A Rita Matias anunciou a sua gravidez. Anúncio que numa sociedade saudável, seria recebida com aquilo que sempre simbolizou, vida, alegria, renovação, esperança.
Porém bastou a publicação para que uma parte ruidosa das redes sociais mostrasse exatamente aquilo que muitas vezes acusa os outros de ser: odienta e odiosa.
A máscara caiu.
A sororidade desapareceu. A empatia evaporou-se.
Quem deseja mal a uma criança por causa da ideologia da mãe não está a lutar por direitos, nem por igualdade.
Está apenas a expor aquilo que realmente é.
Total solidariedade com a Rita Matias, estamos em campos políticos divergentes, une-nos o ser mulher e mãe e o ódio dos “donos da virtude”.
João Almeida arrasa o Partido Socialista pela posição sobre o Irão:
“Utilizam mais vezes a Carta das Nações Unidas para defender ditaduras e manter ditadores no poder do que para apoiar qualquer transição democrática ou proteger povos esmagados, como é o caso do povo iraniano”
👏
🇵🇹 Imagina um país moderno, capaz de produzir grandes obras da cultura e do conhecimento, capaz de inovar e se desenvolver economicamente, capaz de produzir valor e gerar grandes oportunidades de vida para os portugueses.
Podemos imaginar e concretizar porque só depende de nós.
Helena Matos sobre a proibição da burca: “Alguma esquerda pensou que ia encontrar nos muçulmanos radicais o proletariado que perdeu. O Chega explorou a questão, mas por que é que os outros partidos não apresentaram projeto? Rui Tavares disse que estava “escrito pelos pés”… então que apresentasse algo “escrito pelas mãos”.
Cada palavra de Helena Matos é um soco na hipocrisia que corrói a política portuguesa.