Já tem gente no mercado precificando vitória do @FlavioBolsonaro no primeiro turno. Não é impossível. Se houver um movimento forte para o voto útil e esquecermos os outros bobos-da-corte, dá sim para a gente se livrar do Lula para sempre no dia 4 de outubro. A hora é essa.
Simbolicamente, o ato do Flávio no mesmo lugar que o pai levou a facada é muito poderoso.
Tem um quê de "ressurreição", de renascimento da esperança.
Não sei de quem foi a ideia, mas escutem esse cara ao invés do feministo retardado que manda o Flávio prometer até internet de graça pra mulher.
Finalmente uma dentro nessa campanha.
URGENTE - Mooska.
A PROFECIA DO CARTÓRIO
"Produtora registrou em documento juramentado que a PF bateria à sua porta se ela não aceitasse delatar Flávio Bolsonaro. Hoje a polícia cumpriu a ameaça."
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão nesta manhã e acabou apreendendo a certidão de óbito do próprio método inquisitorial de Brasília.
Dentro da casa de Karina Gama, produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, os agentes recolheram um documento de quatro páginas.
Não é uma anotação clandestina.
É uma declaração juramentada, redigida e datada antes da operação acontecer, que descreve com precisão de minutos e nomes o roteiro da coação política no Brasil.
A empresária deixou registrado:
Disseram a ela que, se não aceitasse forjar uma delação premiada contra Flávio Bolsonaro, viraria alvo de uma operação policial cinematográfica por pura retaliação política.
Hoje, os camburões bateram à porta dela.
Não foi a polícia que desvendou um crime.
Foi o Estado que cumpriu, com atraso de semanas, a ameaça que ela havia registrado em cartório.
O documento detalha a anatomia dos três emissários do poder:
Primeiro contato: 22 de maio de 2026, às 9h07.
O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, ofereceu apoio jurídico e afirmou possuir grande proximidade com o ministro Flávio Dino, colocando-se à disposição caso a produtora quisesse fazer uma delação premiada.
A empresária recusou por não ter o que delatar.
Segundo contato: 27 de agosto de 2026, às 11h22.
Um líder religioso com trânsito no governo federal e no Supremo Tribunal Federal procurou a empresária a pedido de interlocutores dessas autoridades.
O recado foi explícito: se ela fizesse a delação, nada aconteceria com ela e ela não seria alvo de nenhuma operação policial.
Ela recusou novamente.
Terceiro contato:
Um jornalista de imprensa tradicional entrou em cena para pressionar, afirmando que ela estaria servindo de bucha de canhão para o candidato e que a recusa em colaborar resultaria em medidas judiciais imediatas.
O desfecho do documento redigido por Karina antes de sofrer a busca é devastador:
"Como não cometi nenhuma irregularidade e como não fiz nenhuma delação premiada, tenho receio de que alguma operação policial possa ser realizada contra a minha pessoa por retaliação política e não porque cometi algum ilícito."
Está tudo aí, em preto no branco.
A delação premiada em Brasília deixou de ser meio de obtenção de prova para se tornar instrumento de extorsão estatal.
Aperta-se o elo mais fraco da corrente, manda-se o recado pelo filho do oligarca, pelo pastor e pelo repórter amestrado.
Se o alvo se recusar a mentir contra o adversário político da vez, o aparato repressivo do Estado é acionado para fabricar a culpa na marreta.
E por que o desespero em caçar Flávio Bolsonaro a qualquer custo?
Basta olhar a pesquisa do PoderData divulgada hoje: Flávio lidera no segundo turno contra o presidente da República.
Quando o sistema percebe que as urnas estão escapando do controle, o tribunal e a polícia entram em campo como linha de montagem eleitoral.
O documento apreendido pela Polícia Federal nesta manhã não incrimina a produtora.
Ele incrimina a República.
Zumm...
#Brasil
#DARKEHORSE
#STF
#Eleições2026
NÃO EXISTE EMENDA PARA O DARK HORSE:
A entidade que recebeu as emendas de Mário Frias não é formalmente a produtora de Dark Horse. A ligação existe principalmente por meio de Karina Ferreira da Gama, que está à frente das duas estruturas.
Em 2024, o deputado federal Mário Frias indicou R$ 2 milhões em emendas parlamentares para o Instituto Conhecer Brasil (ICB), associação sem fins lucrativos presidida por Karina Ferreira da Gama. Os recursos foram destinados a dois projetos, de R$ 1 milhão cada: “Jovem Empreendedor”, ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e “Lutando pela Vida”, na área de esportes.
Karina, por sua vez, é sócia-administradora da Go Up Entertainment, empresa responsável pela produção de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro.
O ponto mais problemático revelado pelas reportagens diz respeito ao projeto Jovem Empreendedor, que recebeu R$ 1 milhão.
Ao prestar contas, o ICB apresentou notas fiscais, mas inicialmente não apresentou documentos considerados necessários para comprovar a execução, como relatórios de atividades, listas de presença e registros fotográficos. O MCTI notificou a entidade para complementar a documentação. Em junho, o ministério deu novo prazo para regularização da prestação de contas, cujo prazo original havia terminado em abril.
Sim, estamos falando de um milhão de reais para Jovem Empreendedor. Nada a ver com o Dark Horse.
Como a operação foi antecipada ontem por vários perfis de esquerda, estamos diante de um espetáculo do Dino. Nada além disso.
Um simples toque em meio ao circo eleitoral brasileiro: Thomas Paine: “Muito mais vale para a sociedade e para Deus o homem honesto do que todos os rufiões coroados que jamais viveram”.
Homossexuais não foram perseguidos no governo Bolsonaro, tampouco tiveram o seu direito de expressão reprimidos. A esquerda criou a narrativa do medo apenas para se manterem no poder. De fato, Lula nunca se importou com as minorias. Precisamos mais que narrativas fajutas.
Bolsonaro cometeu equívocos discursivos, mas nunca exclui ou perseguiu.A comunidade gay durante seu governo continuou a promover seus eventos como a parada do orgulho e entre outros atos. Na verdade,a crítica da direita não é a comunidade em si, mas do ativismo sem noção.
Sou um gay de direita e digo com toda certeza: BOLSONARO É AMIGO DA COMUNIDADE, pois sempre respeitou nossa existência,nunca retirou direitos garantidos e sempre permitiu que liberdade fosse parâmetro certo de nossa continuidade. ele só não usou nossas orientações como palanque.
Esse homem sofreu todas as injustiças que poderiam acontecer com uma figura política.Seu governo, seu discurso, suas ideias foram criminalizadas de uma forma extremamente violenta.Por isso, o voto em Flávio é um manifesto a liberdade e a democracia. Vou de 22 por um Brasil livre.
@ConservaBanido Dane-se Mário Frias , o pior secretário nacional de cultura da gestão Bolsonaro. Se tivessem deixado a Regina Duarte trabalhar e buscado conciliação entre a classe e o governo, teríamos outro cenário dentro desse setor, mas a briguinha ideológica de alguns grupos falou mais alto.