Lembrando q a campeã do BBB26 cometeu crime de abuso psicológico em rede nacional por 100 dias e tá sendo aclamada pelos progressistas ultra virtuosos mas um dia a conta vai chegar pra essa gente
@GilDoVigor A branca que nunca trabalhou na vida, sempre foi privilegiada, nunca soube o que é sair de casa para ter o que comer. Isso lá me representa! Ana paula é uma fraude, hipócrita! Desmereceu as mulheres no BBB, as usou para seu próprio benefício e depois abandonou. Nunca será exempl.
Ana Paula performando intelectualidade sobre feminismo, eqnto apenas repete o básico q viu em 2016 no Quebrando o Tabu, sem ter vivência e muito menos profundidade, quando poderia ter estudado de fato sobre o tema, já que gosta de se intitular ativista, me fez lembrar deste video
me pega muito o prince ter negado o feat por causa da primeira frase da musica ser “sua bunda é minha”, o primeiro la ele da história https://t.co/pw6oiGLzgM
Muita gente me pergunta como é possível ser de esquerda e não gostar da Ana Paula. E a minha resposta é simples: é justamente por eu ser de esquerda que eu não gosto do que ela representa. Não se trata de uma questão pessoal, mas política.
Vejo nela uma espécie de cavalo de Troia. O conjunto de comportamentos seletivos, contradições, falas problemáticas e o tipo de cancelamento que ela mobiliza tende a ser instrumentalizado no futuro para reforçar uma imagem de hipocrisia da esquerda. Isso não fica restrito ao campo simbólico do programa, tem impacto político mais amplo.
Por isso, não acho adequado colocá-la como referência ou porta-voz. Inclusive, considero que quanto menos ela for projetada como ativista, melhor para o próprio campo progressista. O dano político tende a ser maior quando ela se apresenta como representante da esquerda do que se simplesmente seguisse sua vida fora desse lugar.
Para efeito de comparação, acredito que até figuras muito piores como a Paula Sperling do BBB19, geraram menos impacto negativo no Brasil, justamente porque não reivindicavam esse papel político.
O que me preocupa ainda mais é ver organizações historicamente vinculadas à classe trabalhadora, como o PT e a CUT, tratando essa figura como se fosse uma espécie de símbolo. Isso me parece um erro estratégico grave. Ainda mais quando se trata de alguém cuja trajetória não está ligada à classe trabalhadora, mas a um contexto de privilégio, inclusive com vínculo familiar a estruturas políticas da época da ditadura.
Isso, no longo prazo, pode se transformar em um tiro no pé para a própria esquerda