Este espaço tem como objetivo defender o direito a vida, entendemos que este direito só é alcançado com acesso a saúde e educação através de ações equitativas.
Eu sempre me recusei a receber esse Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Minha equipe técnica já acompanhava o caso e me alertou sobre os riscos.
Por isso, mantive distância, tomei as medidas necessárias para que o caso fosse esclarecido e defendo transparência total nas investigações do Master. O Brasil não pode chegar às urnas sem saber o que cada um fez.
Vote 13. Haddad governador.
A poucas semanas das eleições, as manobras judiciais no STF deixaram de ser mera divergência jurídica para se tornarem peças ostensivas de campanha, analisa o colunista João Filho.
“Está claro que Mendonça atua no STF com uma agenda eleitoral debaixo do braço. O juiz que decide o que o eleitor pode ou não saber antes de votar não está exercendo a magistratura. Está fazendo campanha”.
Leia a coluna completa de @JornalismoWando na nova edição da newsletter Caos & Paixão: https://t.co/bhh4m1Hzsq
O País acaba de tomar conhecimento de que Flávio Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PL, é oficialmente investigado pela Polícia Federal (PF) por sua associação com o banqueiro Daniel Vorcaro para o suposto financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, apura se Flávio cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Como se sabe, Flávio pediu de viva voz R$ 134 milhões a Vorcaro, tendo recebido mais de R$ 60 milhões, segundo a PF. O candidato, inclusive, esteve pessoalmente com o banqueiro vigarista no curto interstício em que ele esteve livre, condicionado ao uso de tornozeleira eletrônica, entre uma prisão e outra.
É gravíssimo o fato de um candidato favorito, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, concorrer à Presidência da República na condição de investigado – e sob tão sérias suspeitas. Isso só reforça que Flávio Bolsonaro não reúne condições morais nem sequer para disputar cargos eletivos, quanto mais para ser chefe de Estado e de governo.
Ao que tudo indica, o financiamento do tal filme pode ter sido apenas um meio de obtenção de dinheiro sujo da rede de operações de Vorcaro para bancar uma série de gastos de figuras de proa do bolsonarismo – desde a produção do filme propriamente dita até o sustento da vida de playboy que o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, leva nos Estados Unidos. Um fundo de investimentos no Texas, cujo titular é um advogado amigo de Eduardo, recebeu dinheiro de sócios de Vorcaro para, supostamente, cobrir despesas da produção de Dark Horse, uma transação inusual no setor audiovisual. Ademais, há suspeita, ainda a ser investigada, de que parte dos milhões recebidos por Flávio de Vorcaro possa ter sido usada no financiamento de sua própria campanha eleitoral, o que caracterizaria “caixa dois”.
Louve-se aqui a iniciativa do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de pedir a Mendonça, relator do caso Master na Corte, que levantasse o sigilo das investigações, pedido este atendido, ainda que parcialmente. Por mais graves que sejam as informações que ora vêm a público, é incerto se elas prejudicarão a candidatura presidencial de Flávio. Mas isso pouco importa. O eleitor tem o direito de ir às urnas sabendo exatamente de tudo o que pesa contra quem pretende governá-lo. A decisão de voto diz respeito apenas à sua consciência.
Diante dessa mixórdia entre interesse público e interesses privados, Flávio não só segue devendo explicações convincentes ao País, como chega a ser cínico ao insistir que tudo não teria passado de uma relação “privada”, envolvendo dinheiro “privado”. É uma dupla mentira. Em primeiro lugar, porque há fundadas suspeitas de que recursos de emendas ao Orçamento da União do deputado federal Mario Frias (PL-SP) tenham sido direcionados para o orçamento de Dark Horse, como revelou a Operação Make Up, deflagrada pela PF há poucos dias. Em segundo lugar, porque o dinheiro de Vorcaro não pode ser tratado naturalmente como recurso privado: trata-se de fruto da maior fraude financeira de que o País já teve notícia. O que Flávio trata como dinheiro “privado” é o prejuízo de milhões de correntistas, investidores, servidores públicos e aposentados, o maior rombo já coberto pelo Fundo Garantidor de Créditos.
Se Flávio Bolsonaro considera normal financiar uma hagiografia do pai – e sabe-se lá mais o quê – com recursos de origem tão gritantemente espúria, a fragilidade jurídica da defesa é o menor de seus problemas. Está-se diante, isso sim, de sua própria falência ética. Espera-se que um candidato à Presidência da República saiba distinguir entre o certo e o errado, o público e o privado, o lícito e o ilícito. Alguém que se perde entre essas noções elementares, evidentemente, não está qualificado para governar o Brasil.
Pode não parecer, mas caráter ainda importa. E ele se revela nas escolhas feitas por um candidato. Flávio fez as suas: chamou Vorcaro de “irmão” no áudio em que lhe pediu R$ 134 milhões e não teve pudor em ignorar a origem do dinheiro. Que os eleitores se perguntem que espécie de irmandade é essa – e o que ela diz sobre quem aspira à Presidência da República.
(Editorial do Estadão)
Que vídeo espetacular, que aula sobre o escândalo do Banco Master!
Sinceramente: quem assiste a isso e ainda insiste na narrativa tosca de que o esquema não começou no governo Bolsonaro, ou age por má-fé ou tá com a cognição totalmente comprometida. Não tem outra explicação.
FLÁVIO É VORCARO
BOLSOMASTER DA CORRUPÇÃO
🚨ESPALHE URGENTE/PRECISO DE 2 MIL RT: O Brasil inteiro precisa espalhar o vídeo completo em que cidadãos de bem tentam distorcer uma afirmação do Presidente @LulaOficial (PT). O motivo? É necessária uma maior exposição da hipocrisia dos larápios da extrema-direita que vivem de MENTIRAS. O nosso querido @LulaOficial foi tão cirúrgico que a EXTREMA-DIREITA LUNÁTICA conseguiu somente recortar o vídeo em que há críticas ao conservadorismo, para fins de DISTORÇÃO. Se vocês espalharem esse vídeo, o Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai ficar desmoralizado, tornando evidente para o Brasil que o Presidente da República está corretíssimo
🗞️@RafaelLulista
Em 2026, o Brasil vai passar por mais uma eleição decisiva e essa escolha não acontece apenas no dia da votação, mas todos os dias, nas redes sociais, no debate público e na forma como a informação circula. Quando algoritmos passam a determinar o que vemos e a mentira é usada como ferramenta política, a democracia é diretamente ameaçada. Combater a desinformação é defesa do direito da população de decidir com base na verdade! Eleição se constrói com consciência política, responsabilidade coletiva e compromisso com o futuro do país!
Artigo do presidente Lula publicado em jornais de 27 países do Mercosul e da União Europeia (Brasil 🇧🇷, Argentina 🇦🇷, Bolívia 🇧🇴, Paraguai 🇵🇾, Uruguai 🇺🇾; Alemanha 🇩🇪, Áustria 🇦🇹, Bélgica 🇧🇪, Bulgária 🇧🇬, Chipre 🇨🇾, Croácia 🇭🇷, Eslováquia 🇸🇰, Eslovênia 🇸🇮, Espanha 🇪🇸, Estônia 🇪🇪, França 🇫🇷, Grécia 🇬🇷, Irlanda 🇮🇪, Itália 🇮🇹, Letônia 🇱🇻, Luxemburgo 🇱🇺, Malta 🇲🇹, Polônia 🇵🇱, Portugal 🇵🇹, República Tcheca 🇨🇿, Romênia 🇷🇴, Suécia 🇸🇪) no dia 16 de janeiro.
📰 Acordo Mercosul-UE é a resposta do multilateralismo ao isolamento
Em uma época em que o unilateralismo isola mercados e o protecionismo inibe o crescimento global, duas regiões que compartilham valores democráticos e a defesa do multilateralismo escolhem um caminho diferente. Contra a lógica das guerras comerciais que segregam economias, empobrecem nações e aumentam a desigualdade, Mercosul e União Europeia assinam amanhã um dos acordos mais amplos do século XXI.
Firmado após mais de 25 anos de negociações e baseado na certeza de que só a integração e a abertura comercial promovem a prosperidade compartilhada, o acordo cria a maior área de livre comércio do mundo. Não existe economia isolada. O comércio internacional não é um jogo de soma zero. Todos querem crescer, e a nova parceria irá criar oportunidades mútuas de emprego, geração de renda, desenvolvimento sustentável e progresso econômico.
Somados, os 31 países que integram o Acordo Mercosul-União Europeia reúnem cerca de 720 milhões de cidadãos. Nosso PIB conjunto supera 22 trilhões de dólares. O acordo irá ampliar o acesso mútuo a mercados estratégicos, com regras claras, previsíveis e equilibradas. Ao remover barreiras comerciais e estabelecer padrões regulatórios comuns, os investimentos, as exportações e as cadeias produtivas se multiplicarão nos dois lados do Atlântico.
Uma complementaridade comercial robusta une as economias da América do Sul e da Europa. A versão do acordo que aprovamos resguarda os interesses de setores vulneráveis, garante a proteção ambiental, promove valores compartilhados como a democracia e os direitos humanos, fortalece os direitos dos trabalhadores e preserva o papel do Estado como indutor estratégico do desenvolvimento econômico e social.
A celebração desse acordo só é possível porque Mercosul e União Europeia entenderam ter muito mais a ganhar juntos do que individualmente e optaram por dialogar em condições de respeito e igualdade. Os blocos encontraram convergências mesmo diante de visões distintas, mostrando que a cooperação é muito mais vantajosa e eficaz do que a intimidação e o conflito. Agradecemos os países do Mercosul e da União Europeia por terem se empenhado na conclusão de acordo tão significativo.
A assinatura, no entanto, constitui só um primeiro passo. Amanhã começa uma nova fase de cobrança para a implementação ágil e transparente do que foi pactuado. O sucesso real do acordo será medido pela velocidade com que os seus benefícios alcançarem as prateleiras dos mercados, o campo, as fábricas e os bolsos dos cidadãos.
Inúmeros setores de ambos os lados sairão beneficiados, da bioeconomia à indústria de alta tecnologia, dos pequenos e médios agricultores às pequenas, médias e grandes empresas. Consumidores europeus e sul-americanos terão acesso a produtos mais diversificados e com preços menores, enquanto produtores alcançarão novos mercados.
Para além dos ganhos comerciais e econômicos, o acordo aproxima ainda mais parceiros unidos por laços históricos, de vocação democrática e multilateral. A interdependência é uma necessidade e uma realidade. Só o trabalho conjunto entre Estados e blocos é capaz de promover a paz, prevenir atrocidades e enfrentar os piores efeitos da mudança do clima.
Em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo, o acordo prova como outra governança mundial é possível, mais ativa, representativa, inclusiva e justa. Estes mesmos princípios orientam nossa busca por instituições multilaterais renovadas, como a reforma da Organização Mundial do Comércio e do Conselho de Segurança da ONU.
Ante o crescimento do extremismo político, Mercosul e União Europeia demonstram na prática como o multilateralismo, que tantos benefícios trouxe ao mundo depois da Segunda Guerra, segue atual e imprescindível.
Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil
Trump resolveu agora se autointitular Presidente Interino da Venezuela. Passou de todos os limites. Parece decidido a reeditar o colonialismo imperialista no século XXI. É absurda e inaceitável essa ingerência no nosso continente. A América Latina não é quintal. Soberania não se negocia!
Por enquanto, esses são nomes que votarei dependendo da composição: Presidente: Lula/PT-13;
Senadores: Alessandro Molon/PSB-40; Chico Alencar/PSOL-50; Glauber Braga/PSOL-50; Jandira Fegali/PCdoB-65; Marcelo Freixo/PT-13; Tarcio (o do bem) Motta/PSOL-50;
Pergunta informal (não é pesquisa oficial): em quem você pretende votar esse ano?
1. Presidente
2. Governador
3. Senado 1
4. Senado 2
5. Deputada(o) Federal
6. Deputada(o) Estadual
Em poucos dias, o terrorista de Estado Donald Trump invadiu a Venezuela e ameaçou a Colômbia, Cuba, o México, o Irã e a Groenlândia. É a política da força bruta aplicada em escala.
Se qualquer político de esquerda fizesse 1% disso, seria taxado como “louco”, “psicopata”, “ditador”, “um risco para a humanidade” pelos veículos da grande mídia. Mas, sendo um presidente dos EUA, ainda que o tom editorial possa ser “crítico” em relação a algumas dessas ações, eu não vi a designação dele como um ditador.
Quem controla o que você vê e lê?
8 de janeiro de 2023. Uma horda de vândalos invade depreda e rouba as sedes dos poderes no Brasil. Seguidores de um ex-presidente derrotado nas urnas, não aceitam a denocracia e querem o poder a qualquer custo. Um ato contra decisão do povo. Por isso, imperdoável! #semanistia
8 de janeiro de 2023. Uma horda de vândalos invade depreda e rouba as sedes dos poderes no Brasil. Seguidores de um ex-presidente derrotado nas urnas, não aceitam a denocracia e querem o poder a qualquer custo. Um ato contra decisão do povo. Por isso, imperdoável! #semanistia
O 8 de janeiro escancarou algo que o Brasil não pode e não vai fingir que não viu.
Eu estive no Palácio do Planalto depois dos ataques. Vi de perto os estragos, senti o peso do que tentaram fazer com a nossa democracia.