Mais um caso de f£minic1dio chocou o estado do Pará.
Na noite de segunda-feira, dia 20, Luciana Nunes foi 4ss4ssin@da dentro da casa onde morava, em uma vila localizada na Avenida Cipriano Santos, no bairro de Canudos, em Belém.
O principal suspeito é o próprio companheiro da vítima, Almir Baldez Melo.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o casal mantinha um relacionamento havia cerca de três meses. O crime teria sido motivado por ciúmes, após o suspeito visualizar mensagens no celular de Luciana que não o agradaram.
Em seguida, ele a at4c0u com uma 4rm@ branca. A vítima foi atingida por pelo menos nove g0lp£s, principalmente nos braços, no abdômen e no pescoço, e m0rr£u ainda no local.
Vizinhos ouviram a movimentação e acionaram a Polícia Militar. Os policiais chegaram rapidamente e prenderam o suspeito em flagrante dentro do imóvel.
Almir Baldez Melo foi levado para a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, onde foi autuado por f£min1cídio.
Segundo a Polícia Civil, ele permanece à disposição da Justiça. Perícias foram realizadas no local do crime, e testemunhas já estão sendo ouvidas para auxiliar na conclusão das investigações.
A família de Marcelo Magalhães, de 31 anos, informou nesta quinta-feira, dia 23, que o c0rp0 do empresário foi encontrado no Rio Cotia, em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Marcelo estava desaparecido desde o dia 16 de julho.
Imagens de câmeras de segurança mostram o empresário saindo sozinho do prédio onde morava naquela noite. Ele aparece no elevador e, em seguida, entrando em seu carro blindado na garagem.
De acordo com a investigação, Marcelo seguiu para um bar, onde encontrou o amigo Lucas Soares de Lima, conhecido como "Quadrado". A partir desse momento, ele não foi mais visto.
Segundo a Polícia Civil, Lucas atraiu Marcelo para uma emboscada. O empresário foi s£qu£str4do com a participação de Paulo Sérgio Soares de Almeida, irmão de Lucas, e de Júlio César Moura Batista. Antes da m0rt£, os criminosos teriam transferido R$ 8 mil das contas bancárias da vítima.
Posteriormente, o carro de Marcelo foi abandonado por um homem, que fugiu correndo do local.
Durante as investigações, a polícia teve acesso a vídeos gravados pelos próprios suspeitos. Em uma das imagens, Marcelo aparece 4m0rdaç4do dentro de um quarto enquanto era mantido em cativeiro.
Segundo os investigadores, Lucas vinha extorquindo dinheiro do empresário por saber de relacionamentos amorosos mantidos por Marcelo. Além de dinheiro, ele teria exigido presentes de alto valor e até um apartamento para não divulgar essas informações.
A investigação ganhou um rumo decisivo no dia 17 de julho, quando Zemira Santos Soares, mãe de Lucas e Paulo, procurou espontaneamente a Polícia Civil após desconfiar do envolvimento dos filhos em um crime grave.
Segundo o inquérito, Paulo foi visitar a filha, que estava sob os cuidados da avó, e começou a chorar. Ele teria dito que Lucas havia "arrumado um problemão" e queria "arrastar todo mundo". Já Lucas teria am£aç4do m4t@r familiares e afirmou que, se a mãe tivesse lhe emprestado R$ 700, não precisaria "gastar com caixão".
Sem saber exatamente o que havia acontecido, Zemira procurou uma das noras e descobriu que os filhos eram suspeitos de roubar, s£qu£strar e m4t@r uma pessoa cujo caso já estava sendo noticiado pela imprensa.
Diante das informações e das 4me@ças, ela decidiu denunciar os próprios filhos à polícia. O depoimento foi fundamental para esclarecer o s£qu£stro e o h0micíd1o de Marcelo Magalhães.
Os três suspeitos foram presos e devem responder por h0micíd1o qualificado, s£qu£stro e ocultação de c4dáver. A polícia ainda procura um quarto envolvido no crime.
Marcelo Magalhães era proprietário de uma loja de materiais de construção em Carapicuíba e também possuía 25% de participação em uma empresa de demolição e aluguel de equipamentos para a construção civil.
Jovem Alana Rosa comemora 21 anos cinco meses após sobreviver a uma tentativa de feminicídio que chocou o país. Em fevereiro deste ano, ela foi atingida por mais de 30 facadas dentro da própria casa, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e ficou internada em estado grave por quase um mês.
Nesta segunda-feira (20), Alana celebrou a data ao lado de familiares e amigos, transformando o aniversário em um símbolo de recomeço e superação. A jovem recebeu uma homenagem emocionante da mãe, Jade Anísio, que destacou a força da filha e sua trajetória de recuperação desde o brutal ataque. "Imensa vontade de viver", declarou Alana ao comemorar mais um ano de vida.
O aniversário marcou não apenas mais um ano de vida, mas também a prova de que Alana superou um dos momentos mais difíceis de sua história. A celebração comoveu as redes sociais, onde o caso já havia gerado grande repercussão desde o dia do ataque.
Mulher de 27 anos, suspeita de matar a própria filha de apenas 1 ano e 8 meses, é encontrada morta dentro de uma cela em Juara, no Mato Grosso, após confessar o crime. O caso, que já havia causado grande comoção pela morte da criança, ganhou um novo e inesperado desdobramento.
A menina estava desaparecida há aproximadamente dois anos. A investigação avançou depois que o pai da criança procurou a Justiça para regularizar questões relacionadas às visitas e à pensão alimentícia. Durante os depoimentos, a Polícia Civil identificou contradições nas versões apresentadas pela mãe.
Com o avanço das apurações, a mulher acabou confessando a morte da filha e indicou aos investigadores o possível local onde o corpo da criança teria sido deixado. Equipes policiais seguem realizando buscas para localizar os restos mortais da menina e esclarecer completamente o que aconteceu.
Pouco tempo depois da confissão, a suspeita foi encontrada sem vida dentro da cela da Delegacia de Juara. As circunstâncias da morte também passaram a ser investigadas pelas autoridades.
Agora, a Polícia Civil trabalha para esclarecer dois acontecimentos: a morte da pequena criança e o que levou à morte da mulher dentro da unidade policial. O caso continua sob investigação e provoca forte comoção em todo o estado.
Advogado Fábio Moura tira a própria vida e deixa familiares, amigos e colegas de profissão em profunda tristeza. A partida precoce do profissional causou grande comoção entre aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com sua história.
Familiares compartilharam uma mensagem de despedida, afirmando que perderam uma parte de si mesmos e que a dor da ausência será difícil de superar. Segundo os entes queridos, Fábio continuará presente nas lembranças, no amor e nos momentos vividos ao longo de sua trajetória.
Fábio Moura era advogado inscrito na OAB de Alagoas e atuava no escritório GAGC Advogados Associados. Ao longo da carreira, também teve experiências na Justiça Federal em Alagoas e na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas, onde participou como pesquisador bolsista.
Pessoas próximas destacaram que, muitas vezes, não é possível enxergar as batalhas que alguém enfrenta em silêncio. Fábio foi lembrado pela dedicação, pela bondade e pelas marcas positivas que deixou na vida de familiares, amigos e colegas.
Uma missa em sua memória será realizada no dia 24 de julho, na Paróquia Universitária de Santa Teresinha de Lisieux, em Maceió. A cerimônia será um momento de homenagem e oração, reunindo pessoas que guardam carinho e saudade por Fábio Moura.
Menina de apenas 11 anos tirou a própria vida e a mãe afirma que a filha sofria bullying na escola. O caso aconteceu na cidade de Tuntum, no Maranhão, e causou profunda comoção entre familiares, amigos e toda a comunidade escolar.
Evelyn Cardoso era aluna do 6º ano do Colégio Militar Tiradentes XI. Durante o velório, a mãe, bastante emocionada, revelou que a filha frequentemente desabafava sobre a rejeição que enfrentava por parte de alguns colegas. Segundo familiares, a menina, que supostamente tinha TDAH, se sentia diferente e sofria com episódios de exclusão e bullying.
Um dos professores da escola também prestou uma homenagem emocionada. Ele contou que Evelyn chamava atenção pela inteligência, pelo carisma e pelo carinho com que tratava as pessoas. Segundo o docente, ela adorava conversar, tinha grande interesse pelo idioma inglês e deixou lembranças que jamais serão esquecidas por quem conviveu com ela.
A morte de Evelyn gerou uma onda de tristeza nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os impactos do bullying na vida de crianças e adolescentes. O caso segue comovendo moradores da cidade, enquanto familiares recebem manifestações de apoio neste momento de profunda dor.
Ela morreu por conta de 4 mil reais e agora seu corpo foi encontrado em uma área de mata. Essa é a principal linha de investigação da Polícia Civil no caso da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos.
Mãe da bebê Helena tem sua parcela de culpa e precisa ser investigada?
Essa é uma das principais perguntas que surgiram após a divulgação do laudo da Perícia Forense. Os exames indicaram que a bebê não morreu em decorrência de violência sexual, mas sim de asfixia mecânica indireta, compatível com compressão do corpo. No entanto, a conclusão da perícia não encerra o caso.
Uma criança de apenas 10 meses depende integralmente dos adultos responsáveis por seus cuidados. Por isso, a investigação também busca esclarecer se houve falha no dever de proteção por parte de quem estava com Helena no momento da tragédia.
Isso não significa que a mãe seja culpada. Até o momento, não há uma conclusão nesse sentido. Porém, em casos como esse, é natural que a Polícia Civil apure a conduta de todos os responsáveis pela criança para verificar se houve negligência, imprudência ou qualquer outra conduta com relevância criminal.
As autoridades agora trabalham para reconstruir exatamente o que aconteceu e definir se a morte foi resultado de um acidente ou se houve responsabilidade penal de algum dos envolvidos. Somente ao fim do inquérito será possível apontar, com base nas provas, quem poderá responder criminalmente pelo caso.
Muito abalada, a mãe da bebê Helena também relembrou os momentos que antecederam a tragédia e disse que ainda tenta entender exatamente o que aconteceu. Durante o relato, ela contou que, antes de dormir, chegou a pedir ajuda para retirar o companheiro da cama, pois tinha medo de que ele pudesse acabar pressionando a criança enquanto dormia.
Segundo ela, o homem respondeu que isso não aconteceria porque ele não conseguia nem se mexer durante o sono. Confiando nessa afirmação, ela voltou a dormir.
Ao acordar, porém, a cena era completamente diferente. A mãe afirmou que Helena já não estava na posição em que havia sido colocada. Segundo o relato, a bebê estava presa sob parte do corpo do homem, em uma posição que a deixou completamente desesperada.
Emocionada, ela disse que não ouviu qualquer barulho durante a madrugada e acredita que, se a filha tivesse chorado, ela certamente teria acordado para socorrê-la. Sem conseguir compreender o que aconteceu, a mãe fez um apelo para que tudo seja esclarecido.
Ela também negou qualquer acusação de negligência e afirmou que a filha era o maior sonho de sua vida. Disse que desejou Helena desde o início da gestação, que fazia tudo pela menina e que as duas permaneciam juntas praticamente o tempo todo. Entre lágrimas, pediu que a verdade seja descoberta para que possa encontrar respostas sobre a morte da filha.
Teve um desfecho trágico o caso do desaparecimento de Pedro Wellington da Paixão Garcia, de 16 anos. O adolescente, que estava desaparecido desde o dia 5 de julho, após ser visto pela última vez no bairro Vila Abrão, em Rio Branco do Sul, foi encontrado sem vida nesta quarta-feira, 15 de julho.
O corpo foi localizado por moradores no bairro Vila São Pedro, nas proximidades da empresa Rio Nile. Assim que a ocorrência foi comunicada, equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil estiveram no local para os primeiros procedimentos. Segundo as informações iniciais, o corpo já estava em avançado estado de decomposição.
Mesmo diante das dificuldades, familiares realizaram o reconhecimento e confirmaram que a vítima era Pedro Wellington. A notícia provocou grande tristeza entre amigos e pessoas que acompanhavam as buscas desde o desaparecimento do adolescente.
As circunstâncias da morte ainda serão esclarecidas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que aguarda os resultados da perícia e dos exames periciais para determinar a causa da morte e verificar o que aconteceu com o adolescente durante o período em que esteve desaparecido.
Aos familiares e amigos de Pedro Wellington, ficam os mais sinceros sentimentos neste momento de profunda dor.
Adolescente de 17 anos é confundido com criminoso e baleado por PM à paisana em João Pessoa
Um adolescente de 17 anos foi baleado após ser confundido com um criminoso por um policial militar à paisana, em João Pessoa, na Paraíba. O jovem havia saído mais cedo da escola para comprar o bolo de aniversário da mãe quando tudo aconteceu.
Segundo o relato do estudante, ele pulou o muro do colégio para deixar a escola antes do horário habitual. Pouco depois, percebeu a aproximação de um carro com vidros fumê e sem qualquer identificação. Assustado, acreditando que poderia ser vítima de um assalto, ele correu.
Nesse momento, o policial, que estava à paisana, efetuou um disparo que atingiu o adolescente no ombro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e realizou o atendimento no local.
O jovem foi encaminhado para uma unidade hospitalar, recebeu atendimento médico, teve alta e agora se recupera em casa. De acordo com familiares, ele ainda está emocionalmente abalado com o ocorrido.
O caso será investigado pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias da abordagem e do disparo.
🚨MUITO TRISTE: A Bebê Helena, de apenas 10 meses, que m0rreu após ser est*pr4da e asf1xi4da pelo padrasto e um primo dele, é velada sob forte comoção em Caucaia (CE). 🖤🥺
Um ano após a m0rt£ da enfermeira Clarissa Costa Gomes, de 31 anos, o homem acusado pelo cr!m£ foi levado a julgamento e decidiu confessar o que aconteceu. A condenação foi definida nesta terça-feira, 14 de julho de 2026.
Clarissa trabalhava no Hospital Geral de Fortaleza e, horas antes de ter a v!d@ interrompida, havia comemorado uma importante conquista: a aprovação em um concurso da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Naquele mesmo dia, 9 de julho de 2025, ela voltou para casa acompanhada do então namorado, Matheus Anthony Lima Martins Queiroz, após os dois saírem da academia.
Segundo as investigações, já na residência, o casal iniciou uma conversa que acabou evoluindo para uma discussão.
Durante o julgamento, Matheus afirmou que Clarissa o incentivava a voltar ao mercado de trabalho e sugeriu que ambos procurassem oportunidades de emprego pela internet. De acordo com o depoimento dele, a conversa se transformou em um desentendimento e, em determinado momento, ele perdeu o controle.
O réu confessou que pegou uma f4c@ na cozinha e at4cou a companheira.
A perícia apontou que Clarissa foi atingida por 34 g0lp£s.
Moradores da região relataram que ouviram gritos vindos da casa. Uma testemunha afirmou ter escutado uma mulher pedir socorro e dizer que seria m4t@da. Pouco depois, o silêncio tomou conta do imóvel.
Quando as equipes policiais chegaram ao local, encontraram Clarissa já sem v!d@.
Matheus foi localizado e preso em flagrante no mesmo dia, no bairro Maraponga.
Durante o julgamento, a mãe da vítima emocionou os presentes ao relembrar o momento em que chegou à residência e encontrou a filha. Ela afirmou que nunca havia percebido sinais de um relacionamento v!ol£nt0 e disse que o acusado sempre demonstrava um comportamento respeitoso quando estava na presença da família.
O julgamento teve início na segunda-feira, 13 de julho, mas precisou ser suspenso temporariamente após o réu sofrer uma convulsão durante um intervalo. A sessão foi retomada no dia seguinte, quando ele confessou o cr!m£ diante do Tribunal do Júri.
Ao final do julgamento, Matheus Anthony Lima Martins Queiroz foi condenado a 31 anos e 3 meses de prisão por f£minicíd!0.
A Justiça também negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou o pagamento de R$ 40,5 mil de indenização aos familiares da vítima. O Ministério Público informou que recorrerá da decisão para pedir o aumento da pena.
O que parecia ser um caso de engasgo terminou na descoberta de um dos cr!m£s mais chocantes registrados no Ceará neste ano. Uma bebê de apenas 10 meses deu entrada em um hospital de Fortaleza em estado gravíssimo e, durante o atendimento, os médicos identificaram sinais de que ela havia sido vítima de 4b*s0. A criança não resistiu aos ferimentos.
O caso aconteceu na manhã do dia 13 de julho de 2026, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.
Segundo a Polícia Civil, a bebê estava em um apartamento junto com a mãe, um homem de 22 anos com quem ela mantinha um relacionamento casual, o primo dele, de 26 anos, além do irmão da mulher e da cunhada.
De acordo com as investigações, a mãe percebeu que a filha estava desacordada e, acreditando que ela havia se engasgado, buscou ajuda do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Como o atendimento não ocorreu imediatamente, decidiu levar a criança por meios próprios até uma unidade de saúde.
No hospital, os profissionais constataram que a bebê apresentava sinais compatíveis com v!ol£nc!a s£xu4l e acionaram as autoridades. Apesar das tentativas da equipe médica, a menina não resistiu.
Com base nas primeiras evidências, a Polícia Civil iniciou uma investigação e prendeu em flagrante os dois homens que estavam no apartamento no momento dos fatos.
Os suspeitos foram autuados por v!ol£nc!a s£xu4l contra vulnerável com resultado m0rt£.
Todos os adultos que estavam no imóvel foram levados à delegacia para prestar depoimento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, até o momento ninguém afirmou ter presenciado o que aconteceu com a criança, e a dinâmica exata do cr!m£ ainda depende dos laudos da Perícia Forense.
Exames genéticos e outras análises técnicas foram solicitados para identificar o responsável e esclarecer qual foi a participação de cada investigado.
As identidades dos suspeitos permanecem sob sigilo para preservar a identidade da vítima e de seus familiares, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente.
A bebê foi sepultada no dia 14 de julho, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias da m0rt£ da criança e responsabilizar os envolvidos.