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Criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV) e ao Terceiro Comando Puro (TCP) passaram a utilizar equipamentos de detecção de drones para monitorar a movimentação de grupos rivais e também de forças de segurança em comunidades do Rio de Janeiro.
Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, um dos equipamentos foi exibido recentemente por um criminoso ligado ao Comando Vermelho que atua no Complexo da Penha, na Zona Norte da capital. O aparelho, conhecido como Handheld Drone Detector, é um detector portátil capaz de identificar a presença de drones nas proximidades por meio da captação de sinais de radiofrequência emitidos pelas aeronaves.
Ainda de acordo com Bruno Assunção, o equipamento divulgado em uma rede social pode ser encontrado em plataformas internacionais de venda online por cerca de R$ 53.120,99. O dispositivo é considerado uma ferramenta de uso avançado e tem sido empregado para alertar criminosos sobre a aproximação de drones utilizados em ações de inteligência, monitoramento e levantamento de informações pelas forças de segurança.
Informações obtidas pelo Bruno assuncso apontam que o uso da tecnologia já se espalhou por outras áreas dominadas por facções criminosas. Há relatos da utilização do equipamento em comunidades dos complexos de Senador Camará, Serrinha, Complexo de Israel, Complexo do Salgueiro e Complexo do Alemão.
O Handheld Drone Detector possui capacidade de detectar sinais de diversos modelos de drones comerciais, indicando a direção aproximada da aeronave e permitindo que seus operadores adotem medidas para evitar monitoramento aéreo.
Felipe Curi construiu uma das trajetórias mais conhecidas da segurança pública do Rio de Janeiro. Delegado da Polícia Civil e ex-secretário de Estado de Polícia Civil, ganhou projeção ao comandar operações de grande impacto contra o crime organizado e ocupar posições estratégicas dentro da corporação. Nos últimos meses, seu nome passou a ganhar ainda mais força nos bastidores da política fluminense após a filiação ao Progressistas (PP) e a confirmação de sua candidatura a deputado federal em 2026.
Reconhecido por aliados como um dos principais nomes ligados à pauta da segurança pública, Felipe Curi é apontado como uma das apostas do grupo político do senador Flávio Bolsonaro para fortalecer a bancada federal do Rio. Nos bastidores, pesquisas internas indicariam que o ex-secretário figura entre os candidatos mais competitivos do estado, com forte apoio de policiais, conservadores e eleitores identificados com a pauta da segurança.
O crescimento de sua popularidade fez com que parte expressiva do eleitorado de direita passasse a defender a candidatura de Felipe Curi ao Governo do Estado. Entre apoiadores, há a avaliação de que ele reúne credenciais para disputar o Palácio Guanabara e seria um dos poucos nomes capazes de enfrentar de forma competitiva a candidatura de Eduardo Paes. Aliados também destacam a ampliação de sua popularidade em comunidades e avaliam que Curi tem potencial para se consolidar como uma das principais lideranças políticas do Rio de Janeiro.
Felipe Curi construiu uma das trajetórias mais conhecidas da segurança pública do Rio de Janeiro. Delegado da Polícia Civil e ex-secretário de Estado de Polícia Civil, ele ganhou projeção ao comandar operações de grande impacto contra o crime organizado e ao ocupar posições estratégicas dentro da corporação. Nos últimos meses, o nome de Curi passou a ganhar ainda mais força nos bastidores da política fluminense após sua filiação ao Progressistas (PP) e a confirmação de sua candidatura a deputado federal nas eleições de 2026.
Reconhecido por aliados como um nome ligado à pauta da segurança pública, Felipe Curi passou a ser apontado como uma das principais apostas do grupo político ligado ao senador Flávio Bolsonaro para fortalecer a bancada federal do Rio. Reportagens recentes destacam que o ex-secretário ganhou notoriedade após a intensificação de operações policiais no estado e que seu nome chegou a ser cogitado até mesmo para disputas majoritárias antes da definição pela Câmara Federal. Nos bastidores, pesquisas internas de partidos apontariam Felipe Curi como um dos candidatos mais competitivos do estado, com forte apoio de setores da direita, incluindo policiais, conservadores e eleitores ligados à pauta da segurança pública.
Além do apoio de parte expressiva do eleitorado conservador, aliados afirmam que Felipe Curi também tem ampliado sua popularidade em comunidades do Rio de Janeiro, principalmente entre moradores de áreas dominadas pelo crime organizado que defendem operações policiais mais rígidas e presença permanente das forças de segurança. Especialistas e lideranças políticas avaliam que o ex-secretário aparece entre os nomes mais cotados para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados em 2026, podendo inclusive figurar entre os mais votados do estado nas eleições deste ano.
A Justiça de São Paulo negou o recurso apresentado pelo PT contra a cantora e influenciadora Jojo Todynho em uma ação iniciada após declarações feitas por ela em 2023. Na ocasião, Jojo afirmou ter recebido uma proposta milionária para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.
Os desembargadores entenderam que a queixa-crime do partido era insuficiente, já que a artista não identificou quem teria feito a suposta oferta e não atribuiu diretamente qualquer conduta criminosa ao PT. A decisão destacou ainda que as declarações ocorreram em um contexto de debate político e que a liberdade de expressão tem papel relevante nesse ambiente.
Com isso, o recurso foi rejeitado e o PT sofreu mais uma derrota judicial no caso.
Um homem apontado como soldado da chamada “Milícia do Boto”, grupo paramilitar que atualmente atua em aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP), foi morto durante um confronto armado com criminosos do Comando Vermelho (CV), na região conhecida como Colônia, em Jacarepaguá, na sudoeste do Rio.
De acordo com informações apuradas pelo repórter Bruno Assunção, o homem estaria realizando cobranças a comerciantes da região quando foi surpreendido pelos rivais armados. Durante o ataque, ele foi baleado e não resistiu aos ferimentos.
Ainda segundo a apuração, a pistola que estava em posse do miliciano foi levada pelos criminosos após o confronto. Pouco depois, uma imagem da arma foi divulgada em redes sociais ligadas ao grupo rival com a legenda: “Obrigado boto mais 1 presente”.
Não posso esquecer dos sequestros e homicídios. Todos sabem onde fica o cemitério clandestino. Embora haja denúncias sobre isso, agora eles estariam aproveitando o valão/rio para descartar o que sobra dos corpos das vítimas.
Eu estou há cinco meses batendo na tecla sobre o “Pudim”, o “Cego” e o “agiota do Bairro 13”. Foram muitas matérias! Eles são apontados como responsáveis por roubos de carros e cargas, além de integrarem uma quadrilha especializada em roubos de vans, extorsões, tráfico de drogas e diversos outros crimes. Segundo denúncias, eles se aproveitam da falta de policiamento na área do 41º BPM para continuar suas ações criminosas.
A mais recente foi uma festa promovida pelo crime organizado em comemoração ao aniversário do Pudim, que durou mais de 12 horas. Durante o evento, inúmeros disparos foram efetuados para o alto e, segundo uma das linhas de investigação da Polícia Civil, um desses tiros pode ter atingido fatalmente uma criança de 12 anos.
Eu estou há cinco meses batendo na tecla sobre o “Pudim”, o “Cego” e o “agiota do Bairro 13”. Foram muitas matérias! Eles são apontados como responsáveis por roubos de carros e cargas, além de integrarem uma quadrilha especializada em roubos de vans, extorsões, tráfico de drogas e diversos outros crimes. Segundo denúncias, eles se aproveitam da falta de policiamento na área do 41º BPM para continuar suas ações criminosas.
A mais recente foi uma festa promovida pelo crime organizado em comemoração ao aniversário do Pudim, que durou mais de 12 horas. Durante o evento, inúmeros disparos foram efetuados para o alto e, segundo uma das linhas de investigação da Polícia Civil, um desses tiros pode ter atingido fatalmente uma criança de 12 anos.
Descanse em paz, meu amigo. Obrigado pela amizade, parceria e por todos os momentos compartilhados.
Que Deus conforte o coração de todos os seus familiares e amigos neste momento de dor. Sua lembrança permanecerá para sempre entre aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
O máximo que vamos ver são textinhos no Instagram e baseamento de calçada. Ou são péssimos gestores, ou realmente demonstram uma enorme incompetência diante dos desafios que a corporação enfrenta.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro está muito mal administrada.
Minha solidariedade ao herói do 9º BPM, que deu a vida servindo a uma instituição que, infelizmente, perde respeito e credibilidade a cada dia aos olhos de muitos de seus próprios integrantes e da sociedade.
É triste dizer isso, mas essa é a realidade que muitos enxergam hoje.
Um policial militar foi assassinado agora por narcoterroristas do Comando Vermelho na comunidade Faz Quem Quer. Na semana passada, outro policial morreu e três ficaram feridos. Nada foi feito naquela ocasião e, infelizmente, tudo indica que nada será feito hoje também.
O máximo que veremos é o mesmo teatro de sempre. A população não é boba.
Policiais também têm família, amigos e colocam suas vidas em risco diariamente para proteger a sociedade. A sensação de impunidade e a falta de respostas efetivas diante de ataques tão graves são inaceitáveis.
As últimas gestões da Polícia Militar do Rio deixaram muito a desejar. E, na visão de muitos policiais e moradores, a atual gestão também não tem conseguido apresentar respostas à altura da gravidade dos fatos.
Um policial militar foi assassinado agora por narcoterroristas do Comando Vermelho na comunidade Faz Quem Quer. Na semana passada, outro policial morreu e três ficaram feridos. Nada foi feito naquela ocasião e, infelizmente, tudo indica que nada será feito hoje também.
O máximo que veremos é o mesmo teatro de sempre. A população não é boba.
Policiais também têm família, amigos e colocam suas vidas em risco diariamente para proteger a sociedade. A sensação de impunidade e a falta de respostas efetivas diante de ataques tão graves são inaceitáveis.
As últimas gestões da Polícia Militar do Rio deixaram muito a desejar. E, na visão de muitos policiais e moradores, a atual gestão também não tem conseguido apresentar respostas à altura da gravidade dos fatos.
O que mais me choca não é um adolescente de 15 anos ter sido atingido por um drone lançador de explosivos. Afinal, fui o primeiro a denunciar o início dessas ações e também alertei, durante uma audiência pública sobre segurança pública na Alerj, que isso poderia acontecer.
O que me choca é ver que o Peixão segue atuando a todo vapor no Complexo de Israel e continua praticamente intocável. Estamos falando de um adolescente de 15 anos atacado por criminosos que utilizam táticas terroristas, e nem mesmo o policiamento na região foi reforçado para impedir novos ataques contra moradores.
É uma situação, no mínimo, muito estranha.
Com todo o devido respeito ao Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, mas fica uma pergunta: se os quatro policiais baleados na Covanca fossem coronéis, a resposta institucional seria a mesma? Também não haveria uma reação imediata?
Infelizmente, quando os feridos são praças, as respostas costumam demorar. Em muitos casos, as ações mais contundentes só acontecem horas depois, às vezes, mais de 72 horas após o ataque. E, nesse intervalo, os responsáveis já deixaram a região.
A vida dos praças também importa. São eles que estão diariamente na linha de frente, enfrentando o risco, protegendo a população e sustentando a atividade operacional da corporação. Merecem o mesmo nível de atenção, de prioridade e de resposta que qualquer outro integrante da Polícia Militar.
Valorizar os praças não pode ser apenas discurso. Precisa ser prática.
Quero parabenizar os policiais da DRFC-CAP. Eles entraram com tudo no Complexo da Pedreira, após a minha denúncia, para recuperar a carga roubada e salvar a vítima, diferente do batalhão da área, que nunca vê a carga entrando. Só hoje foram duas carretas enormes! Infelizmente, o motorista, que era mantido refém, foi baleado pelos criminosos.