Inventor, biógrafo e documentarista de mundos fantásticos, distópicos e retrofuturistas. Escrevo sobre a alma humana com magias, alta tecnologia e terror.
Olá #escritoresdotwitter , eu sou o Bruno Leandro, autor, inventor, biógrafo e documentarista de mundos fantásticos, distópicos e retrofuturistas. Escrevo sobre a alma humana com magias, alta tecnologia e terror.
Além de algumas antologias, também tenho um material na Amazon:
Infelizmente, as folhas estão amareladas e se desmanchando, então resolvi escanear a um. Está sendo um trabalhinho, mas vale para resgatar memórias e entender a trajetória do desenhista/roteirista ao escritor/pesquisador que sou hoje.
E o legal é que eram desenhos muito bons (guardadas as devidas proporções), algo que eu tenho dúvida de ser capaz de reproduzir hoje em dia, já que, faz tempo, estou afastado de ler e criar quadrinho.
Eu estou sumido daqui e de outras redes sociais, algo que não deve se resolver tão cedo, já que estou com muitas demandas no mundo não virtual, mas queria compartilhar uma coisa legal:
Esbarrei com meus quadrinhos e personagens super-heróis. Meus mesmo, eu criei.
Virgindade não é mais garantia de sobrevivência, mas não faça sexo durante uma sequência de assassinatos.
Olhe os bancos de trás antes de entrar em um carro.
A casa parece sinistra? Não entre.
Rituais em cemitério ou sessões espíritas? Não faça.
Registros da mediação da “Desafios do fantástico nos trópicos” no Rio Neon, evento de literatura especulativa aqui no Rio de Janeiro, promovido pela @AcasoCultural e idealizado e organizado pelo @profsasse.
Sucesso? Sem dúvida!
E que venham as próximas edições!
Alguém está se arrastando de maneira estranha em sua direção ou correndo feito louca enquanto tenta te morder? Corra para longe e reze pela sua vida.
Recebeu um boneco ou amuleto estranho? Devolva ou se livre.
Não faça desejos a patas de macaco.
Queime tudo antes de fugir.
Quando estiver em um filme de terror, dê uma banda. Nenhum assassino espera levar uma rasteira.
Jogue o que estiver ao alcance. Mire na cabeça.
Não se esconda. Vão te achar.
Não suba escada, a não ser que esteja no porão .
Derrubou o serial killer? Atire na cabeça. Várias vezes.
Virgindade não é mais garantia de sobrevivência, mas não faça sexo durante uma sequência de assassinatos.
Olhe os bancos de trás antes de entrar em um carro.
A casa parece sinistra? Não entre.
Rituais em cemitério ou sessões espíritas? Não faça.
Faltam apenas 12 dias e 13% para que o livro "Ainda me Faltam Dias", da minha amiga Hanny Saraiva ,veja a luz do dia (desculpem, foi mais forte do que eu). Que tal aproveitarem a pré-venda?
https://t.co/5SYqyzd8Nn
Mas, também, trabalhando em uma empresa de feitiços em que a vigilância magitária fecha os olhos para as normas de segurança, não seria muito diferente, não é mesmo?
https://t.co/6DhgyiycCX
Essa tirinha da Laerte me lembrou do protagonista deste meu conto. Ele também acaba levitando em uma cena e tem severos problemas com o chefe.
https://t.co/6DhgyiycCX
(+) pois, vindo de família humilde, não tinha dinheiro para comprar todos eles.
Esse eu comprei porque me acompanharia até o final do Ensino Médio, então fazia sentido.
Será que minha necessidade de comprar vários livros sempre que posso vem daí?
Achei essa imagem na internet, que me desbloqueou uma memória.
Esse foi meu livro de ensino médio. Ele custava, se não me engano, 32 reais, há época. Estamos falando de 1998, quando o salário mínimo era por volta de 120 reais.
Esse foi um dos poucos livros que não tirei xerox (+)
Tradução é uma coisa bem complicada.
Esbarrei com uma expressão que nunca tinha lido antes e fiquei sabendo que é parte do livro Guards! Guards!, do Terry Pratchett:
"This is love-in-a-canoe coffee if ever I tasted it." 🧶
Curiosidade: a expressão usada no mundo real (ou no Monty Python), seria algo como:
"American Beer is like making love in a canoe. They're fucking close to water."
Traduzindo, seria algo como:
"Cerveja americana é como fazer amor em uma canoa. Ele estão muito próximos da água".