Depois de 7 anos de ESTADO de EXCEÇÃO no Brasil, cujo marco é a abertura do "inquérito" das Fake News, que na verdade é um Ato Institucional, o @Estadao finalmente resolveu escancarar a ditadura instituída.
Logo o Estadão, que colaborou com os perseguidores, ao criar lista negra de bolsonaristas, prontamente utilizada no inquérito, e que produziu INÚMEROS editoriais apoiando a perseguição, justificada pela "ameaça golpista".
Quem deu o golpe, afinal, Estadão?
Segue o editorial do jornal:
"STF em permanente estado de exceção
O processo no Supremo contra Malafaia é um compêndio das ilegalidades cometidas pelo império da lei do mais forte fabricado pelo tribunal a título de 'salvar a democracia'
O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria. A fala resumia-se a invectivas genéricas contra generais: "frouxos", "covardes", "omissos" – o feijão com arroz da política. Ainda assim, foi suficiente para mover o maquinário penal da Corte. O STF gabaritou um catálogo de agressões – ao devido processo legal, à liberdade de expressão, ao bom senso –, o que faz do caso uma espécie de biópsia do Estado policial instaurado em consórcio com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Malafaia não tem foro privilegiado. Os supostos ofendidos não se incomodaram a ponto de apresentar queixa. Mas a PGR se incomodou. A relatoria foi direto, sem sorteio, para o ministro Alexandre de Moraes, por "conexões" com o inquérito das "fake news". Quais? O que seria um episódio corriqueiro do debate político foi tragado por um circuito penal onde investigação, acusação e julgamento se confundem.
Há evidências abundantes de um padrão. Já na inauguração do inquérito das "fake news", aberto há longínquos sete anos pelo ministro Dias Toffoli, Moraes censurou uma reportagem sobre uma menção ao próprio Toffoli em uma delação premiada. Agora, o ministro Gilmar Mendes solicitou a inclusão do pré-candidato à Presidência Romeu Zema no inquérito por um vídeo com fantoches do próprio Gilmar. Moraes ordenou busca e apreensão contra um blogueiro que noticiou o uso de veículos oficiais por parentes do ministro Flávio Dino. Manifestações políticas ou jornalísticas incômodas aos togados são tratadas como violações a serem reprimidas pelo aparato penal.
O ministro Gilmar Mendes avisou que o inquérito será "necessário" nas eleições. O deputado Gustavo Gayer foi tornado réu pela Primeira Turma por associar o presidente Lula ao nazismo. O próprio Gayer foi chamado de "nazista" pelo deputado José Nelto, mas a denúncia foi rejeitada pela Primeira Turma. Dino associou Jair Bolsonaro ao nazismo e o chamou de "serial killer". O mesmo Dino abriu queixa-crime contra um influencer que o chamou de "gordola".
Moraes abriu um inquérito contra o principal adversário de Lula, Flávio Bolsonaro, por um post que menciona o presidente e acusa o Foro de São Paulo de crimes. Mas quantas vezes Lula, como todos os seus companheiros – incluindo Dino –, acusou Jair Bolsonaro do pior dos crimes: o genocídio? No STF, punitivismo e garantismo são servidos à la carte, ao gosto do freguês.
O procurador-geral, Paulo Gonet, opera como fiel tarefeiro de seu ex-sócio Gilmar Mendes e companhia limitada. Quando se trata de incriminar falas genéricas, ríspidas ou satíricas contra o governo ou os ministros, é solerte e valente. Já para a máfia de Daniel Vorcaro e os negócios nebulosos dos clãs Toffoli e Moraes, faz ouvidos de mercador. Para críticos, meia inferência basta; para os camaradas, nem um contrato de espantosos R$ 129 milhões entre Vorcaro e o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes é indício suficiente.
O caso Malafaia não é um ponto fora da curva. É a curva. Nele se acumulam a expansão de competências, o uso elástico do Direito Penal, a criminalização seletiva da linguagem política, a equiparação de críticas a autoridades a "ataques às instituições", as conexões misteriosas com os inquéritos infinitos, a contradição jurisprudencial e o pas de deux entre STF e PGR.
Nesse jogo de cena, o Supremo investiga, acusa, julga e executa. A Procuradoria chancela. E o consórcio pune – ou blinda – quem bem entende, como bem entende, pelo que bem entende. Ninguém sabe exatamente o que pode dizer, quem pode julgá-lo e segundo quais regras. O cidadão já não responde pelo que faz, mas por quem é e por quem desagrada. A lei, que deveria limitar o poder, é manietada por ele. O nome disso é conhecido – e não é "Estado Democrático de Direito".
"Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime", dizia o comissário Beria ao chefão Stalin. Mudam os atores. A farsa não."
A perfídia é um crime de guerra definido como o uso de engano, traição ou má-fé para matar, ferir ou capturar adversários, sejam eles civis ou militares, fingindo proteção sob o Direito Internacional (como hastear bandeira branca, fingir rendição, oferecer falsa trégua ou falsas garantias de segurança e passagem a civis e refugiados).
É proibida pelas Convenções de Genebra por violar normas de ética e conduta militar.
Esse apoio ao nome do filhote do Valdemar é vergonhoso. O próprio Eduardo sempre verbalizou sua ojeriza ao centrão. Uma turma corrupta por natureza, fisiológica, patrimonialista. O padrinho foi apoiador do PT, do Lula, da Dilma, fizeram esquema em todos os lugares por onde passaram. Foi preso por corrupção e até hoje seu partido ainda tem cargos e estreita ligação com Lula e o PT. A criatura foi criada à imagem e semelhança do seu criador, Valdemar. É seu pupilo, seu protegido, seu preferido. Porque será? Saíram derrotados os pre-candidatos do Jair Bolsonaro, que era o Mello Araújo e o próprio candidato do Eduardo, que era o Mário Frias. Tudo isso a troco de que ? Não importa que tipo de negociação houve, o que importa é que o pupilo do Valdemar é parceiro do PT. Assim como Alcolumbre e Motta, se elegeu na Alesp junto com o PT. É centrão na veia. Nunca foi e jamais será direita. Centrão é o câncer do Brasil. Pior que a esquerda, porque se finge de direita quando convém para poder obter espaço, poder, dinheiro, verbas, cargos, emendas e tantos outros esquemas que saqueiam nosso país há décadas. Por tudo isso, vejo com muita tristeza essa capitulação de um pragmatismo vergonhoso e contraditório com todo o discurso feito até hoje.
A turma que gosta de falar que o Salles foi do governo Alckmin (e DEPOIS ministro do governo Bolsonaro, mas isso esquecem), vai comentar isso aqui ou deixa passar?
Dia vergonhoso para o parlamento hoje. O Conselho de Ética da Câmara acaba de punir os Deputados Marcel Van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon com uma suspensão de 2 meses do mandato, simplesmente por se manifestarem na Mesa Diretora do Plenário da Câmara. O pior de tudo, é isso ter acontecido após uma manobra que cancelou as votações em plenário de hoje, só para punir os Deputados. Juntos, são mais de 400 mil eleitores censurados. Contem comigo para reverter essa decisão absurda na CCJ. Não vamos normalizar parlamentar sendo punido por representar aquilo que milhões de brasileiros defendem e pensam.
E Moraes autorizando a PF do Lula a “investigar” @FlavioBolsonaro por ter associado Lula a Maduro…
Vai ser igual a um monte de inquérito contra JB, no final vão absolver, mas aí o estrago já está feito.
Daniel Silveira avisou
DANIEL SILVEIRA AVISOU
D A N I E L S I L V E I R A A V I S O U
Mas a IMPRENSA IGNOROU e
continuou alimentando o monstro.
Taí o resultado.
Filipe Martins segue sendo torturado pelo estado. Isso nao salva a democracia, isso a queima em praça pública.
Quem nao se revolta, é cúmplice.
Essa página macabra nao irá desaparecer da história pq nós nao vamos permitir.
Vá em paz, Silvio Matos. Que Deus conforte seus amigos, fãs e familiares.
Deixo aqui uma reflexão que Silvio, com toda a sua sensibilidade, nos deixou (gravada em 11 de outubro de 2022).