@EuAlePavanelli Cara pelo amor de Deus! Para de ser burro. Essa votação foi só pra decidir se os casos seriam analisados separadamente ou juntos. Tá literalmente escrito no rodapé. Pra começar o Alexandre nem vota sobre ser julgado ou não, você não assistiu né ?
Deeply ARCHITECTURAL collection of ✨️Georges Hobeika✨️ Fall/Winter 2026 Couture — ALL the looks in a thread.🪡🧵
PS: a bit of art deco, gothic revival and rococo, even.
Esse cara fez um trabalho muito bom provando quase 100% que realmente aquilo que o Mayk Leão viu não era uma chácara, até os donos confirmaram
Estamos diante de um dos maiores acontecimentos do no século
Veja o vídeo:
@direitaraiz_@PaladinRood Isso era uma transmissão ao vivo de um helicóptero meu Deeeeeeus. E questionar é diferente de por em cheque, duvidar com burrice é escolha!
O CEO de uma empresa de $380 bilhões de dólares acabou de ir às câmeras e dizer que o mundo não está preparado para o que a própria tecnologia dele está prestes a fazer.
Não foi um concorrente te alertando. Não foi um regulador.
O cara que CONSTRUIU a tecnologia.
Esse é Dario Amodei, CEO da Anthropic, empresa por trás do Claude.
Ele acabou de comparar a IA a um tsunami no horizonte.
As palavras exatas dele: "Está tão perto que já dá pra ver. E mesmo assim as pessoas ficam inventando explicações — ah, não é um tsunami de verdade, é só um efeito de luz."
Ele não está falando de um futuro distante.
Em janeiro, publicou um texto de 38 páginas alertando que uma IA sobre-humana pode chegar até 2027.
Chamou de potencialmente a maior ameaça nacional em um século.
Isso é daqui a 18 meses.
E aqui está o que torna isso diferente de qualquer outro alerta sobre IA.
Não é um político caçando voto. Não é um acadêmico atrás de financiamento.
É o cara cuja empresa acabou de deletar $2 trilhões de dólares do valor de mercado de ações de software com três posts num blog.
Ele está te dizendo que o próprio produto dele o apavora.
Quando Anderson Cooper perguntou no 60 Minutes: "Quem elegeu você e o Sam Altman pra tomar essas decisões?"
A resposta do Amodei: "Ninguém. Honestamente, ninguém."
Um punhado de pessoas em San Francisco está construindo algo que vai remodelar cada indústria do planeta.
E ninguém votou pra isso.
No vídeo, ele diz que o trabalho técnico de controlar a IA tem ido "um pouco melhor" do que o esperado.
Mas a conscientização da sociedade tem ido "um pouco pior".
Traduzindo: os engenheiros estão mais ou menos acompanhando.
Governos, instituições e o público não estão nem perto.
Ele disse ao Nikhil Kamath que programação, matemática e pesquisa científica já estão sendo feitas por sistemas de IA.
Mas não para por aí.
Automação ponta a ponta de fluxos inteiros de engenharia de software — não só escrever código, mas projetar, testar, fazer deploy — "vai acontecer em breve."
Pensa no que "em breve" significa vindo desse cara.
Em 2024, ele escreveu "Machines of Loving Grace", um texto otimista sobre IA curando doenças e estendendo a expectativa de vida.
Um pouco mais de um ano depois, em janeiro de 2026, publicou "The Adolescence of Technology" — um alerta de 38 páginas dizendo que a humanidade pode não sobreviver à própria criação.
A mudança de tom não foi sutil.
Ele elencou os riscos em ordem.
No curto prazo: viés e desinformação — já está acontecendo.
No médio prazo: IA gerando informações perigosas usando conhecimento científico avançado.
No longo prazo: IA eliminando a autonomia humana por completo.
Se tornando autônoma demais e trancando humanos pra fora dos sistemas.
Esse é o roadmap de produto do cara que está construindo tudo isso.
E aqui está a parte que deveria tirar seu sono.
Ele disse que está profundamente desconfortável com a concentração de poder que está acontecendo na IA.
Aconteceu quase da noite pro dia. Quase por acidente.
Construindo a tecnologia mais poderosa da história da humanidade.
A bolsa de valores é só a primeira peça do dominó.
Software foi o canário na mina de carvão.
Direito, finanças, cibersegurança, consultoria, engenharia.
Toda indústria construída sobre trabalho intelectual está no raio da explosão.
Não posso defender ou atacar o processo cientifico e não estou aqui pra isso. Mas posso contextualizar esse trecho que parece tirado de contexto. Eu a entrevistei ano passado e sei do contexto pois fiz essa pergunta pra ela. Acontece que a substância deve ser aplicada em pessoas LOGO após a fratura. Se perder o timing da aplicação a substância perde a eficácia. Quanto mais se demora , menor a chance de recuperação de quem recebe o tratamento. Sendo assim, imagine que temos dois pacientes aptos pra receber o teste. Um tomará a substância corretamente e outro tomará o placebo. Ou seja, se a substância realmente for eficaz , um andará e o outro ficará tetraplégico pra sempre. Não tem como aplicar depois nele. A pergunta é um dilema: você teria coragem de ser quem aplica o placebo em quem poderia ter uma chance de andar?