@CSLupinacci Ficar vendido em USDBRL vai ser dolorido:
- Sazonalidade 2 pró-dolar.
- Fed de má vontade em cortar juros pra não validar a tese do Trump.
- Lula e Trump sem incentivos pra moderar na política.
Ah, mas e o carrego... bom, é aquilo, entrega em 1 dia o que ganhou em 6 meses
@TonyVolpon Isso ai. Além disso, como o Brzezinski notou, a tarefa da geopolítica americana é não deixar se formar uma aliança entre China e Rússia. O que Biden gez? Entregou a Russia de bandeija à China. Não sei se Trump raciocina nesse nível, mas é algo que venho pensando ultimamente
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como o Taleb diz, via negativa é uma forma boa de pensar o mundo. Mas, neste cenário, seremos capazes de dizer até o que vai terminar mal?
Não sei, vários pensamentos interessantes neste gráfico...
Gráfico interessante do Gordon Long no Thoughtful Money deste fim de semana. Neil Howe nos disse que estamos no 4th Turning.
Mas, e se estivermos no fim de ciclos sociais mais longos (e profundos)?
Nossos sistemas (econômicos, políticos...) suportam tamanha volatilidade?
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Bizarro, como Powell opera o mercado nos dias de FOMC....
Comunicado da decisão vem hawk, com alteração no trecho sobre progresso da inflação.
Na coletiva, Powell pomba lote, falando até em os juros estarem "significativamente" acima do neutro.
Yesterday, I spoke with the CMA Team about the Copom decision.
Despite the worsened inflation scenario and the further deanchoring of IPCA expectations, we expect a hike the Selic of 100 bps, with guidance of another 100 bps in March. We do not expect any commitment about May.
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O livro é de 2018, então, pode ser que as categorias tenham alguma mudança marginal, mas não deixa de ser interessante (e triste, na real), que nossa cias sejam Argentina e Bolívia.
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Enfim, temas que tomariam horas de debate. O curioso é, que no fim , os países são divididos em grupos:
- Países que aprenderam (Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai)
- Não aprenderam (Argentina, Brasil e Bolívia)...
- Que degeneraram (Venezuela)
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Mais do que isso, vários capítulos mostram que só acompanhar as contas fiscais não é suficiente para ter uma real noção da situação fiscal, pois vários desequilíbrios decorrem do uso de políticas parafiscais ou de despesas fora do orçamento
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Todo país tem sua particularidade, mas a conclusão geral do livro é que todo episódio de inflação elevada temum sintoma comum: um desequilíbrio fiscal significativo e uma restrição de financiamento que leva o governo a monetizar a dívida
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