Em tempos de afetos líquidos e egos inflados, algo começa a mudar no imaginário coletivo:
homens sensíveis estão em alta. Mas não a sensibilidade performática, ensaiada para stories. Falo da sensibilidade que exige caráter. Daquela que não treme diante da própria vulnerabilidade.
É por isso que nomes como Juliano Floss têm despertado tanta atenção. (Falei dele para meu mariducho, esses dias)
Não se trata apenas de carisma. Trata-se de postura ética.
Em uma cultura que ainda aplaude a frieza e rispidez como sinônimo de força, ver um homem que demonstra afeto, que sustenta a palavra, que respeita mulheres, que não precisa diminuir ninguém para se afirmar, isso não é detalhe. É ruptura simbólica de homens que performa machismo e sexismo.
O que está em alta não é “o fofo”.
É o íntegro. É o caráter.
Não é o homem que chora para manipular.
É o que sente sem perder a ética.
A nova admiração feminina e social, não se curva mais ao arquétipo do masculino inacessível.
O que encanta agora é o homem que sabe dialogar, que assume responsabilidade emocional conosco, que entende que caráter não é discurso, é prática cotidiana.
E sejamos francas: caráter irreparável é raridade.
Por isso quando aparece um, ele brilha.
Talvez ainda estejamos assistindo a uma transição silenciosa: mulheres mais conscientes exigem homens mais inteiros.
E homens que compreenderam isso não performam virilidade, e sim… humanidade.
E humanidade, minha gente, sempre foi revolucionária, e nós mulheres amamos.
Simples Assim.
Foto: Claudia Online
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Nos bares de cervejas caras a pessoas se perdiam pra comprar porque não tinha caixa móvel e o que fosse comprado tinha que pegar na hora e ser humilhado pela fila e espera
Em compensação o palco Kabana tava com um som altíssimo que até interferia na apresentação que rolava no palco guera o mais debilitado em relação ao som