38 dias de greve, resistência e mobilização. Trabalhadores da Educação em BH seguem batalhando por seus direitos e conquistam reunião com secretário de Educação e mediação do MPMG. Nenhum direito cai do céu. As conquistas nascem da luta! Seguimos firmes. Contem com nosso mandato!
Estou acompanhando de perto a greve do Sindi-Rede, que está sob ameaça.Professoras ocuparam o hall da secretaria de adm. pública para exigir a retomada das negociações. Estamos em contato com o MPMG e MTE para que possam intermediar o diálogo. Meu apoio incondicional a categoria!
Nós denunciamos os riscos, e defendemos, ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras da empresa e do povo mineiro, a permanência da COPASA sob o poder do Estado. Seguiremos em luta para garantir que a Aegea não destrua nosso patrimônio
A Aegea, única empresa interessada em adquirir as ações da COPASA, apresentou nesta segunda (25/5), sua proposta de compra. A Aegea está envolvida em casos de corrupção e propina.
Não será surpresa se aqui em Minas, a gestão do saneamento refletir o fracasso do RS. A interferência da Aegea no Conselho Administrativo da COPASA já é pública. Com a aquisição da COPASA, a qualidade do serviço certamente será afetada e a conta d’água, mais cara.
Além dos escândalos de corrupção, a Aegea acumula queixas com relação à prestação do serviço. No RS, as reclamações incluem tarifas abusivas, cobranças indevidas e falhas no abastecimento.Segundo Metrópoles, a ALRS precisou criar uma Comissão Especial para lidar com os problemas.
Hamilton Amadeo, ex- CEO da Aegea e presidente do Conselho de Administração da COPASA até fevereiro, confirmou a existência de um esquema de corrupção para facilitar o crescimento da empresa. De acordo com o Metrópoles, foram mais de R$ 63 milhões pagos em propina.
O tempo dos trabalhadores e trabalhadoras tem valor imensurável. Descansar, estudar e estar com quem se ama é um direito fundamental, tão importante quanto ao trabalho digno.
Enquanto o governo trabalha pela aprovação do fim da escala 6x1, deputados que trabalham para enriquecer os empresários buscam uma alternativa para explorar ainda mais os trabalhadores e trabalhadoras.
A desculpa é sempre a mesma: o colapso da economia. Contudo, experiências de outros países, como México, Bélgica e Reino Unido, indicam exatamente o oposto. A redução da jornada aumenta a produtividade, faz com que o dinheiro circule e promove qualidade de vida para a população.
Em reportagem, o Brasil de Fato denuncia a gravidade da situação e indica uma possível solução para o caos do sistema carcerário em MG. O caminho é longo e exige investimento em educação, cultura, lazer e emprego digno. O problema é estrutural e deve ser atacado na base.
Em 24h, 2 mortes foram registradas nos presídios da RMBH, segundo O Tempo. Estes óbitos refletem a situação das unidades prisionais mineiras: superlotação e desrespeito aos Direitos Humanos: falta comida, água potável e tratamentos de saúde básicos.
Em audiência da CDH, ouvimos as denúncias apresentadas pela Associação Andorinhas, que representa familiares de pessoas privadas de liberdade do sul de MG. O desrespeito é generalizado por parte do Estado: violência e marginalização atingem também as famílias.
É um risco também p/ segurança da população.Criminalizar os atentados do 8/1 é essencial p/ manutenção do Estado Democrático,das instituições públicas e dos direitos fundamentais dos brasileiros.É preciso marcar posição na história do país e deixar claro que a democracia vive.
O Congresso Nacional vota hoje o veto do presidente Lula ao PL da Dosimetria, que poderá reduzir a pena dos golpistas que atentaram contra a democracia em 8/1, inclusive, Jair Bolsonaro. Se aprovado, o PL também irá reduzir a pena de outros crimes, como latrocínio e feminicídio.
O descompasso entre o valor superfaturado de R$348 milhões dos livros p/ a educação e os R$200 milhões avaliados no prédio escancaram o legado de Zema p/ MG: descaso com a educação e seu entreguismo do patrimônio do povo mineiro aos interesses privatistas. Fora Zema! Fora Simões!
A educação mineira está em crise! No dia 27, o Simões exonerou Rossieli Soares do cargo de secretário de Educação em meio às investigações do TCE para apurar denúncias de corrupção na aquisição de material didático.
Ontem, 28, Simões atacou a autonomia universitária ao condicionar a escolha do Reitorado da UEMG à venda de um prédio no campus de Frutal para o PROPAG.