Meu problema com enativismo e afins é que eu não posso ver uma cognição com fome de representação que eu vou lá e dou uma representaçãozinha pra coitada. Eu sou mto empático
Volta e meia corrigem nos meus textos o uso de "internismo"/"externismo" em vez de "internalismo"/"externalismo". Não sei qual é o uso corrente em português, mas eu prefiro o primeiro par
@loryenipsum Pois é, também acho que a gramática pode estar por trás de alguns problemas ou questões filosóficas. Mas se os aspectos relevantes da gramática forem suficientemente fundamentais ou estruturais à linguagem humana, então isso não diminui a "perenidade" dos problemas em questão
Queria saber a opinião de meus colegas filósofos e historiadores da filosofia sobre a velha história de que problemas filosóficos são "historicamente contingentes". Em que sentido é assim? Há algum sentido em que não seja? Ou, pelo menos, algum problema particular que não seja?
Acordei mais cedo do que queria, não consegui voltar a dormir, e eis-me aqui pensando no que minha visão genericamente naturalista da filosofia acarreta pra minha prática como historiador da filosofia. Espero que até a segunda xícara de café eu tenha pelo menos meia resposta
Isso porque a prática de pedir e dar razões não parece uma contingência de uma cultura ou período histórico, mas algo enraizado na evolução mesma da nossa espécie.
Hoje eu tive a oportunidade de explicar pros meus primos o que um historiador da filosofia faz usando o memorável exemplo da panela cicládica do Zillig
I'm now rereading Harry Frankfurt's Demons, Dreamers, and Madmen. It was the first book I read on Descartes five years ago and it remains at the top of my list. Even though by now I disagree with most of it, I have a greater admiration for it now than I had before