um sínodo de semideuses da interpretação.
A gênese desse fenômeno remonta à sua formação em Münster, na Alemanha.
Ao importar o modelo de Direito Constitucional alemão para o solo tropical, GM não trouxe apenas doutrina, mas uma verdadeira "praga" para a tradição da legalidade estrita. Sob o pretexto de conferir "força normativa" à Constituição, ele substituiu o positivismo — onde a lei é a ultima ratio — por um subjetivismo travestido de técnica. Através de conceitos como a proporcionalidade e a ponderação de valores, o intérprete passou a ter o poder de "saltar" sobre o texto legal aprovado pelo Congresso para fazer prevalecer uma visão política e moral própria, erodindo a fronteira entre o julgar e o legislar e elevando o juiz ao posto de Censor da Razão.
As contribuições de GM para essa hipertrofia são estruturais. Como formulador das Leis 9.868 e 9.882 de 1999, ele forneceu as armas processuais (ADI, ADC e ADPF) para que o tribunal interviesse em qualquer ato do Poder Público. No plano constitucional, sua influência foi decisiva na Emenda Constitucional nº 45/2004, que introduziu a Súmula Vinculante e a Repercussão Geral. Enquanto esta última permitiu à Corte selecionar temas por conveniência política, a Súmula Vinculante cristalizou a palavra final do STF, obrigando toda a administração pública e magistrados inferiores a dobrarem-se ao seu entendimento.
Sua atuação na "objetivação" do controle de constitucionalidade e na tese da "abstrativização" do controle difuso retirou do Senado prerrogativas históricas, concentrando no STF o monopólio da interpretação final.
Nesse desenho, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) atua como o braço executivo de um centralismo autocrático. Idealizado para a eficiência, o Conselho tornou-se uma ferramenta de controle férreo sobre a base da magistratura. Juízes de primeira instância são monitorados e punidos por "ativismo" ou manifestações políticas, enquanto os ministros do topo gozam de uma liberdade política absoluta, participando de debates partidários e eventos empresariais sem qualquer supervisão ética. Cria-se, assim, uma "mordaça seletiva", onde o CNJ garante que nenhum juiz ouse aplicar contra a cúpula a mesma liberdade interpretativa que os ministros utilizam diariamente para moldar o país.
O que o sistema desenhado por GM e seus pares logrou foi a criação de uma magistratura silenciada e burocratizada na base, enquanto o topo (STF) goza de uma liberdade política absoluta.
A ironia derradeira dessa arquitetura reside na completa subversão de sua finalidade originária. Enquanto na Alemanha o sistema de valores constitucionais emergiu no pós-guerra como um antídoto ao "legalismo bárbaro", impedindo que a letra fria da lei servisse de escudo para atrocidades estatais, em solo brasileiro, a mentalidade importada de Münster por GM sofreu uma mutação adaptativa. O que nasceu para limitar o Estado foi transfigurado em uma ferramenta para blindar a própria Corte.
Sob a retórica de que "defender o ministro é defender a Constituição", operou-se uma simbiose perigosa entre a instituição e seus membros. Essa personificação do Poder Judiciário ergueu uma couraça de impunidade que neutraliza o sistema de freios e contrapesos. O resultado é a institucionalização de anomalias processuais, como a flagrância perpétua e os inquéritos de ofício, que subvertem o sistema acusatório e transformam o julgador em vítima e investigador simultâneos...
🚨 ROME HAS FALLEN
For the first time ever, the Vatican has built a Muslim prayer room inside its Apostolic Library.
While Christians are banned from Mecca, while no church stands in Saudi Arabia, and while Europe’s cathedrals are being turned into mosques, Pope Leo XIV rolls out prayer rugs in the heart of Rome.
He’s doing it side-by-side with Amy Pope, the UN’s migration chief and former Obama insider, who runs a billion-dollar machine moving “refugees” across the West.
Together they preach “compassion” — but it’s really globalism disguised as faith.
The UN engineers the migration. The Vatican blesses it. And Western civilization pays for it.
Read: https://t.co/jAOeuMgwBf
h/t to @AmyMek, follow Amy!