Pela Santa Igreja e pelo Brasil. Casada, dedicada ao lar e à educação dos filhos. Uma voz conservadora e patriota em defesa da liberdade. Bolsonarista 🇧🇷🙏
Henry tinha apenas uma missão na vida: ser criança.
Quem tinha o dever de protegê-lo eram os adultos ao seu redor.
Hoje, anos depois de sua morte brutal, o debate não é sobre a dor daquela criança, nem sobre o terror que ela viveu, o debate é sobre patriarcado, misoginia e teorias sociológicas.
O Brasil enlouqueceu.
Uma criança é enterrada, o Brasil chorou pela crianca exigindo o minimo: JUSTIÇA.
So q a Justiça parece mais preocupada em encontrar explicações para os adultos do que em lembrar quem foi a verdadeira vítima, o Henry.
Enquanto isso, mães do 8 de janeiro receberam o peso máximo do Estado, foram separadas dos filhos e transformadas em "exemplos públicos".
A mensagem que fica é devastadora:
A compaixão da Justiça parece depender de quem está sentado no banco dos réus.
E quando a morte de uma criança deixa de ser o centro da discussão, alguma coisa muito grave aconteceu com o nosso senso de justiça.
A caridade não admite demoras. Esta é a nossa responsabilidade perante aqueles que estão necessitados: uma responsabilidade que consagra cada encontro com o outro como um momento de graça único e irrepetível para amar, que não se deve perder nem adiar. O amor de Cristo impele-nos para os irmãos e a caridade e a solicitude com que respondemos são a prova da nossa fé. #ViagemApostólica #Espanha
Flávio Bolsonaro deve ter dado umas 10 entrevistas sobre sua relação com Vorcaro.
Sabe quantas entrevistas Moraes deu sobre sua relação com o banqueiro?
Nenhuma.. nem esclareceu sobre o “conseguiu bloquear?”
E adivinha quem é diariamente bombardeado pela imprensa?
A defesa e a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros tentaram pintar a imagem de uma mãe destruída pela perda do filho e pelo julgamento público.
Mas o caso Henry Borel tem detalhes que tornam essa narrativa difícil de engolir.
Em uma das cenas mais dolorosas reveladas pela investigação, Henry fez uma videochamada com Monique enquanto ela estava em um salão de beleza.
O menino, machucado e assustado, teria pedido: “Mamãe, vem pra casa”. Na mesma ligação, relatou que “o tio bateu” ou “brigou”, em referência a Jairinho.
Mesmo depois de saber que algo grave havia acontecido com o filho, Monique não agiu como uma mãe diante de um pedido de socorro.
Esse não foi o único ponto.
A babá Thayná afirmou no julgamento que, após a morte de Henry, Monique pediu que ela apagasse mensagens do celular e omitisse informações.
Justamente mensagens que mostravam que a mãe sabia de episódios de violência contra o menino.
Também chamou atenção a ida de Monique ao salão de beleza depois da morte do filho.
Ela fez serviços estéticos e a própria polícia apontou contradições na explicação dada por ela.
Outro episódio que marcou a opinião pública foi a selfie tirada na delegacia, dez dias após a morte de Henry.
Na imagem, Monique aparece sentada ao lado de um advogado, com expressão tranquila, em um momento em que prestava depoimento sobre a morte do próprio filho.
Nenhum desses fatos, isoladamente, resume uma pessoa.
Mas juntos, eles formam um retrato muito distante da mãe apenas vulnerável, dominada e em luto que tentaram apresentar.
Henry não precisava de uma mãe perfeita.
Precisava de uma mãe que voltasse para casa quando ele pediu ajuda.
Precisava de uma mãe que não mandasse apagar mensagens.
Precisava de uma mãe que colocasse a vida dele acima do relacionamento, do status, do novo apartamento e da própria conveniência.
Conta pra gente: qual dessas duas professoras você defenderia num tribunal?
Realmente não dá pra entender. O que está acontecendo com o judiciário?
Prende às professoras pq quer ver o bem pra às crianças, e agora essa mulher que foi solta numa boa, como se não tivesse acontecido nada com seu próprio filho, meu Deus!!!
🤔🤔😢😢😢
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
Por exemplo: todos os grandes líderes da esquerda têm muito dinheiro. É absurdo que pessoas que pregam o fim da "desigualdade" não pratiquem sua própria doutrina. É como um guru vegetariano cuja dieta é churrasco - e ainda assim encontra gente que acredita nele.
O feminismo é um movimento assassino, que torna as mulheres retardadas, putas e que nunca as responsabiliza por seus atos. O que vimos hoje foi o feminismo na prática.