A Copa de 2026 é um pesadelo para o torcedor brasileiro:
1. Um dos piores times da história da Seleção Brasileira;
2. Convocação de um atleta por questões comerciais num circo armado pela CBF, imprensa, patrocinadores e influencers;
3. Eliminação precoce nas Oitavas de Final com pênalti perdido e 34% de posse de bola;
4. Maior jejum brasileiro na história em Copas do Mundo;
5. Atletas sem qualquer compromisso com o torcedor brasileiro;
6. Maior rival na final da Copa do Mundo com garra, determinação, resiliência e alma, ou seja, tudo aquilo que a seleção brasileira não tem;
7. Messi ampliando seu legado e fortalecendo sua candidatura ao posto de maior jogador da história;
8. Como se tudo isso não bastasse, o Luciano Huck é brasileiro...
("e ai pessoal, tudo bem? Passando aqui pra um adendo pq na verdade o esportista mais sobrenatural da história eh o jogador de Críquete Don Bradman.
Enquanto a 2° maior porcentagem de rebatidas na história desse esporte eh em 61% a dele foi 99,94%")
Essa hora eu estaria acendendo a churrasqueira
Asas Livres estourando na JBL
A familia toda reunida
Todo mundo com a camisa do Brasil pela rua
As mais diversas teorias de como a gente iria anular Harry Kane e Bellingham
Eu nunca vou perdoar nenhum jogador da seleção brasileira por terem tirado isso da gente.
Voltando a falar sério, acho que existem dois aspectos para se avaliar o fiasco de Neymar, e eles precisam ser separados.
O primeiro é culpa apenas de Ancelotti, responsável por convocá-lo e, ainda pior, desmontar o time num bom momento para colocar um atleta sem condições em campo. Neymar não tem responsabilidade por isso: recebeu uma chance que não deveria ter recebido e se esforçou para aproveitá-la dentro das parcas condições de quem não joga futebol em alto nível há cinco anos.
O segundo aspecto é o pacote que engloba o tempo perdido provocando goleiro, a risadinha na hora errada, a ombrada em Odegaard, o cartão estúpido, o silêncio do tão propagado "líder técnico"... enfim, aquele pacote de atitudes tão arrogantes quanto imaturas que representa à perfeição quem é o filho de Neymar Pai: Neymar Jr..
Um Peter Pan de 34 anos. Compreensivelmente bajulado por muitos que viam nele um forte elo com a tradição artística do futebol brasileiro. E defendido também, menos compreensivelmente, por quem usa seu poder de influência para se tornar gil cebola.
Neymar seduz por diversas razões, boas e ruins, certas e erradas. A partir de hoje, pelo menos, essa sedução passará longe da seleção brasileira.