"Se você quer saber como um homem é, veja como ele trata os inferiores, e não os seus iguais." (Sirius Black, no livro Harry Potter e o Cálice de Fogo)
O último jogador brasileiro na essência. O último joga bonito. O último craque geracional. O último a carregar o futebol brasileiro de verdade. O único que não era um produto feito na Europa.
Você não merecia companheiros tão omissos na seleção.
O Brasil é realmente um país curioso.
A gente passa a vida inteira ouvindo que o problema é o empresário ganancioso, o produtor rural explorador e o mercado malvadão.
Aí a Receita Federal divulga o ranking de patrimônio médio por profissão e quem aparece no topo?
-Titular de cartório R$ 3,3mi
-Juízes e desembargadores R$ 2,9mi
-Procuradores e promotores R$ 2,9 mi
-Diplomatas R$ 2,5 mi
Para encontrar um dirigente de empresa é preciso descer no ranking. O produtor rural, que vive sendo tratado como inimigo do país, aparece com metade do patrimônio médio de um titular de cartório.
No Brasil, quem abre empresa, investe o próprio dinheiro, contrata funcionário e corre o risco de quebrar é tratado como privilegiado.
Enquanto isso, algumas das maiores fortunas médias estão justamente em carreiras cercadas de estabilidade, benefícios públicos ou atividades protegidas pelo próprio Estado.
A ironia é maravilhosa.
Ralph Fiennes realizou um teste para A Lista de Schindler tão intenso e perturbador que o diretor Steven Spielberg teria precisado sair da sala para se recompor.
No set, uma sobrevivente do Holocausto chamada Mila Pfefferberg, ao conhecer Ralph Fiennes, começou a tremer de forma incontrolável. Sua atuação foi tão vívida e fiel ao Goeth da vida real que trouxe de volta memórias traumáticas para ela.
A profundidade de ameaça e realismo frio que Fiennes trouxe ao papel deixou uma impressão duradoura em todos os presentes e, no final das contas, lhe rendeu aclamação internacional como um dos vilões mais assombrantes da história do cinema.
Meu Senhor e meu Deus!
“Nem sempre é fácil acreditar. Não foi fácil para Tomé e também não o é para nós. A fé precisa de ser alimentada e sustentada"
#PapaLeãoXIV#EvangelhodeHoje