Não É a Guerra da Europa: É o Início do Fim da Aliança com os EUA.
O Estreito de Ormuz, a artéria vital que bombeia um quinto de todo o petróleo do planeta, está praticamente selado. Em apenas duas semanas, as exportações diárias do Golfo despencaram 60%. Os navios-tanque estão parados como fantasmas no mar. Os preços da energia explodem.
A Alemanha, já em estado de choque industrial, vê sua economia tremer. Rachel Reeves, no Tesouro britânico, assiste em tempo real à sua margem fiscal evaporar. A França soa o alarme da inflação. Esses não são países que podem tratar o Oriente Médio como um debate distante na televisão. Suas indústrias, seus empregos, seu custo de vida dependem daquela faixa estreita de água permanecendo aberta.
E, mesmo assim, a chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, declara com a serenidade de quem lê um script: “Isso não é a guerra da Europa”.
Não foi uma avaliação estratégica. Foi um cálculo doméstico frio, desesperado e revelador.
Porque a ficção de “não é nossa guerra” só se sustenta para um único público: o eleitorado interno que nenhum governo europeu atual ousa desafiar.
A Alemanha abriga mais de cinco milhões de residentes de origem muçulmana. A França mantém a maior comunidade muçulmana da Europa Ocidental. No Reino Unido, deputados e manifestantes passaram semanas marchando rumo a Downing Street com retratos do aiatolá Khamenei assassinado em 28 de fevereiro de 2026.
O cálculo em Londres, Berlim e Bruxelas não envolve direito internacional nem prudência militar. É pura aritmética do medo: quem não pode ser antagonizado e o que essas comunidades farão se sentirem que o governo “escolheu o lado errado”.
“Não é nossa guerra” traduz-se, na linguagem honesta dos bastidores: “Não nas nossas ruas”.
A política externa da Europa Ocidental está sendo escrita pela demografia.
Donald Trump, com aquela franqueza que funciona como um rolo de macarrão , expôs tudo. “A Grã-Bretanha já foi o Rolls-Royce dos aliados”, disse ele. Depois descreveu a ligação com Keir Starmer: o primeiro-ministro britânico respondeu que precisava “consultar sua equipe” antes de decidir enviar varredores de minas para manter aberta uma rota que sustenta a própria economia do Reino Unido. Varredores de minas. Não tropas. Não bombardeiros. Apenas ferramentas para limpar um caminho que paga salários britânicos.
Trump respondeu com sua "sutileza" habitual: “Você não precisa consultar sua equipe. Você é o primeiro-ministro. Pode decidir sozinho”.
Essa troca resume o estado da liderança europeia melhor do que mil análises.
O mesmo padrão aparece na declaração humanitária conjunta do Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Itália sobre as operações israelenses contra o Hezbollah no Líbano. O texto clama por “desescalada imediata”, descreve a situação como “profundamente alarmante” e exige que se evite “ofensiva terrestre significativa”. Nem uma única palavra sobre o Hezbollah, o proxy iraniano que passou décadas construindo túneis, lançando foguetes e armando-se com dinheiro e mísseis de Teerã para destruir Israel. O humanitarismo é seletivo. E a seleção obedece à mesma lógica demográfica de sempre, com pitadas do velho antissemitismo.
Este é o padrão que define toda a resposta europeia à crise: não princípio, não estratégia, não lei. São governos de esquerda que passaram 25 anos construindo coalizões eleitorais que hoje os algemam aos próprios interesses nacionais. Não podem mandar navios porque temem quem mora em suas cidades. Não podem apoiar Israel porque temem quem vota em seus distritos. Não podem chamar o Hezbollah de agressor porque temem quem marcha em suas praças.
This is an incredibly important national election. The consequences of a victory for freedom and democracy are immense for the people of Brazil (as it will be for the people of Venezuela when they can fairly vote). This is vital not only for the entire southern hemisphere but for the world.
Think;
1. A vote for freedom is a vote against communism
2. A vote against communism is a vote against globalism
3. A vote against globalism is a vote for all the freedom loving people on the planet.
Carta Aberta ao Presidente Donald J. Trump
Presidente dos Estados Unidos da América
Excelentíssimo Senhor Presidente Donald J. Trump,
Dirijo-me a Vossa Excelência com o mais profundo respeito, em nome de milhões de brasileiros que ainda acreditam na liberdade, na verdade e na soberania dos povos.
Sou Allan dos Santos, analista político da Revista Timeline, e escrevo-lhe esta carta aberta em solidariedade e esperança.
Senhor Presidente, assim como o senhor enfrentou uma batalha injusta contra aqueles que negavam a fraude eleitoral de 2020 e buscaram destruir o movimento Make America Great Again, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro vive hoje no Brasil uma perseguição política e judicial de natureza semelhante — talvez ainda mais brutal.
Após uma eleição marcada por irregularidades, Bolsonaro vem sendo atacado por um sistema que deseja arrancar dele o poder simbólico e político que conquistou junto ao povo. Pseudoapoiadores, que nada seriam sem ele, hoje vivem de explorar o espólio do movimento que ele construiu, negando sua importância e alimentando calúnias para se manter próximos ao poder.
O senhor, mais do que ninguém, compreende essa realidade. Sua vitória em 2024 foi fruto da perseverança e da fé de milhões que entenderam sua mensagem — uma mensagem que em 2020 foi abafada pela manipulação e pela censura. O mesmo ocorre hoje no Brasil.
Não escrevo para tratar apenas do sistema eleitoral brasileiro, mas para fazer um apelo urgente e direto:
Presidente Trump, ouça Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) — e somente Eduardo Bolsonaro — quando o assunto for o destino das vítimas do ministro Alexandre de Moraes e da ditadura judicial que domina o Brasil.
O senhor já tem dialogado com Eduardo Bolsonaro, e sei que compreende o que está em jogo. Mas é vital que nenhuma outra voz, por mais próxima que pareça, interfira nesse canal de confiança. Somente Eduardo conhece a dor real de seu pai, o sofrimento psicológico e moral que ele vive como preso político, condenado sem crime, sem foro competente e sem o devido processo legal.
Querem lançar Jair Messias Bolsonaro a uma prisão comum, junto a membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) — o maior grupo criminoso do país. Trata-se de uma tentativa clara de intimidação, de destruição pessoal e simbólica. O mesmo tipo de tática usada contra o senhor: destruir um líder para aterrorizar um povo.
Mas o Brasil não é inimigo dos Estados Unidos. Pelo contrário — o povo brasileiro vê em sua liderança a esperança de um mundo livre da tirania globalista, que hoje se expressa no controle ideológico, na censura digital e nas alianças espúrias entre governos corruptos e o Partido Comunista Chinês.
Vivemos sob a influência direta de uma rede que une narcotráfico, terrorismo e socialismo revolucionário: o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro. Essa organização criminosa sustenta regimes autoritários em toda a América Latina e tenta agora sufocar o último bastião conservador do continente.
Por isso, recorremos ao senhor — não como “xerife do mundo”, mas como guardião da liberdade ocidental. Pedimos apenas que os Estados Unidos olhem para o Brasil com benevolência e senso de justiça, ajudando-nos a resistir a esse avanço do totalitarismo.
Com a ajuda da nação mais livre e poderosa da Terra, poderemos libertar Jair Messias Bolsonaro, restaurar o Estado de Direito e reerguer a bandeira verde e amarela como símbolo de fé, ordem e liberdade.
O povo brasileiro jamais esquecerá o apoio dos Estados Unidos — e especialmente de Vossa Excelência — nessa luta por nossa sobrevivência espiritual e política.
Deus abençoe os Estados Unidos da América.
Deus abençoe o Brasil.
Deus abençoe Donald J. Trump.
Com respeito e gratidão,
Allan dos Santos
Analista Político – Revista Timeline
Estados Unidos da América
Merece ser ouvida a resposta completa do Brigadeiro Amaral que, ao se deparar com os manjados jargões marxistas que evocam a misoginia, o patriarcado e demais expressões feministas, não retrocedeu. 🫡
Quando o presidente do Brasil, Lula @LulaOficial, desrespeitou a memória do Holocausto durante meu mandato como Ministro das Relações Exteriores, declarei-o persona non grata em Israel até que pedisse desculpas.
Agora ele revelou sua verdadeira face como antissemita declarado e apoiador do Hamas ao retirar o Brasil da IHRA – o organismo internacional criado para combater o antissemitismo e o ódio contra Israel – colocando o país ao lado de regimes como o Irã, que nega abertamente o Holocausto e ameaça destruir o Estado de Israel.
Como Ministro da Defesa de Israel, afirmo: saberemos nos defender contra o eixo do mal do islamismo radical, mesmo sem a ajuda de Lula e seus aliados.
Vergonha para o maravilhoso povo brasileiro e para os muitos amigos de Israel no Brasil que este seja o seu presidente. Dias melhores ainda virão para a relação entre nossos países. 🇮🇱🇧🇷
O documentário “The Fake Judge”, de Sergio Tavares (@canalsergio2), teve uma estreia retumbante em Lisboa.
Para o documentário ser liberado gratuitamente no Brasil, o canal do Sérgio no YouTube precisa alcançar 3 milhões de inscritos.
Segue o link! https://t.co/mh1J1QaStd
The separation of powers among different branches of government is the greatest guarantor of liberty ever devised by the human mind. No single branch, or person, can amass too much power if checked by the others. But a formal separation of powers means nothing if one branch has the means to intimidate the others into surrendering their constitutional prerogatives. What is happening now in Brazil 🇧🇷underscores this point: a single Justice of the Supreme Court has usurped dictatorial power by threatening leaders of the other branches, or their families, with arrest, imprisonment, or other penalties. This person has destroyed Brazil’s historically close relationship with the U.S. by, among other things, attempting to apply Brazilian law extraterritorially to silence individuals and companies on U.S. soil. And the situation is unprecedented and anomalous precisely because that person wears a judicial robe: whereas we can always negotiate with leaders of a country’s executive or legislative branches, there is no way to negotiate with a judge, who must maintain the pretense that all his actions are dictated by law. So we find ourselves in a dead end where the usurper cloaks himself in the rule of law and the other branches insist that they are powerless to act. If anyone can think of a precedent in human history where a single unelected judge has seized control of his nation’s fate, please advise. We want to return to our historic friendship with the great nation of Brazil!
A grande mídia continua a fingir que não viu as revelações escandalosas referentes a equipes comandadas por Alexandre de Moraes classificarem brasileiros em cadastro positivo ou negativo com base em posições políticas. Alo @Estadao@folha@OGlobo_Rio@tvglobo
https://t.co/lo7wjWKO0L
Mike Benz chamou de "marionetes americanas" as 24 agências brasileiras que formaram o Projeto Comprova e atuaram para censurar brasileiros.
Ele disse que "isso vem do Departamento de Estado Americano, da USAID, da ponta visível da CIA." Entre as chamadas "marionetes americanas", citou a Agência Lupa, a Aos Fatos e a ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo).