Esse trecho do vídeo do Carlinhos Maia tem algumas camadas muito interessantes. A principal, para mim, é quando ele fala sobre ter a sensação de que aquilo que oferece às pessoas, principalmente financeiramente, nunca é suficiente. E, por trás disso, existe uma questão ainda mais profunda: a sensação de que talvez as pessoas não gostem realmente dele, mas do que ele pode proporcionar.
E, sinceramente, isso acontece muito quando alguém prospera. Quando você passa a ter dinheiro, começam a aparecer pessoas interessadas muito mais no que você tem do que naquilo que você é. Isso é uma realidade. O difícil é conseguir separar quem está ao seu lado por afeto, admiração e carinho de quem está ali pelo acesso que você proporciona.
E acho que o contexto do Carlinhos torna isso ainda mais complexo. Ele saiu de um lugar muito pobre, de uma realidade que é o retrato de uma parcela enorme do Brasil. Ele mostrava a própria vida, a rotina daquele bairro, as pessoas ao redor, aquela convivência tão próxima. Foi justamente daquele contexto que ele ficou conhecido. E existe um mérito enorme nisso, porque poderia ter sido outra pessoa vivendo exatamente aquela realidade e não ter conseguido transformar aquilo em oportunidade. Ele conseguiu fazer daquele limão uma limonada.
Até onde sei, ele também ajudou muito aquele lugar e muitas daquelas pessoas, e acredito que ainda faça isso. Ele não tem uma obrigação direta de sustentar ninguém, mas consigo entender quem, tendo saído daquela realidade, sente vontade de retribuir.
Hoje eu não acompanho mais o conteúdo dele porque, para mim, ele ficou muito distante do que era no começo. Não me identifico, não acho engraçado e há situações que considero grotescas. Mas nem é esse o ponto. Estou falando exclusivamente desse trecho porque acho que ele toca em uma questão muito humana.
Quem prospera pode, em algum momento, começar a se perguntar: essas pessoas gostam de mim ou gostam do que eu posso oferecer? E, infelizmente, muitas vezes a resposta é a segunda opção.
Algumas pessoas conseguem lidar com isso sem se importar. Outras ficam reflexivas, como ele pareceu estar nesse vídeo, e isso pode atingir um lugar muito mais profundo: se eu não tivesse dinheiro, eu ainda teria valor para essas pessoas? Se eu não pudesse proporcionar nada, elas ainda estariam aqui?
Talvez essa seja uma das partes mais difíceis de prosperar: descobrir que nem todo mundo que chega até você chegou por você, e aprender a conviver com isso sem deixar que essa constatação faça você questionar o próprio valor.
@fataldeath_ @siteptbr Ne fogo, pior que nem só amigas, a melhor amiga. Madrinha de casamento e tudo e mesmo assim o povo tentaaaa diminuir a Maisa pra enaltecer a Larissa ou diminuir a Larissa pra enaltecer a Maisa. COISA IDIOTA!!!
O touro pronto pra atacar quando sente o cheiro do homem que o criou e chega a abanar o rabo. E pensar que tem tanta gente que é a favor de rodeio alegando ser algo "cultural"...
@laurahelenaac@rolecoastr Mas mano, no muda nada. Vitória poderia ser a mais rica nada muda na vida dela! Isso chama inveja. Que pessoas insatisfeitas com suas vidas usem a ambição para subir mais de vida e não pra ficar com invejinha porque outra pessoa é mais rica que ela.
@caladasempre@tuitamateusr Eu não vejo racismo mas, vejo uma nojeira pq pqp mesmo se fosse uma branca isso é ridículo mano, simplesmente resumiu a menina como se “foda-se” mas ela não pode pq é nossa escrava, cozinha pra gente
esse doguinho está à 6 dias sem comer, já não tem mais forças por favor resgatem ele logo
me ajudem na TAG: " SALVEM O DOGUINHO DO TELHADO" comentem muito
LOCALIZAÇÃO: Rua Campinas - Canoas no setor norte do centro, próximo do Mercado Uni Super junto com uma Farmácia Panvel
Eu sei que é muitos em situações difíceis e que n é possível salvar todos muitos já morreram mais são uma vida e estão sofrendo 🥺
#SalvemOCachorroDeSaoJeronimo
Se você ainda não consegue entender porque tem pessoas se mobilizando pra salvar os animais… então quem não tem salvação é você.
#SalvemOCachorroDeSaoJeronimo