Eu não tenho problema em emprestar algumas coisas, mas estou há 3 anos no mesmo trabalho e há 3 anos a mesma pessoa me pede o carregador emprestado. E é alguém que nunca lembra de devolver, sempre tenho que pedir.
Aplicativo de trasporte? Que nada, sou do tempo do taxímetro estilo capelinha nos táxis.
Tempo do chiclete Ploc, da coleção de papéis de cartas, do Bem Amado, de ficar apaixonada pelo casal Baby e Johnny do filme Dirty Dancing - Ritmo Quente, de esconde-esconde, tica-cola, de brincar com iô iô, de ter medo de me engasgar com a bala soft, do orelhão de ficha, das lojas Brasileiras, da enceradeira.
Um tempo de pessoas respeitando bem mais pai, mãe e os mais velhos.
Sou do tempo de brincar na rua até a mãe gritar avisando que o almoço ou o jantar estava na mesa.
Um tempo de apenas telefones fixos nas casas, o que fazia com o que aquela ligação recebida tivesse muito mais emoção e valor. Ah, e quando o telefone era bloqueado por causa da conta altíssima, a gente aprendia o macete de bater, repetidamente, na tecla de descanso, e conseguir fazer a ligação escondida.
Sou do tempo do cabelo estilo "poodle", com bastante volume na frente, um tempo onde para ouvir o nosso ídolo era preciso ter um toca-discos e comprar um vinil, ou apostar no acessório mais moderno de todos: um toca-fitas!
Sou do tempo das festas americanas, do tempo que a gente tirava fotos com uma câmera com filme interno, que tinha que mandar para revelar, o que levava o maior tempão pra gente ver como saiu nas fotos.
Na verdade, eu não "sou do tempo", porque todo tempo que vivemos é o nosso tempo, mas com essa imagem que vi agora, sem querer, desse taxímetro, me veio a tona memórias e saudades de um período feliz e rico da minha vida.
Viva o Tempo!
50 coisas que só fazem sentido para quem cresceu nos anos 80 e 90.
1 — Responder cadernos de pergunta dos amigos.
2 — Escutar músicas do É o Tchan sem se atentar ao duplo sentido das letras.
3 — Recortar revistas para fazer colagens na capa de cadernos ou agendas.
4 — Assistir vídeos musicais na MTV.
5 — Achar Mamonas Assassinas a maior banda da história da música.
6 — Colecionar ursinhos de pelúcia da Parmalat.
7 — Rebobinar fitas VHS depois de assistir filmes no videocassete.
8 — Ligar para o melhor amigo ou amiga do telefone de casa e ficar horas conversando.
9 — Ter medo da chegada do ano 2000, quando seria o fim do mundo.
10 — Usar o computador para brincar no Paint, jogar Campo Minado ou Paciência.
11 — Esperar até de madrugada para poder usar a internet.
12 — Assistir Castelo Rá-Tim-Bum, na TV Cultura.
13 — Assoprar os cartuchos do videogame para eles funcionarem.
14 — Ir ao fliperama.
15 — Ter uma festa de aniversário com guaraná, bolo caseiro e balas de coco embrulhadas em papel colorido com franjas.
16 — Assinar uniformes escolares de colegas no fim do ano e ter o seu assinado também.
17 — Pintar o cabelo com papel crepom.
18 — Brincar com os amigos na rua de casa.
19 — Ter um Nintendinho.
20 — Usar os perfumes Thaty e Ma Chérie, do Boticário, ou o desodorante Axe.
21 — Fazer provas com cheiro de álcool na escola (copiadas no mimeógrafo).
22 — Ser fã dos Backstreet Boys, New Kids on the Block ou Spice Girls.
23 — Ouvir Raça Negra nas festas de família.
24 — Trocar mensagens secretas em bilhetes com os amigos.
25 — Reunir os amigos para brincar de Stop (Adedonha).
26 — Ir à locadora e ficar imaginando o que há na seção/sala adulta.
27 — Ficar feliz ao encontrar um filme novo na locadora, mas descobrir que ele já está alugado.
28 — Colecionar Tazos.
29 — Esquecer de alimentar o Tamagotchi e deixá-lo morrer.
30 — Fazer trabalhos em papel almaço com capa do WordArt.
31 — Saber se as fotos ficaram boas ou não só depois de revelar o filme.
32 — Deixar o telefone fora do gancho quando não queria ser incomodado.
33 — Rebobinar fitas k7 usando uma caneta.
34 — Fazer pesquisas na enciclopédia Barsa.
35 — Brigar para os irmãos desligarem o telefone e você poder usar a internet discada.
36 — Ler a coleção “Os Karas, de Pedro Bandeira (“A Droga da Obediência”, “Pântano de Sangue”, “Anjo da Morte”, “A Droga do Amor” e “Droga de Americana!”).
37 — Ter um minigame.
38 — Colecionar brindes da Coca-cola.
39 — Usar o lendário shampoo Neutrox.
40 — Usar Mercurocromo e Merthiolate para curar machucados.
41 — Ter um pôster ou outro objeto da dupla Sandy e Júnior.
42 — Ter medo do boneco fofão (que diziam ser amaldiçoado).
43 — Seguir o ritual ao comer chocolate Tortuguita: primeiro a cabeça, as patas, o rabo e só depois o resto do doce.
44 — Usar sandálias Melissinha e Rider originais.
45 — Colecionar cartões telefônicos ou papel de carta.
46 — Ler revistas da Turma da Mônica.
47 — Assistir “Esquadrão Relâmpago Changeman”, “Jaspion”, “Power Rangers” e “Xena, A Princesa Guerreira”.
48 — Assistir o quadro “Banheira do Gugu”, do programa “Domingo Legal”, com a família sem nenhum constrangimento.
49 — Ser bombardeado por anúncios de brinquedos e outros produtos para crianças entre os intervalos de programas infantis.
50 — Ter ou desejar muito um boneco do personagem Baby, da Família Dinossauro.
Fonte: https://t.co/aMkgVAI4CR
Perdi o sono porque sempre que dormia acordava com a sensação de que havia um bicho andando no meu braço. Já liguei lanterna, já fiz de tudo e agora percebi que acordada tô sentindo a mesma coisa. 🤡
Eu AMO filmes de 90 minutos! São filmes que você pode ver em qualquer momento. Numa noite você assiste 2/3 filmes fácil. Hoje eu preparei uma lista com 12 filmes "curtinhos" para você ver nesse fim de semana. Segue o fio...
Eu sempre tive pavor de ser a pessoa que depende das outras, que incomoda, que dá trabalho. Talvez isso venha do fato de eu me sentir sempre um peso pra minha família. Esses dias, dependente até pra ir ao banheiro, vendo no semblante o incomodo que tô causando, só quero me cura.
Nem toda família está com você como você está para ela. Dias difíceis, quando estamos mais vulneráveis, sabemos quem realmente está do nosso lado. Aqui ganham sempre os amigos, a família, na hora do sufoco, está uns três degraus abaixo.
Mds, a demora da @voce_camedsaude pra concluir a autorização de dois procedimentos de intervenção na coluna e joelho é surreal. O atendimento via telefone cai o tempo todo e só melhora depois das 17h, mas os agentes mal conseguem me ajudar a partir desse horário. Triste.