Se você tivesse lido Marx alguma vez na vida, saberia que a evolução da capacidade produtiva derruba o valor da mercadoria, e o valor é consubstanciado pelo tempo de trabalho do ser humano. Com a evolução tecnológica e a implementação ideológica capitalista, a força de trabalho humana (que é a verdadeira mercadoria vendida pelo trabalhador) perdeu valor para o sistema produtivo capitalista, pois o custo de sua reprodução diminuiu, enquanto a ilusão ideológica do consumismo aumentou a dependência do mercado.
O acúmulo de capital só é propiciado pela escassez de capital das massas. Por isso a China dá certo no mundo capitalista: explorando a dinâmica global do valor, o país utilizou uma gigantesca e disciplinada oferta de força de trabalho para centralizar o processo de acumulação que, embora ocorra também entre entes privados, é rigidamente direcionado e concentrado pelo Estado chinês.
Na lógica capitalista, se todos tivessem acesso à moradia, transporte e alimentação, as pessoas não se sujeitariam a condições de semi-escravidão do mercado de trabalho capitalista. Sem acesso fácil à força de trabalho do ser humano, não seria possível o acúmulo de capital que caracteriza o sistema capitalista, com seus bilionários controlando os meios de produção.
E é ilusão de que as pessoas conseguiam casa e carro com empregos comuns. No contexto brasileiro e do Sul Global, um pedreiro, um trabalhador da construção civil, no século passado, conseguia sua casa ao longo de décadas de trabalho e resultava na construção de bairros desestruturados, como é fácil confirmar em vários documentários, como o "Fim de Semana" (1976), em que a autoconstrução na periferia supria a total insuficiência do salário em cobrir a habitação.
Complementando com o contexto mundial (EUA e Europa Ocidental): essa memória afetiva de que "antigamente era fácil comprar casa e carro" vem do cenário internacional do pós-guerra (1945–1973), conhecido como os Anos de Ouro do Capitalismo. Sob o modelo fordista-keynesiano, a dinâmica de acumulação nesses países centrais exigia que a classe trabalhadora fosse também o mercado consumidor de massa (o operário precisava ter renda para comprar o carro que produzia). A partir dos anos 1970, com a crise desse modelo e a guinada neoliberal, a habitação foi globalmente transformada em um ativo financeiro altamente especulativo. Os preços dos imóveis foram descolados da realidade dos salários médios, universalizando a dificuldade de acesso à moradia, que antes era uma marca mais evidente da nossa periferia.
Saiu o EXCELENTE guia de todos os jogadores da Copa do The Guardian. Um parágrafo bonito sobre a história de cada reservinha de Cabo Verde ou Curaçao. Vale salvar nos favoritos pra dimensão do que vem aí.
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@sk_serge É a sensação que o Spurs jogar com a mesma "fome" que teve vs. OKC, ganha o título.
A questão é se conseguem escalar essa montanha de novo.
Na minha opinião o Jogo 3 em NY é o jogo mais importante dessa final.
Repostando isso aqui sem motivo:
"Um negro tem que se comportar como você gosta para evitar que você seja racista. A responsabilidade do seu crime é da vítima.
Vinicius é mau porque desperta o racista em você, e Alaba é bom porque mantém calmo esse racista, o deixa tranquilo."
Mitch Johnson's 9-man playoff core, averaging exactly 24 years of age, becomes the youngest core group of players on a team headed to the NBA Finals. They are way ahead of schedule.
Harper (20)
Bryant (20)
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Wembanyama (22)
Champagnie (24)
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