**NOTA À IMPRENSA**
Tomo conhecimento, mais uma vez pela imprensa, de que supostamente o STF teria formado maioria para me condenar por algum crime que desconheço. Reitero: até hoje não fui citado na forma da lei. Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido. Esse mesmo instrumento foi expedido a outro acusado no processo, mas a mim nunca foi cumprido. Se o meio existe e a própria Corte o reconhece, por que não a mim?
E "certo e sabido" não é força de expressão: resido nos Estados Unidos em endereço que a imprensa brasileira fez questão de localizar, filmar e estampar, mandando repórteres até minha porta. Para mandar jornalista, sabem onde estou; para cumprir o devido processo legal, alegam não saber.
Tomo ciência dos fatos pelos jornais, e conhecer a acusação por reportagem não substitui a citação prevista em lei e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Moraes pode não gostar, mas não pode escolher quando segui-los. Mais uma vez, é vítima e juiz do mesmo caso, e é por isso que o Brasil passa vergonha internacional de forma recorrente, como até mesmo a mídia tradicional hoje já aponta com frequência.
Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula, e, depois de tantas derrotas internacionais, até Moraes sabe disso. Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições.
Tenho confiança na restauração da democracia brasileira com a vitória de Flávio Bolsonaro, que permitirá que as centenas de exilados possam, enfim, retornar à sua pátria.
Eduardo Bolsonaro
Deputado Federal em exílio
Os meninos do filho da organização seguem agindo em nome da soberania nacional. Mais uma vida ceifada pelo terrorismo que assola o Brasil! E há gente que defenda a sopa de letrinhas que está levando o país a um buraco sem volta!
Que Deus conforte a família de mais um das centenas de assassinados diariamente no país em que até ladrão de celular e sequestrador são defendidos por “presidente da república”!
Escolher um lado não é mais questão política mas de caráter!
Até meados do século XX, o chapéu não era mero adereço de vaidade, mas insígnia inescapável da ordem civilizada. Cartola, fraque e sobrecasaca formavam o uniforme rígido das posses presidenciais, dos casamentos régios e das audiências diplomáticas; sem eles, o homem público sentia-se nu, como se lhe faltasse a própria gravidade. Winston Churchill brandia o Homburg ou o coco com a mesma autoridade com que empunhava o charuto; Franklin Roosevelt raramente se deixava fotografar ao ar livre sem o fedora inclinado, emblema de uma América que ainda sabia vestir o poder. Ditadores de variado calibre como Stalin com o seu boné militar, Mussolini de quepe, Castro de farda e boina, compreendiam que a cabeça descoberta é cabeça exposta, vulnerável à irreverência das massas.
No século XXI, porém, o espetáculo inverteu-se. O que outrora conferia distância, hierarquia e respeito tornou-se, para os líderes ocidentais, sinal de anacronismo suspeito. O poder, agora, disfarça-se de proximidade; o estadista aspira a parecer “um de nós”, de jeans e camiseta. Eis por que, na imagem que ora se comenta, a figura de Lula surge quase espectral: único de chapéu entre homens de cabeça nua, parece um personagem extraviado de 1890 que, por equívoco do destino ou da maquiagem, foi parar no meio de uma reunião do século XXI. Há nele algo de deslocado, de patético e de fantasmagórico, como se o passado, teimoso, insistisse em assombrar o presente.
Talvez por sentir, no fundo, o desconforto dessa intromissão temporal, o mandatário brasileiro entrega-se a excessos gestuais: bate palmas sozinho, acena para o vazio, ergue os dois polegares em aprovação universal, sem motivo aparente. Gestos que, em vez de autoridade, denunciam ansiedade.
O chapéu, que deveria emprestar-lhe gravitas, confere-lhe, ao contrário, um ar de gangster de segunda categoria, ou, pior, de palhaço que se fantasia de chefe. E quando o palhaço usa cartola, o circo fica à espera: cambalhotas, piruetas, mentiras grotescas contadas com solenidade, imitações de chimpanzé ou de foca treinada. O espetáculo está garantido.
Lula, em suma, não lê o relógio da História. Confunde a aura que o chapéu outrora emprestava, tipo elevação, superioridade, distância necessária ao exercício do mando, com o figurino exigido pelo tempo presente, onde o líder se esforça por parecer “gente como a gente”, e não “aquele ali, com cara de mafioso”. Triste destino para um país que já teve, de modo espontâneo e sem esforço de marketing, um líder simples na indumentária e nos costumes, porém dotado de uma gravidade natural, de uma honestidade que não precisava de disfarces nem de gestos exagerados para se fazer respeitar.
Triste, sim. Profundamente triste.
Como assim o @BolsonaroSP é pedra no sapato da pré-campanha do @FlavioBolsonaro ?
Mais uma vez a informação sai da boca de 'aliados' que a gente não sabe o nome pela matéria, mas sabe que a união dos irmãos e dos filhos do Presidente Bolsonaro é sim uma pedra no sapato de quem tem o desejo de sepultar o bolsonarismo como movimento político no Brasil...
É a tropa 'sabor Bolsonaro'.
🗣️ATENTADO TERRORISTA NO RIO GRANDE DO NORTE | Após sobreviver a um atentado a tiros em frente à UPA de Mossoró enquanto fazia uma live, o vereador Cabo Deyvison (PL) fez um pronunciamento emocionado e afirmou que não será calado.
Ele lembrou que serviu por 14 anos como policial militar, atuou em operações de alto risco e disse que, em um ano e meio na política, já sofreu duas tentativas contra sua vida.
“Vocês não vão conseguir me calar. Eu vou com mais força pra cima de vocês”, afirmou.
Na fala, o vereador pediu orações pela família e pelo assessor que morreu durante o ataque. Também prometeu acompanhar as investigações e cobrou apuração sobre todas as hipóteses, incluindo possível envolvimento de facções e interesses políticos.
O caso expõe, mais uma vez, a gravidade da violência política e o avanço de facções terroristas contra quem ousa denunciar o sistema.
“Agora é questão de honra”, disse o vereador.
Perseguição escancarada!
Quando até a imprensa que por anos chamou abusos de “defesa da democracia” começa a enxergar perseguição, é porque o teatro perdeu o figurino.
No caso do Eduardo Bolsonaro, o roteiro se repete: quem acusa, julga e se diz vítima ao mesmo tempo.
O jogo de cartas marcadas está tão evidente que até parte da plateia já hesita em aplaudir.
Hoje, o Haddad afirmou que foram os governadores que começaram com a taxa das Blusinhas. Ele só não contava com as falas do Lula e com o registro da mídia. Por favor...
É a famoso: "a culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser!"
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Capangas do pai do Vorcaro oferecendo R$ 1 mi pra irmã do Sicário (que se matou na cadeia)
ficar quieta e não vazar documentos que 'acabam com a família toda'. Enquanto isso, Gilmar devolve o processo que pode soltar Henrique Vorcaro para votação na segunda turma.
Especula-se que se o Henrique Vorcaro for solto, Daniel pode conseguir o mesmo benefício...
Todos aguardando o voto de Gilmar Mendes e Nunes Marques... será bem revelador.