MALU GASPAR | No início da noite de quarta-feira, uma fresta entre uma cortina e um vidro permitiu ao fotógrafo Brenno Carvalho, do GLOBO, registrar uma imagem que ganhou ampla repercussão: a do ministro Alexandre de Moraes sorrindo entre colegas magistrados ao sair de sessão no Supremo Tribunal Federal. A colunista Malu Gaspar[@malugaspar] analisa a foto e sua repercussão.
#JornalOGlobo.
Depois desse dia, nunca mais chamaram ela para nenhuma entrevista.
Ela fez a pergunta proibida e destruiu a narrativa com fatos ao vivo. Uma verdadeira aula sobre como as instituições são usadas contra a própria liberdade.
🚨 BREAKING: Elon just nuked the entire media playbook in under 90 seconds.
Journalist: “You support the far-right!”
Elon: “No. You support the lunatic left.
What was completely normal 10-15 years ago is now called ‘far-right’…
because your side went completely insane.”
Safe cities. Secure borders. Biological reality. Common sense.
None of that is “far-right.”
It’s just not crazy.
The Overton window didn’t shift right.
The left sprinted off a cliff and started calling everyone who didn’t jump “extremists.”
Elon said it out loud.
And the media still can’t cope.
Lunatic left.
He’s 100% right.
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Nesta quarta-feira foi publicado o relatório mais brutal já escrito sobre um dos maiores escândalos da história britânica.
O Rape Gang Inquiry Report revela que mais de 250 mil meninas foram estupradas, na sua maioria por muçulmanos.
O Estado sabia, mas suprimiu os relatórios porque fazer algo seria "racismo" ou "xenofobia".
Ao invés de proteger estas meninas, em alguns destes casos, a polícia Woke britânica as entregou nas mãos dos abusadores.
Leiam a reportagem completa no site:
https://t.co/QHBCvy0IFZ
Está aí o resultado da corrupção moral produzida pela cultura esquerdista que tomou conta de todas as instituições, incluindo a Justiça.
Nenhuma sociedade sobrevive a esse tipo de inversão revolucionária.
A mensagem é clara: mulheres, vocês não precisam ser boas mães e podem cometer qualquer atrocidade que não serão punidas.... afinal, vocês são vítimas.
🚨GRAVE - Comando Vermelho toma dois condomínios no RJ, leva síndicos para o Complexo da Penha e define que cada um doa 800 apartamentos terão que pagar uma taxa de 300 reais para a facção
🚨URGENTE - Zema lança o 7º episódio dos “Intocáveis” ironizando o “Gilmarpalooza”, um dia após ser notificado pela Justiça em processo movido contra ele por Gilmar Mendes
🚨GRAVÍSSIMO! Lula estaria incitando um atentado contra os filhos de Bolsonaro? Ou fazendo uma ameaça de morte velada?
Isso é muito grave! Um presidente da República fazer esse tipo de discurso é inaceitável.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
Você não detesta o Judiciário o suficiente:
Um delegado da Polícia Civil invadiu a casa de uma empresária que tinha se desentendido com enteado dele.
- O caso não era de competência do delegado,
- Não existia flagrante,
- O delegado mobilizou uma equipe de Operações Especiais da Polícia Civil,
- O delegado INVADIU a casa da empresária,
- O delegado AMEAÇOU a empresária,
- o delegado PRENDEU a empresária,
Tudo isso na frente da filha de 4 anos da empresária.
O judiciário ABSOLVEU o delegado do crime de invasão de domícilio.
O judiciário condenou o delegado a 2 anos de SEMIABERTO.
O judiciário MANTEVE O CARGO de delegado.