Bom… esta derrota de Lula para o filho de Jair Bolsonaro no 1º turno joga luz sobre problemas que cercam o atual presidente há décadas. Sem exagero.
Para começar, a péssima comunicação. O campo progressista perdeu-se na autossuficiência. Enquanto a direita assimilava a linguagem do TikTok e surfava nas redes, a campanha da esquerda seguiu apostando na cirandinha de chamar artistas milionários (gente até com problema na Justiça que, se não fosse da patota, estaria cancelada) para fazer clipe bonitinho. Artificio que era tendência lá em 1985.
Depois, mais presunção. Houve tempo de sobra para construir outra liderança, mas todas as possibilidades foram sufocadas. Dino foi empurrado pro STF, Haddad deslocado para segurar as buchas, Boulos ficou em banho-maria e as mulheres… bem… que mulheres? Os machistas elegeram mais senadoras que os feministas. Curioso, não?
Ah! E isso tudo tapando o sol da rejeição ao lulopetismo com uma peneira. A síndrome do protagonista parece ser mais contagiosa que a tal vontade de lutar pela democracia.
Aí, tome desconexão com a realidade! Desta vez, com o trabalho informal. Muita lacração e poucas ideias para motoristas de aplicativo, pequenos empresários, autônomos, influenciadores e motoboys. Prova disso foi a maneira atabalhoada com a qual jogou no ventilador a MP das BETs. Poderia dialogar, planejar, estipular um prazo ou ir em cima só de cassinos, mas preferiu tratorar e subestimar outra paixão do brasileiro: o futebol. Incomodou você? Bem… você e a torcida do Flamengo. Flamengo, Corinthians, Santos, Vasco e outros… literalmente. Bastava ler a repercussão aqui para ter a medida.
Na real, dá para resumir tudo aí em cima em uma palavra: vaidade.
Enfim… dá tempo de consertar? Algumas coisas? Sim. A eleição tá perdida? Não. Dá para virar. São dois turnos e só acaba quando termina. E mais: este pleito tá provando que o improvável tá bem distante do impossível. E todas… absolutamente todas as pesquisas erraram. Cravar o que vai acontecer não é um exercício fácil.
Resta saber se, em três semanas, a imprensa, a opinião pública, políticos, instituições e o eleitor brasileiro estão mesmo a fim de um país que, segundo notícias e rumores, poderia acabar com o Pix, soltar Vorcaro, liberar o Tigrinho, empoderar Igrejas Evangélicas, manter a escala 6 por 1, queimar mais florestas, privatizar praia, dominar o STF, virar quintal de Trump etc.
Quem viver verá.
1. Teu Semblante
2. Evaporar
3. Stonehenge
4. Passado
5. Eu Sei
6. O Resto é Nada Mais
7. Áxis Mundi
8. Quando eu Caí
9. Agora Deixa
10. Era pra Sempre
11. Carta de Adeus
O que o Cuello tem de vigor físico ele tem de burrice! Como decide mal as jogadas! Esse tipo de lance ocorre quase todo jogo e ele sempre toma a decisão errada
Contundência, tomada de decisão, o que faltou nesse lance?
Posso tá pegando no pé dele? Sim
Posso tá sendo chato com ele? Sim
Mas acho isso normal pra um jogador do Galo? Não
O melhor que ele pode fazer é esquecer o Galo e só lembrar quando aposentar. A cada nova entrevista ele não perde a oportunidade de falar merda e arranhar a imagem que ele construiu.
A verdade é que a única torcida que ainda aceitava seu futebol aos 40 anos de idade, era a nossa
MAIS 4 ANOS DO CAFU DANDO PALESTRA, MAIS 4 ANOS DO VAMPETA CONTANDO A RESENHA DO ROMÁRIO NAS ELIMATORIAS, MAIS 4 ANOS DO DENILSON CONTRA OS TURCOS, MAIS 4 ANOS DO EDILSON CAPETINHA FALANDO QUE JOGOU MAIS QUE O MESSI EM PODCAST
A entrada de um jogador claramente com limitações físicas e com baixa intensidade, minou o jogo do Brasil no seu melhor momento do jogo. Erro grotesco!
Halaand que ficou o jogo todo sem espaço, com essa mexida, ele teve o espaço que precisava para fazer a diferença.
O minuto 67’ foi decisivo para o desenrolar do jogo. Ao sacar o Rayan e colocar o Neymar o Ancellotti desequilibra o time no seu melhor momento do jogo. Brasil perde intensidade e não consegue mais contra atacar. Noruega fica com todo espaço do mundo para trocar passes.