🚨UM ERRO IRREPARÁVEL PARA LUTA FEMINISTA!
Sou feminista e não tenho dificuldade alguma em reconhecer que a misoginia e a cultura patriarcal ainda afetam profundamente a vida de milhões de mulheres.
Muitas são julgadas com mais rigor, desacreditadas, culpabilizadas e tratadas de forma desigual pela sociedade e pelas instituições.
Mas justamente por defender essa causa, acredito que ela não pode ser utilizada para justificar qualquer decisão, independentemente das circunstâncias do caso.
No caso de Monique Medeiros, estamos falando de um processo ligado à morte brutal de uma criança, Henry Borel.
Trazer o debate sobre misoginia para explicar ou fundamentar um perdão judicial causa estranheza porque desloca o foco daquilo que deveria ser central, a análise dos fatos, das responsabilidades e da busca por justiça para a vítima.
Combater a misoginia é uma necessidade social.
No entanto, reconhecer que mulheres sofrem discriminação histórica não significa presumir que toda mulher acusada esteja sendo julgada por preconceito.
Cada caso deve ser analisado com base nas provas e em suas particularidades.
É possível ser feminista, defender os direitos das mulheres e, ao mesmo tempo, discordar dessa decisão.
Afinal, a luta por igualdade não pode significar a relativização de responsabilidades quando há indícios de omissão ou participação em fatos gravíssimos.
Justiça para as mulheres e justiça para Henry Borel não deveriam ser pautas incompatíveis.
Juíza Teria Forçado Nova Votação no Julgamento de Monique Medeiros Até Obter o Resultado Que Queria
Advogados de acusação no caso Henry Borel denunciam que a juíza responsável pelo julgamento de Monique Medeiros teria anulado uma votação do Conselho de Sentença após não concordar com o resultado.
Segundo a denúncia, os jurados condenaram Monique por dolo eventual — mas a magistrada teria criado uma situação para que a questão fosse votada novamente, só encerrando o processo quando obteve a desclassificação que desejava.
O Histórico da Juíza no Caso
As irregularidades apontadas não seriam isoladas. A magistrada também:
Concedeu prisão domiciliar a Monique, contrariando decisão do STF;
Revogou a prisão da ré contra ordem do Supremo Tribunal Federal;
Em razão dessas decisões, a acusação precisou ingressar com reclamação constitucional para que Monique fosse presa novamente.
O Que Vem a Seguir
A acusação promete recorrer ao Tribunal de Justiça para anular a decisão. Se aceito, Monique será submetida a um novo Conselho de Sentença.
⚖️ Se as alegações forem verdadeiras, a soberania do júri popular — princípio fundamental do Estado Democrático de Direito — foi diretamente violada.
Parcialidade anunciada.
Há 5 anos a mãe de Henry Borel, cúmplice do brutal assassinato cometido por seu marido, a quem acobertou para manter padrão de vida, já tinha uma juíza para chamar de sua.
Aqui já estava claro quem a militante feminista considerava vítima.
Não a criança assassinada a pancadas, mas a “mulher vítima do patriarcado opressor” que, segundo a militante togada, exige que as mulheres sejam “mães perfeitas”, seja lá o que isso queira dizer.
Não, minha senhora, a lei exige é que quem tem o dever da guarda , no caso a mãe, proteja o filho das agressões perpetrados pelo padrasto.
Ninguém quer que a criminosa sequer seja obrigada a ferver um miojo, apenas que defenda a integridade física do filho de 4 anos, que SABIA ser sistematicamente espancado.
O que a opinião pública acha ou deixa de achar não é da sua conta.
Mas, de todo modo, as imagens falam por si e explicam porque a ré foi execrada.
No dia seguinte ao assassinato do filho com o fígado destruído por impacto, foi pagar de perua no cabeleireiro e, na delegacia, não resistiu à selfie, esquecendo de fazer o papel de “mulher sofrida, vítima da misoginia”.
#Cansei de contar a mesma história do #vooatrasado cada vez que ligo pro SAC!! Não é possível que a companhia não consiga manter o histórico de ligações consecutivas!