Toda construção legal e jurisprudencial inspirada pelas mentiras, fraudes estatísticas e conceitos do feminismo chegaram a esse ponto porque frouxos feministos ou cavaleiros brancos que se acham de direita, seja no congresso, seja no judiciário, permitiram de forma até bonachona, com aquela indulgência infantiloide.
O resultado é que qualquer nulher vingativa pode inventar que seu marido ou antigo marido casado de novo (esse sim considerado crime por ex esposas vingativas) a estupr0u, incluído no tipo penal um mero roçar do membro.
Como a jurisprudência dá forca de prova à palavra da sacrossanta mulher, e com o julgamento “com perspectiva” de gênero, as alternativas são sempre as piores possíveis: condenação a penas altissimas ou, num cenário mais brando, um processo complicadissimo, incerto, e que em seu curso no mínimo destruirá a vida econômica, social e emocional do acusado.
E se contam nos dedos os candidatos de direita que se dispõem a enfrentar esse hospício feminazee.
A maioria apoiou ou se omitiu ao longo dos anos em que todas as aberrações jurídicas foram sendo aprovadas.
No vídeo a Dra Jamily Wenceslau
Sempre achei meio meme esse cara falando pra câmera enquanto ajeita a banheira de gelo, mas esse vídeo realmente é importante. E sabe o mais doido? 90% da população não sabe de nada e está completamente alheia a tudo o que está acontecendo.
E se os pais de Arroio Grande não tivessem gravado o áudio e se as imagens das câmeras externas não tivessem se tornado públicas? Iriam dizer que os pais estavam mentindo. As gravações que os pais queriam fazer eram a única forma de defesa para provar os fatos, pois as falsas narrativas já estavam combinadas em jogral entre os agentes públicos. Por isso que de jeito nenhum aceitavam que os pais gravassem, para não desmascarar as narrativas que estavam no papel.
🚨 SABE O Q É ADQUIRIR CONHECIMENTO? É COMO ESSE RAPAZ NO VÍDEO, ENXERGA A SITUAÇÃO COMO ELA É, E NÃO POR IDEOLOGIA, OU COMO GOSTARIA Q FOSSE....
SÃO BENEFÍCIOS DO CONHECIMENTO, SER INDEPENDENTE, NAO SER MANIPULADO NEM A BOMBORDO, NEM A ESTIBORDO...
O SEGREDO DO CAMPO DE MARTE: O Dossiê que resetou o DNA do Supremo
Se você ainda acha que o Brasil chegou até aqui por acaso, esse documentário não é para você.
“O Segredo do Campo de Marte” não vende teoria, não pede fé e não faz pose de escândalo barato. Ele faz algo muito mais perigoso: reconstrói o encadeamento dos fatos. Datas, decisões, nomes, perfis, cadeiras. Tudo no lugar certo. Tudo com método.
Enquanto o país olhava para o mar de Paraty, alguém mexia no painel de controle da República. Um ministro saiu de cena. Um perfil institucional foi interrompido. Outro entrou em seu lugar. E o Supremo deixou de ser um tribunal revisor para se tornar um órgão que investiga, acusa, julga, censura e regula, sem jamais ter recebido esse mandato do povo.
Não é sobre um acidente aéreo.
É sobre o que foi ativado imediatamente depois.
Quem ainda repete que foi tudo coincidência faz isso por ignorância ou por conveniência. Quem assiste ao dossiê entende por que certas sangrias foram estancadas e por que outras nunca mais puderam ser abertas.
Assista. Analise.
Depois disso, fingir que não viu deixa de ser ingenuidade. Passa a ser escolha.