Parabéns ao PÚBLICO pela extraordinária investigação: descobriu que há deputados que têm casa e que alguns até as arrendam. Escândalo.
Sobre o panfleto que hoje fez capa:
1. O PÚBLICO tem toda a legitimidade para escrutinar o património dos deputados. Mas o escrutínio exige mais do que colocar dois factos verdadeiros lado a lado, em alguns casos incompletos (eu e tantos outros somos também inquilinos), e deixar que a insinuação faça o resto.
2. Só olhou para os deputados do PSD, CDS, CH e IL. Se tivesse incluído os outros não teria encontrado nada muito diferente: em Portugal, 70% da população é proprietária, portanto o Parlamento não haveria de ser muito diferente. Os partidos de esquerda também têm deputados proprietários. E não esquecer Ricardo Robles, claro, o mago imobiliário.
3. Como têm casa, insinua-se que legislam em causa própria quando votam leis da habitação. A prova do conflito de interesses? A parte a que poderíamos chamar jornalismo? Despejada.
4. Pelo mesmo brilhante critério, deputados com filhos não podem votar o abono de família, deputados que recebem salários não podem votar o IRS e deputados que têm carro não podem votar o IUC.
5. Aliás, ainda há dias votámos o alargamento da licença parental. E, pasme-se, os deputados da IL podem vir a ter mais filhos no futuro e a beneficiar com isso! Mais uma capa de jornal.
6. Explicámos tudo isto ao PÚBLICO, mas o jornal preferiu publicar apenas o primeiro parágrafo da nossa resposta. Os restantes, que expunham o ridículo da premissa, ficaram de fora.
7. No meio de tantos números, gráficos e imóveis contabilizados, faltou um pequeno pormenor: identificar uma única norma feita à medida de um deputado, um único favorecimento particular, um único conflito de interesses efetivamente demonstrado.
8. Talvez seja essa a verdadeira notícia: o PÚBLICO descobriu que os deputados têm casas, mas parece ter-se esquecido de que o jornalismo também deve ter princípios.
9. Como é bom de se ver, o activismo não se circunscreve à praça D. João I ou ao Rossio. Está vivo na Doca de Alcântara.
Querem controlar a imigração? Não.
Querem baixar os impostos sobre a construção? Não.
Querem reduzir a burocracia? Não.
Querem acabar com o IMT e o IMI? Não.
Querem baixar os impostos sobre o trabalho? Não.
Querem um T3 barato no centro da cidade? Sim.
Querem salários altos? Sim.
ok filhos. é continuar.
Não é UM POUCO INTRIGANTE que o PS ataque tão empenhadamente o Ministro da Educação (ou a Ministra da Saúde), e fuja para não ter de responder às (graves) questões sobre o anterior diretor da PJ e atual Ministro da Administração Interna?
Deve haver uma explicação .., 🤔
Os Vikings foram grandes traficantes de escravos, eslavos, brits e gauleses.
Tal não impede os noruegueses de terem orgulho nas suas raízes.
Os portugueses são forçados a sentir vergonha das suas.🥸
White people do this thing where they show very little anger right up to the breaking point then they break and begin to absolutely freak the fuck out. WW2, Crusades, etc. Leading up to a fist fight, White men get quieter. Opposite of other races who get louder as they get closer to violence. You’re beginning to see White people freak out you just don’t know it yet.
E para fechar o dia em beleza:
Socialista:
-O Chega é um partido de extrema direita.
Taxa:
-De extrema direita é a tua prima !
Socialista:
-Insisto, o Chega é de extrema direita.
Taxa:
-E tu és extremamente parvo.
(do melhor que já vi em TV 🤣)
In Spain, a group of migrants raped a girl.
When she tried to unalive herself, she became paraplegic.
Tomorrow the Spanish Government will officially murder her.
She’ll become the first person in Spain to receive euthanasia for depression.
She’s 25.
Spain is a failed state.
Sobre a reforma laboral na Argentina, convém separar ruído de factos.
A narrativa que anda a circular fala em "trabalho contínuo obrigatório de 12 horas", despedimentos gratuitos, salários pagos em carne ou leite e fim do direito à greve. O problema é que, olhando para o texto da reforma, muita coisa está a ser apresentada de forma enviesada.
A carga horária continua nas 48 horas. O que muda é a possibilidade de redistribuição, algo semelhante a um banco de horas, podendo haver dias com mais horas compensados por outros com menos. Isto não é inédito nem propriamente revolucionário no contexto europeu.
Também não é verdade que as indemnizações desapareçam. O que surge é a opção da chamada “mochila austríaca”: um fundo individual financiado ao longo do tempo pelo empregador, que pertence ao trabalhador e pode ser levantado em caso de despedimento ou no fim da vida laboral. É um modelo diferente, não é inexistência de proteção. (não obrigação)...
Quanto ao pagamento “em carne ou leite”, a lei prevê um limite até 20% do salário em espécie (como alojamento ou benefícios), o que, aliás, é mais restritivo do que vários regimes europeus. Transformar isso em noticias sensacionalista é desonesto....
E o direito à greve não é abolido; são definidos serviços mínimos em setores essenciais e enquadradas situações de "bloqueio violento"... algo que também existe em muitas democracias ocidentais.
Isto não significa que a reforma seja perfeita ou que não tenha riscos. Mas reduzir o debate a slogans alarmistas não ajuda ninguém. Política económica séria exige análise séria... não propaganda disfarçada de notícia.
Sejamos sinceros: só há duas opções para as presidenciais. Cotrim e Seguro.
Vocês já imaginaram o Marques Mendes como nosso representante máximo durante 4 anos?
O capitão Iglo que ainda não percebeu muito bem qual é a função?
Ou os 3 mosqueteiros da esquerda que, coitados.