O mais bizarro é vee os identitários dizendo sobre o caso da mãe do Henry Borel: "Neste caso..." Como se fosse possível alguma sensatez na completa insensatez que eles criaram - e como se fosse a primeira aberração em consequência desse caldo ideológico.
O texto que essa psicóloga aborda é esse: https://t.co/UURzg10gbW
Vale a pena dar uma conferida, afinal, ele fala o que temos abordado há um tempo: "A falta de segurança cognitiva afeta diretamente os relacionamentos porque enfraquece a capacidade de perceber, interpretar e sustentar a realidade sem depender de estímulos externos constantes. Quando isso acontece, o vínculo deixa de ser construído entre duas pessoas e passa a ser mediado por um terceiro elemento: o fluxo algorítmico"
Quando você lê constantemente tweets sobre relacionamento, jargões inventados para grudar, como "síndrome da escolhida", "prateleira do amor" e entre outras bizarrices que ignoram a complexidade humana, é o momento para se atentar a esse tipo de intervenção.
Recomendo a leitura e reforço o alerta sobre estarmos presos ao algoritmo de pessoas que querem te ensinar o que é amor e como amar. Quando elas incentivam que você deixe quem ama, isso não é algo orgânico.
Foi protocolado o relatório final da CPI do Crime Organizado. Mesmo atuando sob grandes dificuldades e sem prorrogação de prazo, foi possível realizar um trabalho de diagnóstico da situação do crime organizado no país e das formas de combate adotadas pelo Estado, identificar as falhas e omissões históricas, apresentar sugestões de alterações legislativas relevantes e também indicações direcionadas ao Executivo, em especial ligadas à urgência de expressivo reforço orçamentário e à criação de um ministério específico para cuidar de Segurança Pública. Diante do diagnóstico da situação gravíssima do Rio de Janeiro, foi sugerida nova intervenção federal na Segurança Pública daquele estado, em formato diverso do empregado em 2018. No tocante ao caso Master, considerando-se a alta complexidade e escassez de meios, a opção foi por relatar os fatos identificados, que deverão ser objeto de CPI própria e já são objeto de investigações da Polícia Federal, no que se refere a crimes comuns, e fazer o indiciamento de autoridades pela prática de crimes de responsabilidade. Neste sentido e conforme detalhado no relatório, foram indiciados os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, bem como o PGR Paulo Gonet.
A entonação forte, expressiva e emocional, ter o barulho como algo cultural, a alegria forçada e alta de gado em sentido ao abatedouro... Vou parar por aqui pois isso já ficou bem ruim.
Você precisa, antes de tudo, estar intelectualmente preparado para lidar com a realidade. Essa, aliás, foi a grande armadilha na qual caíram as minorias. Em vez de estudar economia, história, direito, foram estudar ficções de si mesmos. +
Fazer busca e apreensão na casa de um jornalista por causa da denúncia sobre o uso indevido de um carro oficial é recado intimidatório: não se atrevam a me investigar sobre nada.
Uma das principais características da tirania é prender e punir jornalistas por publicarem informações críticas aos poderosos.
Moraes tem feito isso e continua fazendo porque é um tirano mesquinho.
Mensagens revelam que Vorcaro conversou com Moraes sobre venda do Banco Master e indicam acesso a inquérito sigiloso contra o banqueiro.
Confira a reportagem completa: https://t.co/kmm84NhOsx #JN
Apresentei requerimento de CPI específica para apurar as condutas dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master e seus desdobramentos. Sem condenações prévias e com responsabilidade é preciso garantir que todos estão sujeitos à mesma lei. Só assim o Brasil será uma república democrática real. Agora começa a coleta de assinaturas.
EDITORIAL | Uma máfia no coração do poder – “A investigação da PF que ensejou a prisão do controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, deu ao País um vislumbre – e só um vislumbre – de uma mecânica mafiosa de proporções imensas”. Leia o texto completo em https://t.co/ziNIPAvK4a
É incrível como vão aparecendo nomes no caso do banco Master e, ao mesmo tempo, a gente não tem a mínima esperança de ver os reais culpados presos. Justiça no Brasil é só para os pobres.
Um golpe do STF contra Mendonça?
André Marsiglia
@Poder360
Há algo de estranho acontecendo no Supremo Tribunal Federal. Não se trata apenas de decisões excessivas, abusivas ou ilegais. O que se observa agora é a criação de relatorias paralelas capazes de esvaziar, na prática, a autoridade do relator natural dos casos.
O ministro André Mendonça foi sorteado para relatar dois dos temas mais espinhosos do país neste momento: a investigação que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master e empresas associadas, entre elas a Maridt, e os desdobramentos da CPMI do INSS, que determinou a quebra de sigilo de pessoas ligadas a “Lulinha”, filho do presidente da República.
Em qualquer tribunal sério, a autoridade do relator sorteado não seria objeto de disputa. Mas o STF deixou de ser sério faz tempo e o que pode estar em curso é a criação artificial de relatorias alternativas para contornar Mendonça, permitindo que ministros políticos, como Flávio Dino e Gilmar Mendes, assumam nesses processos as decisões mais sensíveis aos poderosos.
Na sexta-feira, a empresa Maridt conseguiu suspender a quebra de sigilo determinada pela CPI do Crime Organizado. A decisão foi concedida pelo ministro Gilmar Mendes dentro de um mandado de segurança ressuscitado de um processo antigo e já encerrado, relativo à CPI da Covid. Alegando suposta similitude entre os casos, a empresa direcionou o pedido ao ministro, que acolheu a tese e ainda concedeu habeas corpus de ofício para impedir a quebra de sigilo.
Nesta quarta-feira, episódio semelhante ocorreu no caso da CPMI do INSS. Utilizando uma porta processual igualmente lateral, o ministro Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo determinada pela comissão parlamentar por meio de outro mandado de segurança.
O movimento de contornar Mendonça torna-se evidente. Ele permanece como relator formal dos casos, mas as decisões acabam sendo tomadas em processos paralelos conduzidos por outros ministros. Temos, assim, um relator que mantém o título, enquanto o conteúdo decisório escorre por outros caminhos.
Mendonça pode estar sendo transformado em peça de uma engenharia institucional sórdida: ocupa a cadeira de relator, simbolizando uma suposta retomada de normalidade após a saída de Toffoli da relatoria do caso Master, mas sem controle efetivo sobre as decisões mais relevantes. Um relator sem processo, um tronco sem galhos, um caroço sem fruta.
Se essa dinâmica estiver realmente em curso, trata-se de algo muito grave. É uma afronta ao princípio do juiz natural, criado justamente para impedir julgamentos de exceção e manipulação de competência. É preciso interromper essa deriva institucional. Cabe às CPIs, às partes interessadas e ao próprio Mendonça provocar o colegiado para esclarecer quem é, de fato, o juiz natural desses processos, e garantir que seja ele, e apenas ele, a decidir os casos.
Se o STF deseja preservar algum pingo de credibilidade, precisa reafirmar um princípio elementar: processos têm relator, e relator não pode ser escolhido nem esvaziado por manobras. Do contrário, o que teremos assistido nestes últimos dias poderá ser descrito como um golpe contra Mendonça, promovido dentro da Corte por seus próprios pares.
https://t.co/UcPI8NTzfO
Resumindo:
1) Vorcaro disse que se encontrou com Moraes.
2) BM deu à esposa de Moraes um contrato para pagar R$ 130mi.
3) Moraes falou com o BC sobre o BM (Malu Gaspar).
4) Vorcaro falou como se controlasse o braço tirânico de censura de Moraes: a "Inquérito das Fake News."
Dia interessante, né não? Descobre-se, afinal, que o banqueiro que planejava arrebentar no pau uma jornalista da mídia corporativa que não presta, era o mesmo que tinha "editor" na folha de pagamento. Estão surpresos?