@rafmelhor Ronaldo could show some class by having an ounce of humility. Modric would not ditch Croatias camp over some dumb shit like this. Humility is everything
"Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.
Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.
No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.
Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.
Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.
Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.
Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.
Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.
O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.
Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.
Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.
O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.
Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.
Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos.
Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.
À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.
Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.
O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado.
O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.
No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.
Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.
Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.
Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.
O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos
nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.
Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.
A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.
Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.
A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.
As notas que validei eram as seguintes:
“Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:
1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.
2. Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.
3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.
4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.
5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.
6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.
7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.
8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.”
Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.
Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada.
Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.
Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.
Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.
Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.
Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.
Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.
A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.
A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.
Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.
Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.
Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.
Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.
Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.
Cristiano Ronaldo
6 de Outubro de 2026"
@rafmelhor Jfc how many players have warmed up to come in and didn’t end up getting subbed in???? Ronaldo needs to have some humility, it’s literally not that deep to be throwing this temper tantrum!! JJ literally gave him the option of staying in Portugal so he didn’t waste time traveling
@kamildamudi I have been supporting him since I was in diapers bruh. 20+ years of idolizing him. I’m specifically referring to how fucking shit things have been since the 2022 World Cup
Also yall non-Portuguese Ronaldo fans do not get to tell me how I’m supposed to feel about Ronaldo leaving the NT in a distasteful fashion bc Jesus “broke a promise” to bring him in for 30 mins. Just go ahead and unfollow, yalls abuse is crazy & im not here for it anymore
@rodrigosbrn I am beyond frustrated at how sad the last few years of his career have been, how much hate and blame he’s gotten. & despite that Portuguese people pull up to home games to see him, screaming his name. It’s not cool to just up and dip because the coach pissed u off. That’s not it
Ya bruh if you can’t put aside your temper tantrum for 1 more game to say a proper goodbye to the fans and country who always rode behind you, it just really demonstrates an utter lack of respect for Portugal 🤦♀️ I’m over this guy, time to just move on from this drama
🚨 𝗕𝗥𝗘𝗔𝗞𝗜𝗡𝗚: Cristiano Ronaldo has now made it clear that he will not return to the National Team as long as Jorge Jesus is still the coach.
— @cnnportugal
@rodrigosbrn My anger is not based off these fake ass posts or any of the other nonsense coming out. My anger is that he’s acting like this at 41 when he should finally be reaching humility at this point in his career. My issue is his family members posting bullshit and propagating hatred
@Josheenyoo Sure there’s two sides to every story & he’s likely had some blame but jfc Ronaldo at 41 needs to gain an ounce of composure instead of storming off the pitch. The worst part for me is his family posting the bullshit that they always do, propagating Portugal hate. It’s annoying
@Josheenyoo I’m not basing it off this fake news or others. I’ve just had days to digest what he did & really deeping that he retired on a random Wednesday with promises to “reveal the truth” likely in another controversial interview over some stupid shit is rly doing it for me
I been supporting this guy through his last 5 years of bullshit & have been loyal in situations where I probably shouldn’t have been. Until he makes shit right with Portugal, I no longer owe him that loyalty. & I won’t align myself with an FC cult that is degrading my country
@IceDog07 Ronaldo overreacted hella and left the national team in a distasteful way. Idgaf what disrespect Jesus showed him, grow up and be considerate of your country & teammates. Don’t leave the NT forever on a random Wednesday bc ur feelings are hurt
@rodrigosbrn Nah I’m just tired of being falsely associated with Ronaldo FC who is going around abusing everything Portugal related. & im tired of Ronaldo always being at the center of some drama because he doesn’t take his time to do things the right way
@Jeux_deAyowole I would be happy if he did this without drama but he has no humility ab it and has to start a huge topic of conversation with everything he does. Then to run to that scumbag Piers Morgan to stir up more drama, nawww. I don’t respect how he’s going out
@AminnCade Last 5 years have been like a toxic abusive relationship and I really don’t owe him loyalty if he can’t put his ego aside to respect our country