nossa se eu fosse o primeiro rejeitado a ministro do stf em 132 anos eu acho que ey me churrascaria eu nao lido bem com rejeicao imagina um negocio desses
Eu não aguento mais IA
Eu não aguento mais Tiktok Shop
Eu não aguento mais 3 anúncios antes de cada vídeo do YouTube
Que castigo viver nessa geração mds
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gente desculpa mas nessa treta ai das mães que expuseram o filho adotivo eu não concordo com a exposição não viu… entendo 100% que elas deviam estar passando por um momento muito difícil mas realmente contar uma história na internet desabafando não acho que seja ideal
Acabo de retornar da China, país que não visitava desde 2018. Muitas coisas chamaram a atenção, mas uma, em especial, eu vou destacar no post: quando lá estive pela última vez, era trabalhoso poder acessar serviços/aplicativos baseados no Ocidente. Verificar o Gmail, acessar o YouTube ou conferir o WhatsApp demandaria o uso dos famosos VPN, "mascaradores" que permitiam driblar as regulações do "Great Firewall" chinês. Para a minha enorme surpresa, esse tipo de controle não existe mais; não como antigamente. Usei livremente os meus apetrechos ocidentalizados. Ninguém fez cara feia. Não fui detido pela polícia secreta. Nada, nada, nada. O que aconteceu desde então? Basicamente, a China desenvolveu o seu próprio ecossistema informacional e logístico. Para que o WhatsApp se eles têm um perfeitamente funcional WeChat? Por que trazer a Uber se dá para usar o Didi, que é muito parecido, se não for melhor? Por que recorrer às bandeiras de cartão de crédito americanas se se pode contar com Alipay ou Weixinpay, sem taxas e com apenas dois toques na tela? Em suma: a China criou, como técnica de governo/governança social, um mundo próprio. Está muito autoconfiante. Notei inclusive - e posso estar sendo traído por evidência anedótica - que diminuiu o afã por falar inglês. Um estudante de graduação me disse: "temos muita coisa importante para estudar na educação básica; o inglês a gente deixa para depois, quando chega à universidade." Nas interações de alto nível, a língua estrangeira até aparece, mas de forma pontual. É muito diferente, por exemplo, do ambiente logístico-informacional que se encontra em Japão, Coreia e Sudeste Asiático. A principal reforma em curso na China, ousaria dizer, ocorre no nível das mentalidades. É uma nação que vai se acostumando - e se afeiçoando - à ideia de liderança global.