É domingo, 11 de outubro, e o Amazonas continua queimando. Em Manaus, a fumaça tomou conta do ar, famílias tentando se proteger dentro de casa, aulas suspensas e bombeiros trabalhando até o limite.
Em um dos vídeos, um brigadista passa mal e precisa ser carregado pelos colegas. É difícil assistir a essas imagens e aceitar que tudo isso seja tratado como mais uma troca de notas entre governos.
No dia 18 de setembro, o Corpo de Bombeiros do Amazonas pediu reforço ao governo federal; quatro aeronaves para enfrentar as chamas, além de transporte e viaturas. No dia 1º de outubro, veio a resposta cruel da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao governo Lula: “o pedido não poderia ser atendido naquele momento”. Está tudo documentado.
O governo Lula se escora na alegação de que o estado “dispensou” apoio, enquanto comemora 229 incêndios apagados e outros 20 ainda em combate. As aeronaves só começaram a chegar neste sábado, 10 de outubro, em meio à avalanche de denúncias nas redes sociais.
E onde está toda aquela comoção nacional de outros tempos? Em 2021, durante o governo Bolsonaro, artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Chico César emprestaram suas vozes à “Canção pra Amazônia”, do Greenpeace. Hoje, diante do sofrimento dos moradores e do esgotamento dos bombeiros, onde está a mesma mobilização?
Lula e o governo do Amazonas, ambos hipócritas, precisam prestar contas. Quem negou o quê? Quem dispensou ajuda? Quando os reforços chegaram, de fato, à linha de fogo? A Amazônia não precisa de campanhas tendenciosas, politizadas e enviesadas, promovidas apenas quando há conveniência política.
As vidas humanas e animais ameaçadas por essa fumaça valem infinitamente mais do que qualquer disputa política ou interesse de poder.
Outra coisa que me angustia e entristece, no momento político que vivemos, é a dificuldade de encontrar um debate comprometido com a verdade, a liberdade e a responsabilidade.
Sei que o silêncio pode ter muitas razões: algumas pessoas estão analisando; outras sentem medo, cansaço ou descrença. Há também quem prefira não questionar aquilo que favorece suas próprias convicções. Não posso conhecer os motivos de cada um, mas uma pergunta me inquieta: que rumo tomaremos se deixarmos de examinar criticamente o que acontece à nossa volta?
Fui eleitora de Lula e acreditei em suas promessas ( e como me arrependo). Senti profunda rejeição por Jair Bolsonaro, sobretudo pela sua maneira truculenta de se expressar. Durante a pandemia, cheguei a apoiar um pedido de impeachment, indignada com a situação de Manaus. Naquele momento, senti-me entre a cruz e a espada. Algo dentro mim sinalizava que eu não agia corretamente.
A própria pandemia, porém, trouxe experiências que me fizeram rever certezas. Participei, a convite do grupo Médicos pela Vida, de reuniões voltadas a empresários e pessoas ligadas à educação. Essas vivências me levaram a observar, pesquisar e procurar compreender melhor o funcionamento da máquina do Estado e as relações entre poder, informação e interesses.
Rever minhas posições exigiu reconhecer que minha compreensão também poderia ser incompleta. Continuo acreditando que precisamos estar dispostos a questionar nossas escolhas, inclusive aquelas que defendemos com mais convicção.
A humanidade já atravessou períodos de autoritarismo, manipulação e conflito. Hoje, a tecnologia dá a esses fenômenos uma velocidade e um alcance extraordinários. A mesma ferramenta que amplia nosso acesso ao conhecimento pode disseminar mentiras, distorcer acontecimentos e enfraquecer princípios éticos quando utilizada sem responsabilidade.
Também me preocupa ver a violência e a destruição de patrimônio tratadas com tolerância quando servem a determinada causa. Uma convicção política não pode justificar qualquer conduta. Como educadora, pergunto: que formação estamos oferecendo aos jovens? Que exemplos recebem de suas famílias, de seus professores e das figuras públicas que admiram?
Dói, ainda, perceber que escritores e artistas que marcaram minha vida nem sempre demonstram o rigor e a lucidez que eu esperava deles. Não me incomoda que pensem de maneira diferente. Incomoda-me quando a admiração por um líder parece dispensar o questionamento, ou quando informações descontextualizadas são compartilhadas como verdades.
Não espero unanimidade. Espero honestidade intelectual: disposição para verificar informações, reconhecer erros e condenar abusos, independentemente de quem os cometa.
Minha perspectiva política mudou. E meu compromisso com a dignidade humana, a educação e a liberdade permanece, mais fortalecido agora. É a partir desses valores que quero continuar pensando e me posicionando.
Nenhum líder está acima da crítica. Nenhuma lealdade partidária deveria valer mais do que a nossa consciência.
"A imprensa lulista ignorou essa capa
Eu já havia percebido e agora, mais uma vez, comprovo que não me enganei.
Na última sexta-feira, a Revista Veja publicou uma matéria que traz na capa a imagem do famigerado dono do Banco Master.
Na matéria, a revista traz áudios em que Vorcaro afirma - e já se comprovou que é a sua voz a dizer o que diz - que o dinheiro enviado ao filme "Dark Horse", biografia de Jair Bolsonaro, foi apenas um patrocínio, sem nada de errado, mas....
que o dinheiro solicitado pelo PT para a realização de um filme sobre Lula dirigido pelo conhecido cineasta Oliver Stone e realizado no ano de 2024, envolvia contrapartidas vultosas e propinas que poderiam chegar a um bilhão de reais, e que uma parte desse dinheiro foi enviado ao Instituto Lula, através do mais que conhecido nome de Paulo Okamoto.
Bem, a partir do momento em que tomei conhecimento da notícia, sentei-me confortavelmente no sofá de casa, à espera das notícias, das análises, dos comentários dos analistas políticos das emissoras de televisão a respeito da importante denúncia.
Qual o que!
O que recebi em troca foi o pacto de silêncio de uma mídia que não mais se envergonha em admitir que sim, tentará de tudo para reeleger o líder da esquerda, nem que tenha que rasgar o diploma e envergonhar a classe jornalística como um todo.
Hoje pude comprovar que a percepção de que a imprensa não cumpriu seu papel é real.
Em uma publicação nas redes sociais, a Revista Veja vem informar no dia de hoje que depois da publicação do áudio e dos documentos de denúncia de Vorcaro a respeito de Lula, o petismo e os veículos de imprensa alinhados ao projeto de poder do partido dedicaram-se a espalhar desinformação e uma delas é a de que Fábio Carvalho, diretor da revista, participou de um jantar em apoio a Flávio Bolsonaro e que havia comprado um triplex de Vorcaro.
São duas mentiras redundantes, mas que foram replicadas por outros órgãos da mídia como parte da campanha do PT para atacar a revista, tentando descredibilizar a matéria que traz a público denúncias importantes a respeito das propinas pagas a Lula e ao PT pelo banqueiro, sob a condição de contrapartidas.
Entendamos de uma vez por todas.
Temos uma imprensa aparelhada, aliada ao regime que teima em não largar o osso do poder a que se acostumaram nos últimos quarenta anos e tudo fará para impedir a saudável alternância de poder de que tanto falam, e a idolatrada Democracia que tanto dizem defender.
São militantes ideológicos que sequestraram as redações e a informação livre e isenta.
Perderam o direito ao nosso respeito, perderam totalmente a credibilidade.
Mais do que nunca, têm que ser arrancados dos seus "bunkers" e dar lugar a um novo tempo onde a transparência e a isenção sejam a regra, a rotina, o caminho a seguir."
Silvia Gabas
@gabas_silvia
O comandante do Corpo de Bombeiros dizendo que o Lula negou pedidos de apoio para combater os incêndios na Amazônia.
Aguardando ansiosamente a revolta dos artistas, cadê o Caetano Veloso, a Anitta, a Daniela Mercury, Criolo e companhia? Não vão pintar girafas no corpo e sair cantando salve a Amazônia? Ou a luta pela floresta só existe no governo Bolsonaro?
A revista do establishment internacional traz a notícia que o lulopetismo jamais gostaria de ler: “Os Bolsonaro estão de volta”.
A frase aparece na capa da edição de 10 a 16 de outubro da The Economist, uma publicação que jamais escondeu suas críticas severas a Jair Bolsonaro. O editorial, da revista é inegável - “O Brasil é um país de direita agora”.
Não é uma declaração de apoio à família Bolsonaro; é o reconhecimento de uma transformação política que ultrapassa qualquer preferência editorial. Depois do primeiro turno, Flávio Bolsonaro chegou à disputa decisiva à frente de Lula, com cerca de 47% dos votos válidos contra 45%. A revista avalia que Flávio é o favorito para 25 de outubro e chega a projetar sua vitória. Uma previsão, vinda de quem vem, tem enorme significado político.
O editorial apontou a mudança no Congresso. O PL ampliou sua presença no Senado e na Câmara, enquanto a direita consolidou espaço nos maiores colégios eleitorais. A revista aponta ainda o desgaste de Lula: custo de vida, endividamento, dificuldades fiscais, escândalos e um discurso político cada vez menos capaz de convencer os jovens brasileiros. O PT já não consegue se apresentar como intérprete automático dos desejos de uma nação que demonstra estar cansada de promessas e exige resultados.
A The Economist não se converteu ao bolsonarismo, continua manifestando reservas e críticas à família Bolsonaro. Justamente por isso, seu diagnóstico reconhece que o centro de gravidade da política brasileira mudou. A hegemonia petista, construída durante décadas, enfrenta uma ruptura que já não pode ser atribuída simplesmente ao antipetismo ou à figura de Jair Bolsonaro.
Lula ainda disputa a Presidência, e as urnas darão a palavra final em 25 de outubro. Mas uma realidade já está escrita: a direita não é uma onda passageira nem um acidente eleitoral. O projeto de perpetuação política do lulopetismo acabou. Não foi a The Economist que trouxe os Bolsonaro de volta; foram os brasileiros, nas urnas.
Ela tem toda razão. Hospitais, UPAs e UBSs estão recebendo médicos recém-formados que, em alguns casos, cometem erros inadmissíveis. Mas não nos enganemos: o problema não é, necessariamente, a falta de experiência, e sim a precariedade da formação profissional.
Ser recém-formado é uma condição passageira. Ser malformado é consequência de um sistema de ensino que pode estar entregando diplomas sem garantir competência.
E, quando falamos de medicina, o preço desse despreparo pode ser uma vida.
@FlavioBolsonaro@soudanimarques@schmittpaula@DRobertaLacerda
Augusto Cury era um dos últimos nomes de destaque da terceira via sem posição definida no segundo turno. Nesta quinta-feira, 8 de outubro, o terceiro colocado na eleição presidencial, com 3,45 milhões de votos, acertou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Após conversa de mais de uma hora, Flávio assinou uma carta de compromissos de Cury sobre educação, valorização dos professores, saúde, proteção às mulheres e pacificação nacional. O anúncio público estava previsto para breve. Cury, que havia sinalizado neutralidade e também era cortejado por Lula, decidiu se alinhar a Flávio.
Com Cury, Flávio reúne quatro antigos concorrentes: Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Clariana Barão (DC) e Augusto Cury (Avante). Renan Santos (Missão) permanece neutro por teimosia. Lula recebeu apenas o apoio crítico de Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU).
União Brasil, PP, Republicanos, Podemos e Novo anunciaram apoio oficial a Flávio. Somados ao PL, esses partidos elegeram 286 dos 513 deputados que ocuparão a Câmara em 2027 - 55% das cadeiras, embora nem todos sigam suas direções.
A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, divulgada nesta quinta-feira, mostra Flávio com 49% das intenções de voto e Lula com 45%. Nos votos válidos, são 52% a 48%. A margem de erro é de dois pontos, configurando empate técnico.
Em 2022, Lula reuniu uma frente ampla contra Jair Bolsonaro. Em 2026, o cenário se inverte; Flávio Bolsonaro conquista o apoio de antigos adversários e de partidos de centro e direita, enquanto Lula permanece restrito aos seus aliados tradicionais.
Augusto Cury, o último dos moicanos entre os grandes nomes da terceira via ainda sem posição definida, completa esse quadro. Não é literalmente Lula contra todos, mas é Lula diante de uma ampla convergência de ex-adversários e partidos que decidiram caminhar com Flávio Bolsonaro. Uma das imagens políticas mais emblemáticas do segundo turno de 2026.
A frente ampla de Lula ficou em 2022. Parte do Centrão mudou de lado, antigos adversários aderiram a Flávio e Lula permanece com seus aliados tradicionais. O isolamento político de Lula é cada vez mais evidente.
📌QUEM É, DE FATO, LULA DA SILVA? QUEM O CONHECEU DE PERTO DEIXOU SEU TESTEMUNHO PARA A HISTÓRIA.
Hélio Bicudo não conheceu Lula pelos discursos, pelas propagandas ou pelos palanques. Foi seu candidato a vice-governador de São Paulo em 1982, deputado federal, dirigente histórico do PT e um dos juristas mais respeitados do Brasil.
Depois de décadas de convivência política, rompeu com o partido e, em uma entrevista ao Roda Viva, em setembro de 2015, fez acusações gravíssimas contra seu antigo companheiro.
“O Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira”, declarou diante das câmeras.
Hélio Bicudo morreu em 2018, aos 96 anos, mas deixou um testemunho que merece ser conhecido e examinado por todos os brasileiros antes de mais uma eleição.
"🚨 URGENTE: O Secretário do HHS, RFK Jr., está supostamente lançando um grande esforço federal para investigar LESÕES CAUSADAS POR VACINAS, incluindo uma nova clínica do NIH para estudar e tratar os feridos — NYT
HA MUITO TEMPO ESPERADO! 🔥
Médicos receberiam um novo código de faturamento para que sejam realmente PAGOS por relatar efeitos colaterais graves de vacinas, além de uma atualização no sistema de relatórios defeituoso
Por anos, os feridos por vacinas foram ignorados, censurados e chamados de teóricos da conspiração. Esses dias estão oficialmente acabados."