📌NÃO É CENSURA: POR QUE KASSIO NUNES SUSPENDEU A PESQUISA DA ATLASINTEL
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, suspendeu uma pesquisa da AtlasIntel e imediatamente surgiram acusações de censura.
Mas será que essa é realmente a história?
Neste vídeo, eu mostro o que poucos estão explicando: o questionamento do TSE não recaiu sobre o resultado da pesquisa, mas sobre sua metodologia.
Afinal, até que ponto uma pesquisa mede a opinião do eleitor e até que ponto ela pode influenciá-la?
A decisão reabriu uma discussão que acompanha o Brasil desde as eleições de 2022, passando por temas como liberdade de expressão, propaganda eleitoral, remoção de conteúdos, direitos de resposta, o caso do Radiolão e a confiança pública nas instituições eleitorais.
Também analiso os argumentos apresentados pela campanha de Flávio Bolsonaro, o papel do áudio envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, a fundamentação utilizada por Kassio Nunes Marques e as diferenças entre a condução do TSE em 2022 e em 2026.
O que está em jogo vai muito além da AtlasIntel. A discussão é sobre transparência, neutralidade, metodologia e a confiança que sustenta qualquer democracia.
Assista até o final e tire suas próprias conclusões.
Vamos sentar o dedo. O vídeo retirado é esse aqui. Esse foi o vídeo que o Alexandre de Moraes mandou apagar da página do Bolsonaro. Vamos todos postar nas redes sociais. Quero ver ele mandar apagar de milhares de pessoas. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Precisa falar mais claro???
O PT TEM UMA ESPECIALIDADE: NEGAR A REALIDADE!
Roberto Motta jantou a narrativa da esquerda ao vivo. O PIX foi lançado, aprovado e entregue no governo Bolsonaro. Se o Capitão quisesse, teria engavetado para proteger os bancos. Mas ele entregou pro povo, sem taxa!
Agora, os mestres da ilusão tentam roubar a autoria porque não têm vitórias próprias para mostrar. Fatos não ligam para os sentimentos da esquerda. O PIX é do governo Bolsonaro e ponto final. 🇧🇷💥
GOD BLESS YOU SIR 🫵🏻🫡
My respect 96 years .
🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸🇺🇸
AMERICAN MADE .
The GOAT !!
Clint Eastwood Said Something About Getting Old That Stopped Me Cold.
Aging is not gentle.
You are still here. Still present. Still watching the world move. But the body that carried you through everything - the wars, the work, the wildness of youth - begins to ask for more than you can give it. Joints that never complained now speak up in the morning. Eyes that once took in everything now flinch at the light. Breathing, which never required a single thought, starts needing little pauses.
But none of that is the hardest part.
The hardest part is the quiet.
At a certain age, you reach for the phone and remember there is no one left to call.
The people who knew you when you were young - who remembered the same summers, the same streets, the same faces
- are gone. One by one, then all at once, until the memories you carry have no one left to share them with.
So you tell the stories anyway.
To whoever will listen. With a little more color than perhaps the truth deserves. With a touch of pride you've earned and a grief you don't always name. You know the person across from you wasn't there. You know they can't quite feel it the way you do.
But you tell them. Because the telling is the holding on.
Those stories are not just memories. They are the proof that a life was lived. That people were loved. That things mattered.
And if no one asks for them - you offer them anyway, quietly, like setting something down on a table and hoping someone picks it up.
Old age is not simply what happens to a face or a body.
It is memory looking for a place to rest.
And what an older person needs - more than advice, more than solutions, more than someone telling them how to feel - is simply someone willing to sit down, be still, and listen.
Not to fix anything.
Just to be there.
That is the whole gift. And it costs nothing.
~Wild Whispers .
No programa de hoje, o @kimpaim trouxe uma matéria da Daniela Lima, uma das jornalistas mais lulistas que temos no Brasil, e mostrou como ela acabou entregando Lula de bandeja.
A própria reportagem comprova que a condução do governo em relação ao tarifaço é deliberada. Lula já sabia desde a semana passada o que estava acontecendo, sabia do que estava vindo e deixou o Planalto transformar o risco para o Brasil em operação política contra Flávio.
Toda essa questão tem uma ordem só: colocar nos Bolsonaro a conta de uma crise conduzida pelo próprio governo. O país entra na linha de tiro, o Itamaraty faz política de palanque e Lula tenta usar o prejuízo nacional como munição eleitoral.
Kim dispara: “Sabia do que estava vindo e deu ordem para a turma radicalizar, jogar o Brasil no buraco e tentar colocar o desgaste no colo do Flávio. É esse o Itamaraty brasileiro, é esse o presidente do Brasil, é esse o culpado. O plano é destruir o Brasil para ter ganho eleitoral. Parabéns, Daniela Lima. Entregou Lula.”
Nobody asked them to do it. Nobody trained them for it. They were just two teenage boys — the kind you pass on the sidewalk and barely notice — leaning on their bikes in the summer heat when they saw something no child should ever have to experience.
A man walked away with 5-year-old Jocelyn Rojas. She was supposed to be playing outside. She was supposed to be safe.
And in that single, awful second — while most of us would have been paralyzed, reaching for a phone, waiting for someone with a uniform and a badge to show up — these two boys made a choice.
They got on their bikes and they went after him.
No hesitation. No waiting for permission. No "someone else will handle it." Just two pairs of legs pumping hard through the streets of Lancaster, eyes locked on a stranger who had a little girl that wasn't his.
They tracked him. They stayed close. They didn't let him disappear into the afternoon like something that was never going to be found.
And then they confronted him.
Two teenagers. On bikes. Against a grown man who had already done the unthinkable. They forced him to stop.
He let Jocelyn go.
"The entire thing lasted only minutes." — Lancaster Police
Minutes. Because two boys closed the distance fast enough to interrupt it. Because they were raised — by someone, somehow — to believe that other people's emergencies are your business too.
When reporters asked one of them afterward why they did it, he gave the most deflating, most beautiful, most teenage answer imaginable.
He shrugged.
"I just felt like it was the right thing to do."
No speech. No GoFundMe. No press conference. Just a kid who saw a little girl in danger and couldn't make himself look away.
Jocelyn went home. She was reunited with her family. She got to grow up.
Because of two boys on bikes who hadn't been asked, hadn't been trained, hadn't been paid — and did it anyway.
في عام 1965، اختُطفت فتاة تبلغ من العمر 17 عامًا في صقلية، واعتُدي عليها، واحتُجزت لأكثر من أسبوع.
ثم عرض عليها المجرم صفقة:
أن تتزوجه، ويُغفر له كل شيء.
في ذلك الوقت، كان القانون الإيطالي يسمح للمغتصبين بالإفلات من العقاب إذا تزوجوا ضحاياهم.
كان يُطلق على هذا "الزواج التعويضي".
كان المنطق مروعًا:
كانت "شرف" المرأة أهم من موافقتها.
إذا تزوجت الرجل الذي اعتدى عليها، فمن المفترض أن تُستعاد سمعتها، ويُطلق سراح المغتصب.
لم يكن أمام معظم النساء خيار حقيقي.
مارست عليهن عائلاتهن ضغوطًا.
وتوقعت المجتمعات منهن الطاعة. وشجع القانون نفسه على الصمت.
لكن فرانكا فيولا رفضت.
في سن السابعة عشرة، وبعد صدمة نفسية وعار علني، رفضت الزواج من الرجل الذي اعتدى عليها.
هذه الكلمة وحدها غيرت إيطاليا إلى الأبد.
أثار قرارها غضبًا عارمًا في بلدتها.
انقلب الجيران على عائلتها.
وأُحرقت كروم العنب وبساتين الزيتون انتقامًا.
لكن والد فرانكا وقف إلى جانبها ودعم قرارها برفع دعوى قضائية.
في عام 1966، أدلت فرانكا بشهادتها علنًا ضد المعتدي في المحكمة.
في وقتٍ كان يُتوقع فيه من معظم الضحايا التزام الصمت إلى الأبد، تحدثت بصراحة أمام البلاد بأسرها.
تابعت إيطاليا الأمر بصدمة.
أُدين المعتدي، فيليبو ميلوديا، وحُكم عليه بالسجن.
لأول مرة في التاريخ الإيطالي، رفضت امرأة علنًا "الزواج التعويضي" وانتصرت.
أصبحت القضية خبرًا عالميًا.
لكن القانون نفسه ظل قائمًا.
لمدة 15 عامًا أخرى، كان بإمكان المغتصبين في إيطاليا، من الناحية النظرية، الإفلات من العقاب بالزواج من ضحاياهم.
ثم أخيرًا، في عام 1981، ألغت إيطاليا القانون تمامًا.
وأشار العديد من الناشطين إلى قضية فرانكا فيولا باعتبارها اللحظة التي بدأت فيها البلاد بمواجهة قسوة ذلك القانون.
بعد سنوات، تزوجت فرانكا من صديق طفولتها الذي ساندها في قضيتها لأنها كانت تستحق الحب والكرامة وحياةً تختارها بنفسها ."
SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA
O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro.
Mas os documentos oficiais contam outra história.
Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China.
Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano.
O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Mas essa história vai muito além de tarifas.
O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China.
Afinal, o que realmente está acontecendo?
Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil.
📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários.
Is Brazil losing its freedom? Brazilian Senator @FlavioBolsonaro explains why the country's political crisis should concern everyone in the West.
00:00 - Could Flávio Bolsonaro Be Brazil's Next President?
02:00 - The Legacy of Jair Bolsonaro
07:00 - Why Is Bolsonaro in Prison?
13:00 - Brazil's January 8th vs America's January 6th
17:00 - Energy, Natural Resources, and China's Interest in Brazil
22:00 - Election Integrity and Electronic Voting Machines
24:00 - Elon Musk, X, and Free Speech in Brazil
28:00 - Crime, Cartels, and the Bukele Model
32:00 - BRICS, Iran, and Brazil's Foreign Policy
34:00 - Israel, the Abraham Accords, and the Isaac Accords
36:00 - Trump, Tariffs, and the U.S.-Brazil Relationship
41:00 - What Happens If the Election Is Stolen?
49:00 - Faith, Family, and the Future of Brazil
52:00 - The Spiritual Battle for the West
Bom Dia 🙏🏼💕
Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela.
Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram.
Mateus 7:13-14
Este é o video mais satisfatório que você verá hoje!
Zé Dirceu descrevendo o fracasso do governo Lula.
Por gentileza, pode ajudar a fazer este video alcançar mais pessoas? 🤭🤣
Dito isso, é @FlavioBolsonaro Presidente!
Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.
João 3,16-18
MAIOR ESTUDO HUMANO COM IVERMECTINA E MEBENDAZOL CONTRA O CÂNCER AGORA É REVISADO POR PARES E PUBLICADO EM UMA REVISTA INTERNACIONAL DE ONCOLOGIA
Durante anos, qualquer discussão sobre o potencial da ivermectina e do mebendazol em oncologia foi tratada por muitos como heresia científica. Agora surge um dado impossível de ignorar: o maior estudo observacional humano já realizado com a combinação dos dois medicamentos acaba de ser revisado por pares e publicado na revista Anticancer Research, uma publicação internacional dedicada à pesquisa e ao tratamento do câncer.
O estudo, intitulado “Real-World Clinical Outcomes of Ivermectin and Mebendazole in Cancer Patients: Results from a Prospective Observational Cohort”, acompanhou 197 pacientes oncológicos de diferentes perfis. Todos receberam uma formulação composta contendo 25 mg de ivermectina e 250 mg de mebendazol, prescrita por meio de uma plataforma de telemedicina nos Estados Unidos. Os participantes foram monitorados por aproximadamente seis meses através de avaliações padronizadas sobre evolução da doença, adesão ao tratamento e tolerabilidade.
Os resultados chamam atenção.
Após cerca de seis meses de acompanhamento, a Taxa de Benefício Clínico alcançou 84,4%.
Em outras palavras, mais de quatro em cada cinco pacientes relataram uma das seguintes situações:
32,8% apresentaram ausência de evidência atual da doença.
15,6% relataram regressão tumoral.
36,1% relataram estabilização do câncer.
A progressão da doença foi observada em 15,6% dos casos.
Os números se tornam ainda mais relevantes quando observamos a adesão ao protocolo. Nada menos que 86,9% dos participantes completaram a prescrição inicial, enquanto 66,4% continuavam utilizando a terapia seis meses depois. Em um cenário onde muitos tratamentos oncológicos enfrentam elevadas taxas de abandono devido à toxicidade, esse dado não pode ser simplesmente descartado.
Os eventos adversos também foram considerados predominantemente leves e administráveis. Cerca de 25,4% dos pacientes relataram efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais. Entre aqueles que apresentaram algum desconforto, 93,6% permaneceram no tratamento após pequenos ajustes de dosagem.
O estudo foi desenvolvido através de uma colaboração envolvendo a The Wellness Company, a McCullough Foundation e especialistas ligados ao Painel Presidencial de Câncer dos Estados Unidos. O objetivo foi avaliar, em condições reais de uso, o potencial de medicamentos antiparasitários reposicionados para o tratamento do câncer, uma estratégia que desperta crescente interesse por utilizar substâncias conhecidas, de baixo custo e amplamente disponíveis.
É importante compreender o que esses resultados significam.
O estudo não encerra o debate científico. Ele não representa a palavra final sobre o assunto. Mas também não pode ser tratado como algo irrelevante. Quando uma pesquisa envolvendo centenas de pacientes aponta uma taxa de benefício clínico de 84,4%, a resposta da ciência não deveria ser o silêncio, mas sim mais investigação.
Os próprios autores defendem o próximo passo lógico: ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos e controlados por placebo para confirmar ou refutar definitivamente os achados observados.
A verdadeira pergunta não é por que o estudo foi publicado.
A verdadeira pergunta é por que resultados desse porte não despertam uma corrida imediata por novas pesquisas.
Se os números estiverem corretos, estamos diante de uma das linhas de investigação mais promissoras da oncologia moderna.
Se estiverem errados, a ciência tem todas as ferramentas para demonstrar isso.
Mas ignorá-los deixou de ser uma opção.