"Muita gente querendo ser Lenin e pouca gente querendo ser o cara que entrega a marmita pro cabo do Exército Vermelho"
Um conhecido meu me disse uns 2 anos e já achava acertado, e hoje é o retrato completo dos "marxistas" de hoje
[PDF]
Diário da Guerrilha do Araguaia
Alfa-Omega, 1979
O livro reproduz um documento inédito escrito em 1975 pelos dirigentes das Forças Guerrilheiras do Araguaia, além do “Programa de 27 pontos” da ULDP e o “Regulamento das Forças Guerrilheiras do Araguaia”
link ⬇️
É muita caipirice dizer que só se deve ler os clássicos e que a literatura contemporânea não tem nada que preste.
Me vem sempre à cabeça a imagem do tiozão de camisa do Led Zeppelin.
🧵Segue a thread: LITERATURA CONTEMPORÂNEA QUE PRESTA 🧵
(e tudo com tradução pro português)
Trilogia da Noite Paulistana
• Cidade Oculta (dir. Chico Botelho)
• Anjos da Noite (dir. Wilson Barros)
• A Dama do Cine Shanghai (dir. Guilherme de Almeida Prado)
- Drive Nacional 🇧🇷🎞
@leanzferdinand@GugaNoblat Não é homem com uma arma na mão? Sem a arma então ele é o que? Um monte de bosta, não é! Já sabia. Muito normal! Sai na mão! Se fosse na mão, os malditos colonizadores não teriam escravizados os africanos muito menos invadido o novo mundo. Vem na mão! 😑
Teoria do narrador e pontos de vista
Entender a teoria do narrador é o primeiro passo para conseguir distinguir entre um romance ruim e bom.
Esse é um dos temas que mais tenho interesse pq acho que boa parte do encanto da literatura está nesses recursos técnicos da focalização/ponto de vista.
As sutilezas narrativas, o jogo de sedução entre autor e leitor, dependem inteiramente de como o narrador é utilizado. Ao ler um livro é preciso identificar o modo como a história é mediada: quem vê, como vê e em que medida vê.
E uma das principais obras sobre a teoria do narrador e que contribuiu bastante para o tema dos pontos de vista é esse “A Técnica da Ficção”, do Percy Lubbock.
O autor defende que a transição do autor onisciente para o narrador dramatizado é uma das marcas de progresso do romance pós-Flaubert.
Lubbock descreve como Flaubert usa recursos e técnicas para criar um efeito de dramatizar a mente dos personagens. O narrador escolhe um personagem para ser o receptáculo das impressões e, principalmente através do indireto livre, cria uma multiplicidade de visões.
O Lubbock não menciona o indireto livre (ele explica de outras formas), mas isso é óbvio para qualquer um que leu Flaubert.
De qualquer forma, "Madame Bovary" é muito discutido por Lubbock que, acertadamente, o considera um modelo de técnica e exemplo de uso impecável do narrador. Eu ainda acho que, apesar dos elogios e das análises, não enfatiza o suficiente a importância de Flaubert para a técnica literária moderna. Ele é realmente o paradigma, a história do romance deveria ser lida como antes e depois de Flaubert.
Mesmo com alguns deslizes do Lubbock, esse livro é fundamental pra quem estuda técnica literária. Pesquiso bastante sobre o uso do narrador e o tema da focalização e quase sempre, em qualquer debate sobre esse assunto, volta-se às contribuições de "A Récnica da Ficção".
Andei relendo alguns trechos do PDF, depois vi que estão cobrando uma fortuna na Internet. A minha indignação é esse livro estar fora de catálogo há tanto tempo.
Neon noir are films with stylistic touches added to the traditional noir formula. We present you the 15 best neon-noir movies of all time: https://t.co/Be3QXCJ6yZ