Fr. Ripperger: “One of the things you must do to become a Saint is study the spiritual life more. It’s the study and development of the virtues that’s going to give you the sensitivity to God’s grace—without which you will simply stall out and never achieve perfection.”
"When tempted to despair, I have only one recourse: to throw myself at the foot of the Tabernacle like a little dog at the feet of his master."
- St. John Vianney
"When you see any one standing in need of your assistance, either for body or soul, do not ask yourself why someone else did not help him, but think to yourself that you have found a treasure." - St. Peter Claver
Fr. Ripperger: “The Protestants rejected the external authority, namely the Magisterium, & set THEMSELVES up as an external authority, which is basically intellectual pride—thinking that they have the capacity & the ability to judge truth about matters that are far beyond them.”
Nasceu Maria!
Deus é tão maravilhoso que desejou ter mãe! Esculpiu o diamante mais caro, de sorriso terno, com olhos de festa, com toque de paz. Enamorou-se da beleza ímpar, fez morada no ventre virgem, acomodou-se no coração humilde, sorriu.
Deus deu à frágil mulher a fortaleza da fé, segurou-a pela mão com a delicadeza do céu, sorriu e seguiu. Deus é luz e fez a Luz. Pousou sobre a pequena como o sol rompendo a noite, tirou-lhe o véu para enxergar a grandeza do bem. É a Mãe da Luz, também da cruz. A serva da Palavra abraçada pela caridade.
Mãe da Luz que brilha na ignorância do humano corrompido pelo ego sem Deus. Discípula da Luz a quem chegou a salvação primeiro. Luz que corre e alcança vidas, que na alegria caminha com os povos e abre as portas para o Pastor cuidar. Maria da Luz, da sensibilidade que desmonta os orgulhosos e faz cair uma chuva de bênçãos aos sofridos.
Louvado seja o Precioso amigo que te trouxe ao mundo dos miseráveis. A Luz se fez pão, Caminho, Verdade e Vida graças ao teu “faça-se”, ao teu despojamento. Bendita Maria da Luz, segurança de nossa barca, coração que arde.
Deus sorriu, nós sorrimos com tua vinda. Cantamos a gratidão Maria da Luz junto com os filhos do paraíso! Deus sorriu, nós sorrimos!
Salve a Mãe da Luz!
Padre Nilton Cesar Boni, cmf.
"Let Mary's humble, hidden life be the model of ours, and if, in emulating her, we have to struggle against our ever-recurrent tendencies to pride, let us confidently seek her maternal aid, and she will help us to triumph over all vainglory." - Fr. Gabriel
“If you are suffering or in sorrow, turn to Mary, for she knows well the path of suffering, and will lead you to the joy of resurrection.”
-St. John of the Cross
"Às vezes, quando meu espírito está numa aridez tão grande que me é impossível extrair dele um único bom pensamento, recito muito lentamente um 'Pai-Nosso' ou uma 'Ave-Maria'. Só estas orações me consolam, elas bastam, alimentam a minha alma." Santa Teresinha do Menino Jesus✝️
Essa é a imagem que o demônio mais odeia e que o atormentará pelos séculos dos séculos.
Para os mais leigos, talvez pareça apenas uma imagem da Virgem Maria. Mas observem os detalhes. Segundo a tradição local, esse laço sobre o ventre simboliza uma gravidez. E é justamente para esse detalhe que quero chamar a atenção.
Porque essa imagem recorda aquilo que o demônio mais odeia: a Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, a sua própria derrota.
O Verbo Divino quis assumir a natureza humana e entrar no mundo através de uma mulher. Deus quis habitar no ventre de uma Virgem. Quis ser gerado, carregado e alimentado por sua Mãe. Quis entrar na história dos homens através da mais perfeita castidade, pureza, humildade e modéstia.
A salvação do mundo passou pelo ventre de uma mulher.
E é precisamente por isso que existe uma guerra tão brutal contra a maternidade.
E faço questão de usar essa palavra: maternidade. Uma mulher não se torna mãe apenas quando dá à luz. Ela se torna mãe no exato momento em que uma nova vida é concebida em seu ventre. O parto não cria o filho. O parto é apenas mais um estágio da vida humana.
É por isso que o caso de Lindsay Clancy deve ser observado com enorme atenção.
Estamos chegando às deliberações finais de um julgamento que não pode ser tratado simplesmente como mais um caso criminal. Há uma construção narrativa e ideológica acontecendo diante dos nossos olhos: a tentativa de fazer com que o estado psicológico de uma mãe se transforme não apenas em elemento de compreensão de sua conduta, mas em instrumento para relativizar a responsabilidade pela morte dos próprios filhos, e morte causada pela PRÓPRIA progenitora.
E é justamente aqui que precisamos prestar atenção.
Porque, se essa lógica for levada às últimas consequências, a maternidade deixa de ser uma realidade moral objetiva e passa a ser subordinada ao estado emocional da mãe. A mulher sofre, portanto sua responsabilidade é relativizada. A mulher está perturbada, portanto a morte dos filhos passa a ser reinterpretada. A mulher precisa de compreensão, portanto a inocência das crianças desaparece do centro da narrativa.
Percebam a monstruosidade dessa inversão.
A vítima passa a ocupar o segundo plano enquanto a atenção moral se concentra quase exclusivamente sobre aquele que matou.
E não estou dizendo que sofrimento psicológico seja irrelevante. Estou dizendo algo muito mais simples: compreender uma circunstância não significa transformar o mal em bem; reconhecer o sofrimento de alguém não significa apagar a existência de suas vítimas.
Lindsay Clancy é precisamente o exemplo que devemos observar porque a narrativa construída em torno de seu caso mostra até onde essa lógica pode chegar.
E isso não acontece isoladamente.
Primeiro, normaliza-se o aborto.
Depois, normaliza-se a ideia de que a criança no ventre é apenas uma extensão do corpo da mãe.
Depois, transforma-se a maternidade em uma condição subordinada aos desejos, circunstâncias e estados emocionais da mulher.
E então começa a aparecer uma consequência inevitável: se a autonomia e o sofrimento da mãe podem se sobrepor à vida do filho antes do nascimento, por que a mesma lógica não poderia ser progressivamente estendida para situações posteriores ao nascimento?
É exatamente essa fronteira que está sendo disputada.
Não é apenas uma questão de aborto. É uma questão sobre o próprio princípio pelo qual determinamos quando uma vida humana pode ser sacrificada em benefício de outra pessoa.
E aqui chegamos ao ponto central.
O aborto e a morte deliberada de crianças representam uma inversão completa da lógica da Cruz.
Na Crucificação, Cristo, o inocente, entrega a própria vida em sacrifício pelos culpados, para a salvação da humanidade.
No aborto, ocorre o contrário: o inocente é sacrificado em benefício daquele que deseja preservar a si mesmo.
Na Cruz, o Cordeiro de Deus oferece o próprio corpo para salvar os pecadores.
Na cultura da morte, o corpo do inocente é oferecido como sacrifício para satisfazer os interesses e desejos do adulto.
A Cruz é o inocente sacrificando-se voluntariamente pelos culpados.
O aborto é o inocente sendo sacrificado pelos culpados.
É uma inversão monstruosa da lógica do Evangelho.
Por isso, quando alguém diz "meu corpo, minhas regras", precisamos compreender que, consciente ou não, essa pessoa fala por satanás, já que inverte o sacrifício de Cristo quando Ele oferece seu Corpo, é praticamente um ritual satânico, por mais que não pareça.
Quando existe outra vida humana naquele corpo, já não estamos falando exclusivamente do corpo de uma mulher. Existe ali uma criança. Existe ali uma vida que não pode ser reduzida a propriedade, inconveniência, circunstância ou extensão da vontade de outra pessoa.
É justamente essa verdade que a maternidade proclama.
E é justamente por isso que a Virgem Maria é o grande sinal de contradição diante dessa cultura.
Maria é a mulher que disse "sim" à vida.
É a mulher que recebeu o Filho de Deus em seu ventre.
É a mulher cujo corpo foi escolhido por Deus para participar do mistério da Encarnação.
É a mulher que carregou em si aquele que carregaria sobre a Cruz os pecados do mundo.
É a mulher que permaneceu junto ao seu Filho quando Ele foi sacrificado pela salvação dos homens.
Não existe imagem mais oposta à cultura da morte.
A Virgem Maria é exemplo máximo para as mulheres e por isso sua figura, e tudo que ela representa, é tão violentamente atacada a qualquer custo.
Por isso, peço a todos que rezem.
Rezemos para que essa engenharia ideológica da cultura da morte seja desmascarada. Rezemos para que a vida humana volte a ser reconhecida como sagrada. Rezemos para que as mulheres não sejam enganadas pela mentira de que matar o próprio filho é uma forma de libertação. Rezemos para que aqueles que hoje defendem ou relativizam a morte de inocentes tenham suas consciências iluminadas pela Verdade.
E rezemos especialmente pelo caso de Lindsay Clancy, porque aquilo que está em disputa ali ultrapassa a situação de uma única mulher.
Existe uma narrativa sendo construída.
Existe uma fronteira moral sendo cruzada.
Existe uma tentativa de ensinar à sociedade que a compaixão pela mãe pode exigir que a criança desapareça da equação moral.
Não.
A verdadeira compaixão não exige que tenhamos compaixão por uma pessoa à custa da inocência de outra.
A verdadeira justiça não pode simplesmente olhar para quem matou e esquecer quem morreu.
E esta guerra não é apenas jurídica, política ou cultural.
É, antes de tudo, espiritual.
Por isso, não podemos responder apenas com argumentos. Precisamos responder com oração.
Enquanto o mundo observa tudo isso como se fosse apenas mais um julgamento, nós precisamos enxergar o que está acontecendo diante de nossos olhos.
Não é apenas mais um julgamento.
É abertamente um ritual satânico.
Uma batalha pela preservação da maternidade.
Uma batalha pela própria ideia de que existe uma lei moral objetiva acima dos desejos, das circunstâncias e das paixões humanas.
Então rezem.
Rezemos pelas crianças.
Rezemos pelas mães.
Rezemos pela conversão daqueles que defendem a cultura da morte.
Rezemos para que a Santíssima Virgem interceda e ilumine as consciências daqueles que foram seduzidos por essas mentiras.
Porque aquilo que o demônio mais odeia é precisamente aquilo que esta imagem anuncia:
Deus entrou no mundo através de uma mulher.
E dessa mulher nasceu o Salvador.
"Foi necessário que São José morresse antes do Senhor, pois ele não conseguiria suportar a crucificação;era gentil demais, amoroso demais." -Beata Anna Catarina Emmerich
The wound that caused Jesus the most pain is unrecorded in the scriptures.
St. Bernard asked Our Lord which was His greatest suffering and He answered: "I had on My Shoulder, while I bore My Cross on the Way of Sorrows, a grievous Wound, which was more painful than the others and which is not recorded by men.”
A prayer to the shoulder wound of Jesus: O Loving Jesus, meek Lamb of God, I a miserable sinner, salute and worship the most Sacred Wound of Thy Shoulder on which Thou didst bear Thy heavy Cross, which so tore Thy Flesh and laid bare Thy Bones as to inflict on Thee an anguish greater than any other Wound of Thy Most Blessed Body. I adore Thee, O Jesus most sorrowful; I praise and glorify Thee and give Thee thanks for this most sacred and painful Wound, beseeching Thee by that exceeding pain and by the crushing burden of Thy heavy Cross to be merciful to me, a sinner, to forgive me all my mortal and venial sins, and to lead me on towards Heaven along the Way of Thy Cross. Amen.
"Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: Este é o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito." Rm 12,1-2✝️
“There is no surer sign that someone is among the elect than to see them fearing God while, at the same time, being tested by tribulation and desolation in this world.”
- St. Louis Gonzaga