Rindo até 2100!
Meu político de estimação 😂😂😂
É sempre bom alertar: qualquer semelhança com Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro (Bolsonaro Junior) é mera coincidência.
Renan foi no Flow. Ótima entrevista.
E desde o começo eu falo a mesma coisa sobre ele:
𝐑𝐞𝐧𝐚𝐧 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚𝐯𝐚 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐫 𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚, 𝐧ã𝐨 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞ú𝐝𝐨.
A forma agressiva demais serve no início. Serve para chamar atenção, para ser percebido, para existir no debate. Isso ele já conseguiu.
Mas o eleitor brasileiro é conservador. Se mantenha firme no conteúdo, mas não precisa ser ultra agressivo na fala. E no Flow eu vi exatamente isso começando a aparecer.
Só que Flow é ambiente amigo.
𝐎 𝐭𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐝���� 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐧ã𝐨 é 𝐞𝐬𝐬𝐞.
Tem um podcast, o Iron Talks, que está levando os presidenciáveis para entrevistas mais duras. O Caiado foi. E estão chamando o Renan.
É aqui que a coisa fica interessante. Porque quem decide se o Renan vai não sou eu. É o próprio Renan, com a régua que ele mesmo criou.
Foi o Renan que bateu e bateu na tecla de que o Flávio não ia para o debate com ele. E o Flávio afrouxou, disse que não ia mesmo, e pegou muito mal para o Flávio.
O Renan transformou “o adversário amarelou” em arma de campanha. Certíssimo.
Mas quem usa essa arma não pode amarelar quando é chamado.
𝐀 𝐫é𝐠𝐮𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐨𝐜ê 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 é 𝐚 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐯ã𝐨 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐯𝐨𝐜ê.
Não existe “recusar confronto é fraqueza” só quando é conveniente.
Então eu quero ver o Renan no Iron Talks. Não para ele provar nada para mim. Mas para ele ser coerente com o padrão que ele mesmo estabeleceu.
E por que isso me importa tanto?
Porque eu preciso saber qual Renan é o Renan de verdade.
Volta e meia eu vejo vídeo antigo dele com discurso de revolução. Particularmente, não acho legal. E hoje vejo discursos muito mais polidos, que me agradam.
Ambiente amigo não responde essa pergunta. Qualquer um vai bem no amigo. O lugar que faz a pergunta dura sobre o passado, que cria animosidade, esse sim mostra quem está embaixo da casca.
Eu já escrevi isso em post antigo:
𝐁𝐨𝐥𝐬𝐨𝐧𝐚𝐫𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐮 𝐨 𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐭𝐨 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐠𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐨 𝐅𝐥á𝐯𝐢𝐨 𝐞 𝐞𝐥𝐞 𝐟𝐨𝐢 𝐨𝐛𝐫𝐢𝐠𝐚𝐝𝐨 𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐚𝐥𝐢𝐚𝐧ç𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫ã𝐨.
E o Renan teve uma fala no Flow que é exatamente o que eu acredito, e é exatamente o que Bolsonaro teve na mão e jogou no lixo.
Quando o presidente entra com votação expressiva, ele tem o povo atrás. Tem uma janela de uns seis meses em que a força dele é absurda. É nessa janela que se faz o que é duro. É nela que Câmara e Senado ficam com medo.
Mas, ao mesmo tempo, o sistema vira sua vida do avesso atrás de qualquer coisa para te coagir depois.
Bolsonaro entrou com Moro ao lado, dizendo que ia acabar com a velha política. O sistema puxou a capivara e achou o Flávio.
Aí cobrou caro.
E o messias, na hora em que foi testado, não entregou o filho.
É por isso que o discurso revolucionário do Renan me incomoda. Não é questão de estética.
É que o sistema vai fazer com ele exatamente o que fez com Bolsonaro.
E aí a pergunta deixa de ser “ele tem coragem” e passa a ser:
𝐞𝐥𝐞 𝐬𝐚𝐛𝐞 𝐚 𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐩𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐞𝐦 𝐯𝐞𝐳 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧á𝐫𝐢𝐨?
Fiquei feliz de ver no Flow que o Renan tem consciência dessa janela. Isso ajuda muito.
Mas consciência da janela é uma coisa. Comportamento na hora do aperto é outra.
Eu quero ver como ele se porta quando Câmara e Senado colocarem ele no corner.
Porque, para atravessar isso e ainda entregar o que você quer entregar, você tem que ser político.
Não revolucionário.
E é aqui que eu sempre lembro do Bukele.
Tem o momento, no documentário, em que ele entra no Parlamento com os militares atrás. Aquilo é o revolucionário.
E aí ele para.
Desiste de desconstituir o Congresso na força. Decide fazer política, ganhar o Congresso na eleição seguinte, e só depois disso começar o mandato de verdade.
Se tivesse feito na força, no discurso revolucionário, não teria dado certo.
𝐎 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐨 𝐭á𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐟𝐨𝐢 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐳𝐨𝐮 𝐭𝐮𝐝𝐨.
Por isso o Iron Talks importa tanto para mim.
É lá que se descobre qual Renan vai aparecer na hora difícil: o dos vídeos antigos ou essa versão mais polida e madura.
Eu acredito que as pessoas evoluem. E essa é, na verdade, uma das qualidades que eu mais admiro: nossa capacidade de assumir erro e se adaptar para ser melhor, mais preparado.
Mas acreditar não é o suficiente.
Eu quero ver.
E a entrevista dura é justamente o lugar onde a evolução real se separa da maturidade performada até outubro.
𝐑𝐞𝐧��𝐧, 𝐨 𝐈𝐫𝐨𝐧 𝐓𝐚𝐥𝐤𝐬 𝐞𝐬𝐭á 𝐜𝐡𝐚𝐦𝐚𝐧𝐝𝐨.
𝐕𝐚𝐢!!!
@RenanSantosMBL @irontalksbr
Entendam uma coisa, o Brasil só tem alguma chance de melhorar quando o brasileiro entender que socialismo não funciona.
Votar nulo em uma reeleição do comunista mais fdp que o Brasil já teve não te faz superior. Te faz conivente com o socialismo, ideologia que empurrou milhões pra miséria.
@s_expfa@chanzeraaa@margaretmelonii Se quisesse corrigir algo histórico, com certeza hoje as favelas não existiriam🤔
Não iriam colocar a porcaria do funk como cultura das favelas 😏
A esquerda está no poder a 18 anos,e porque passa ano e entra ano continua na mesma,as coisas para o "favelado" não melhora, não muda e continua sempre na mesma.
Pelo contrário,faz com que as pessoas tenha orgulho de Mora na favela,faz com que as pessoas tenha orgulho de funks 😏
É assim que a esquerda quer melhorar a vida do favelado?
É muito fácil ser de esquerda e falar das favelas do brasil.para quem vive em AP.
@baianinhaa5 A esquerda em todos os aspectos acaba com essa gente.
Do jornalismo aos militantes,não sei porque essa gente insiste em fazer debate,só passam vergonha 🤦
O @pedroponciobr até Kim Paim detonou ele😂😂😂
@Pedro03027048@CarlosBolsonaro@CoresMarcalla Aquelas pessoas no mercado central, estavam tentando passar e o imbecil do seu ídolo estava atrapalhando a passagem.
Essa imagem no final são os Bolsonaristas que estavam no local