Educação indígena: conheça a escola que resiste na ‘pequena floresta’
Criada em 2012 por iniciativa do cacique Maurício Messa, escola só atende os anos iniciais do ensino fundamental e enfrenta problemas de infraestrutura https://t.co/7gFGXMJTmZ
No Rio Grande do Sul, 130 mil alunos não têm acesso a esgoto ou água tratada no ambiente escolar. Reportagem do Sul21 mapeou saneamento básico na rede de ensino gaúcha e seus impactos no aprendizado. Confira a reportagem 📲 https://t.co/gz6U5TBIfF
Não houve apólice disponível’: obrigada por contrato, Gam3 não fez seguro contra enchente para Orla. Mais de um ano após inundações, Prefeitura iniciou reformas no Trecho 1 da Orla, que devem custar R$ 12 milhões 🧶👇
📷 Isabelle Rieger/Sul21
Con profundo dolor comunicamos que falleció nuestro compañero Pepe Mujica. Presidente, militante, referente y conductor. Te vamos a extrañar mucho Viejo querido. Gracias por todo lo que nos diste y por tu profundo amor por tu pueblo.
Morte de criança quilombola escancara dificuldade de acesso à saúde por populações vulneráveis. Agricultores que vivem em uma comunidade quilombola de Lagoão perderam a filha de 6 anos pelo que consideram ter sido uma negligência 🧶
Grupo vindo de cidades da Região Metropolitana atingidas pela enchente pressiona pela desburocratização do acesso a crédito para produtores rurais @sulvinteum
Assassinato de morador pela Brigada Militar (BM) evidencia estigma em torno do condomínio Princesa Isabel. Vladimir Abreu de Oliveira foi torturado e morto no mês de maio, após uma ação policial no conjunto de moradias populares. https://t.co/e9JbnOu8AE https://t.co/e9JbnOu8AE
Violência de gênero exclui mulheres da política na Câmara de Porto Alegre. Livro discute a discriminação de parlamentares mulheres através de entrevistas com vereadoras. O Sul21 conversou com a autora, Daniela Simões Azzolin. Confira ⬇️ https://t.co/jjmx1N1pTK
Dois meses depois da enchente, animais resgatados vivem situação limite nos abrigos do Rio Grande do Sul. Mais de 15 mil cães e gatos aguardam um lar; aglomeração gera surtos de doença infectocontagiosa em alguns abrigos. https://t.co/ZEWFvW9rz8 https://t.co/ZEWFvW9rz8
As diferentes perdas vivenciadas nas enchentes de maio – de pessoas queridas, de segurança, da convivência com pessoas e espaços – podem desencadear processos de luto, assim como a perda de objetos pessoais. “Algumas perdas materiais podem impactar na autoidentificação das pessoas", afirmou ao Sul21 a psicóloga Miriam Alves, presidente do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul (CRPRS).
"Em desastres, são comuns narrativas que deslegitimam as perdas materiais, ao compará-las às perdas de vidas humanas. Essas narrativas podem causar ainda mais sofrimento, porque desqualificam o processo de luto em curso, que é parte da elaboração psíquica sobre essa perda".
‘Não seremos mais os mesmos’: enchente já deixa marcas na saúde mental de moradores do Rio Grande do Sul. Pesquisa conduzida pelo Hospital de Clínicas aponta que a ansiedade, a depressão e a chamada desrealização têm se intensificado após a catástrofe. Confira mais na reportagem de @bettinagehm 📲 https://t.co/ApAoKQFDvH
Excelente matéria da @bettinagehm sobre o agravamento da saúde mental no RS em razão das enchentes de maio.
Pesquisa conduzida pelo Hospital de Clínicas aponta que a ansiedade, a depressão e a chamada desrealização têm se intensificado.
https://t.co/n3rbzYBicK
‘Cheiro de morte, lama, desgraça e despreparo’: Enchente encontra pixo em edifícios da Capital. Em conversa com o Sul21, o pichador Garsa conta um pouco da rotina de quem protesta em frases pela região central. https://t.co/A5OkSSiZT8
https://t.co/eHp6TwASk5
‘Cheiro de morte, lama, desgraça e despreparo’: Enchente encontra pixo em edifícios da Capital. Em conversa com o Sul21, o pichador Garsa conta um pouco da rotina de quem protesta em frases pela região central. 📲 https://t.co/cGWWbXcTUU
📷: Isabelle Rieger/Sul21 e Bettina Gehm/Sul21
Governo Federal desmente Melo ao prestar contas de recursos enviados para abrigos. Prefeito de Porto Alegre declarou que Lula não investiu nos abrigos; Ministério destinou R$ 3,11 milhões. https://t.co/TmSMWwjEaz https://t.co/TmSMWwjEaz
Quem voltou para casa se concentrava na limpeza e na busca por objetos que podem ser recuperados. Essa é a rotina de Francisco Silveira, 68 anos, há cerca de dez dias. “Eu e o meu reino. Ou o que sobrou”, diz ele. +