Eu observo as atitudes das pessoas em silêncio.
São elas que decidem se vão conhecer o melhor ou o pior de mim.
Se tem uma coisa que eu não sou, é ingênuo.
O tempo revela quem é quem.
Minha solidariedade ao povo de luta e resistência do Samba do Cruz. Que isso sirva de lição: quem usa o Carnaval em época de eleição e abandona a cultura depois não merece o nosso voto. A atual gestão de São Paulo mostra que discurso não basta.
O Orgulho nunca foi só uma festa. É a memória de quem lutou para que hoje a gente pudesse existir, amar e ocupar espaços. Amanhã é dia de celebrar quem somos.
Quero desejar um excelente desfile a todas as coirmãs que passam pelo Anhembi entre hoje e domingo. Em especial para escolas que moram no meu coração: Colorado do Brás, Mocidade Unida da Mooca, Acadêmicos do Tucuruvi e Gaviões da Fiel. Arrasem! 🫶🏼
Queridos amigos e familiares, tenham paciência com quem é do carnaval. Por trás do brilho tem cansaço, por trás do sorriso tem pressão, e por trás de cada ensaio tem alguém dando tudo de si para ver sua escola campeã. Não é só alegria, é amor em forma de sacrifício.
Com o passar dos dias, percebo com ainda mais clareza: sair da Igreja e me libertar do fundamentalismo religioso foi um ato de coragem e de amor próprio.
Não me surpreende ver igrejas evangélicas envolvidas no escândalo do INSS. É a velha falsa moral cristã: explorar o medo dos mais vulneráveis para lucrar. O Jesus que eles pregam andava de jumento; eles, de jatinho.