Não foi “crime passional”.
Não foi “excesso de emoção”.
Foi a expressão mais brutal de uma lógica antiga: a de que a mulher é propriedade e que a família é extensão da honra masculina.
Quando a traição vira justificativa para matar, não estamos diante de ciúme. Estamos diante do patriarcado em estado puro — onde a autonomia feminina é tratada como afronta e a vida dos filhos se torna instrumento de punição.
O Direito não pode romantizar esse tipo de violência.
E a sociedade também não.
Enquanto tratarmos posse como amor e controle como cuidado, continuaremos enterrando vítimas.
Entre pensar no “Junino” da padaria e lançar produto novo uma pausa para o café com as bordinhas do novo produto, quadradinhos de bolo, esse é o de cenoura.
Forma- cê pensa que vou facilitar a sua vida, eu vou mesmo é deixar esse bolo grudado.
Eu- cê pensa mesmo que vou desistir de te usar? Meu bem eu vou te ganhar no cansaço.
Imagem: bolo de pão de mel com crocante de doce de leite e gotas de chocolate.
Sempre tive um misto de orgulho e vergonha de ter vários carimbos no passaporte e não conhecer o meu estado, estou começando a reparar esse “vergonha”.
Cânion do Viana, sul do Piauí.