🚨 TRE-PR CONFIRMA MINHA CANDIDATURA, MAS NÃO POSSO FAZER CAMPANHA…
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná concluiu o julgamento e manteve o registro da minha candidatura. Por unanimidade, a Corte acolheu parcialmente os recursos apresentados pela defesa, sem alterar o resultado que autorizou a candidatura.
Lula, Gleisi e o PT não aceitam a minha candidatura, que lidera as pesquisas.
Durante o julgamento, a Corte ainda deu uma dura resposta aos advogados do PT:
“Esta Corte não precisa de lições pedagógicas, dispensando-se qualquer tutoramento por parte dos peticionantes.”
Apesar da candidatura confirmada, em razão de uma decisão do TSE, continuo proibido de pedir votos, participar de debates, utilizar recursos dos fundos partidário e eleitoral e veicular propaganda no rádio e na televisão. Mas sigo nas urnas.
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Diante da mensagem do cardeal Jaime Spengler - presidente da CNBB - , como cristão católico sinto-me no dever cristão de apresentar meu posicionamento aos meus irmãos em Cristo.
Tentarei responder ao eleitor católico a pergunta: “Posso considerar votar em Lula?”
Definitivamente NÃO!
Não por ódio, não por partido, não por moda de rede. Por um motivo que a própria Igreja já escreveu e que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em 17 de junho de 2026, repetiu com outras palavras: examine a história, não a promessa.
A Mensagem ao Povo Brasileiro por ocasião das Eleições de 2026 abre com São Paulo — “Examinai tudo e guardai o que for bom” (1Ts 5,21) — e fecha pedindo o olhar “não apenas para promessas de campanha, mas, principalmente, para a história de vida dos candidatos e as consequências dos compromissos assumidos”.
Quem faz essa pergunta está, sem saber, pedindo exatamente esse exame. O exame, feito com documento contra documento, não deixa Lula de pé como opção católica viável.
A Igreja não indica candidato. Isso é fato. Também é fato que o silêncio institucional não absolve o leigo. O Concílio (Gaudium et Spes, 43) chamou de erro grave a fé que fica no templo e se omite na cidade.
O Catecismo manda os fiéis intervir na vida pública (CIC 2246) e recusa, até hoje, as ideologias ligadas ao comunismo e ao socialismo (CIC 2425).
Pio XI, em 1931, fechou a porta que muita gente ainda tenta abrir com eufemismo: “Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista” (Quadragesimo Anno, 120).
O Estatuto do PT, no artigo 1º, declara o objetivo de “construir o socialismo”; no artigo 4º, exige do filiado concordância com o Estatuto.
Não é interpretação hostil. É o texto deles contra o texto de Roma.
Alguém dirá: “é socialismo democrático”. Pio XI já leu essa versão. Analisou o socialismo sem violência declarada e concluiu que o erro não está só no fuzil: está na antropologia. A pessoa reduzida a peça do coletivo, a subsidiariedade engolida pelo Estado, a família e a propriedade tratadas como concessão — isso permanece incompatível com a fé, mude o adjetivo que se quiser.
Em 1984, o então cardeal Ratzinger condenou o uso da fé católica como veículo de projeto marxista (Libertatis Nuntius). O documento não foi revogado.
As cartas de 2026 de Lula “aos católicos” e “aos evangélicos”, publicadas no site do partido, com versículo cortado, jargão interno (“projeto democrático e popular”) e silêncio total sobre aborto e doutrina, são o método que aquele texto descreveu.
A vida — primeiro critério da Doutrina Social — também não é pauta opcional. Em 2022, a carta aos evangélicos dizia oposição pessoal ao aborto e remetia o tema ao Congresso. Em janeiro de 2023, o governo saiu do Consenso de Genebra, revogou regras de comunicação à polícia e manuais de prazo. Vieram notas técnicas em 2023 e 2024. A de fevereiro de 2024, sobre ausência de limite temporal no aborto legal, só caiu porque o país reagiu — não porque a convicção tivesse mudado.
No encontro que gerou a carta católica de 2026, o coordenador disse à imprensa que o tema “não é prioridade”. Para a Igreja, a defesa do nascituro é doutrina definitiva (CIC 2270–2273; Evangelium Vitae). Quem esconde o mandamento em ano eleitoral não está sendo pastoral. Lula está sendo dissimulado.
Corrupção, compra de votos e uso indevido de recurso público: a mensagem da CNBB diz que, à luz do Evangelho, não se pode silenciar. Aplicar o parágrafo só ao adversário e poupar o prontuário do incumbente é fraude moral.
Mensalão, petrolão, condenação de 2017 anulada por competência e não por inocência do fato, máquina estatal em reta eleitoral, escândalos que se sucederam no próprio mandato atual (Banco Master, Credcesta, Roubo do INSS e outros) — isso é história de vida, não “narrativa”. Jesus perdoou o bom ladrão. Não canonizou o roubo. Misericórdia à pessoa arrependida não é cheque para reeleger o método.
Estado de Direito, liberdade de expressão, interdependência dos Poderes: a mesma mensagem exige respeito à Constituição. O arquivo dos últimos anos — inquéritos sem termo, buscas a pastores e padres, jornalistas sob cerco, pena cumprida antes do veredicto — não é detalhe.
O caso do Padre José Eduardo, indiciado, constrangido dois anos e arquivado em 19 de março de 2026, dia de São José, sem denúncia da PGR, ilustra o que a doutrina jurídica chama de lawfare: o custo é o silêncio, não a sentença. O pastor que deveria guardar o rebanho aprende a falar baixo. Ezequiel 34 já perguntava o que será das ovelhas quando faltam pastores.
Há ainda o dogma e a disciplina da Igreja tratados como peça de palanque. Em setembro de 2026, o presidente da República falou do celibato como explicação para o “atraso” católico diante dos evangélicos. O próprio presidente da CNBB, Dom Jaime Spengler, chamou a fala de desconforto. Não é detalhe protocolar. É o chefe do Executivo medindo a Igreja com régua eleitoral. Janja já havia dito, com clareza, que a disputa deve entrar “também dentro da igreja”. A carta petista condena “igreja como palanque” no mesmo texto que é palanque.
Quem pergunta “posso considerar?” às vezes espera um atalho: um mal menor, um programa social, um medo do outro lado. O mal menor existe na teologia moral — como último recurso, entre opções já más, com gravidade comparada e sem cooperar com o mal intrínseco.
Não é licença para ignorar o que a Igreja condena na raiz, nem para esquecer aborto, corrupção reiterada e antropologia incompatível. Programa social não lava Estatuto. Bolsa não substitui o Decálogo. O pobre é critério da Doutrina Social da Igreja; o socialismo não é o nome cristão desse critério.
A árvore se conhece pelos frutos. O partido nasceu no chão das pastorais. Quatro décadas depois, o Brasil viveu o maior esvaziamento católico de sua história — e, em ano de urna, volta com João 10,10 sem o ladrão.
O versículo inteiro diz: “O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” Cortar a primeira metade é o método. Guardar só a abundância é o anzol.
Nossa Senhora é Padroeira do Brasil. O país foi consagrado a Ela e, em agosto de 2025, a São Miguel Arcanjo. Invocar a Padroeira no fecho de uma mensagem e, na urna, legitimar o que a doutrina recusa é o cristianismo de Laodiceia: culto intacto, critério morno. O Apocalipse trata a mornidão com mais dureza do que o erro assumido.
Portanto a resposta, sem rodeio:
Não. Um cristão católico que leva a sério o Evangelho, o Catecismo, as encíclicas e o próprio critério da CNBB — história de vida, não slogan — não pode tratar Lula como opção viável.
Pode rezar por ele. Pode desejar sua conversão. Não pode entregar-lhe de novo a chave do Brasil como se os atos não definissem a pessoa.
Examine tudo. Guarde o que for bom. Isto, depois do exame, não é o que resta.
Que Rosário abençoado vivemos hoje!
Tenho certeza de que a oração de hoje trouxe alívio para muitos corações, porque perdoar traz paz para a nossa alma. Que Deus nos dê sempre a graça de perdoar e de viver com o coração livre.
Me conta aqui nos comentários: qual foi o momento que mais te marcou hoje?
O problema é que fazem pesquisa baseado na religião que a pessoa diz que é, e não a que pratica
Se fizerem uma pesquisa dentro da igreja, irão se surpreender viu
Pra cada padre leiteiro, tem dez padre Paulo Ricardo
>Catholic bishop gets a prime-time TV show in the 1950s
>No teleprompter, just a chalkboard & the Gospel
>Critics expect it to flop
>Draws tens of millions of viewers
>Wins an Emmy over major secular entertainers
>Thanks his “four writers”: Matthew, Mark, Luke and John
>Helps bring countless atheists, communists and Hollywood executives to the Catholic faith
>Now set for beatification in 2026
We need more men like Archbishop Fulton Sheen. Pray for us!
Tenho orgulho de ser o candidato ao Senado do Nikolas Ferreira no Rio de Janeiro. Obrigado pelo apoio, irmão!
Para Senador no Rio, vote Carlos Jordy 2️⃣2️⃣1️⃣
O voto útil no primeiro turno é ferramenta essencial para derrotarmos o PT, com respeito a todas as demais candidaturas o único que reúne as condições efetivas de vencer o desgoverno do Lula já no primeiro turno é Flávio Bolsonaro 22
Friends, I’ve arrived in St. Louis for the beatification of one of my great heroes, Archbishop Fulton Sheen. Tonight I’ll celebrate and preach at Vespers, and tomorrow we’ll beatify him as Blessed Fulton Sheen! Please pray for me and all those who partake in this pilgrimage.
Depois do Santo Rosário, às 4h da manhã, temos sempre uma pregação. E hoje Deus falou muito ao nosso coração através dela.
A pregação já está disponível no canal do YouTube e no podcast oficial Frei Gilson / Som do Monte.
E você que já conseguiu assistir, me conta aqui nos comentários: o que Deus falou ao seu coração através dessa pregação?
Link: https://t.co/19oSOEYBg1