O problema não é uma pessoa ir ao show de alguém acusado de violência. O problema é usar uma plataforma enorme para apoiar publicamente essa pessoa, porque isso ajuda a normalizar a imagem dela e a mostrar que, apesar das acusações, ela continua sendo celebrada como se nada tivesse acontecido.
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Se você tem 5 milhões de seguidores, sua influência tem consequência: você não está apenas “gostando de um artista”, está ajudando a decidir quem recebe palco, prestígio e legitimidade. E é justamente esse pacto de “não vamos nos importar” que permite que homens misóginos continuem enormes: ninguém precisa defender a violência diretamente; basta continuar dando apoio suficiente para que ela nunca tenha consequência social.
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Uma mulher, especialmente uma que já sofreu abuso, tem todo o direito de olhar para isso e pensar: “Eu não quero ver alguém que admiro usando a influência que recebeu de tantas mulheres para promover um homem acusado de violentar uma mulher.” Isso não é dizer que ela é cúmplice do crime; é questionar por que ela escolheu ficar do lado da normalização quando poderia simplesmente não apoiar.
una brasilera dijo q no se trata de q simplemente fueron al concierto sino q usaron sus redes e influencia (construida por mujeres) para darle visibilidad y trasmitir la normalización de consumir a un abusador y es creo que el punto perfecto de la explicación del pacto patriarcal
se army reclama ta errado se army pede posicionamento ta errado se as mulheres se sentem ofendidas estão erradas se o cb chama nos de puta nos que tamo errado tudo army faz ta errado