Hipocrisia escancarada do PT, PSOL e companhia! É inacreditável: para criminalizar quem critica os gastos da Janja por suposta "misoginia", querem urgência; mas na hora de endurecer penas contra est*pro e ped*filia, PT e PSOL votam contra e travam as sessões. Eles preferem passar pano para criminosos violentos a proteger as verdadeiras vítimas.
ONDE ESTÁ O FILHO DO MULA?
👇URGENTE!
Negaram até o fim, mas a verdade sempre virá à tona. Ouvidos todos na CPMI do INSS que fui um dos criadores. Durante a comissão pareciam gatinhos, acuados, mansos, negavam tudo. Não conheciam ninguém, não sabiam se nada. A verdade prevalece. Todos indiciados POR CORRUPÇÃO. Vagabundos, assaltantes de velhinhos, deficientes físicos, indígenas e pessoas atípicas. Devem mofar na cadeia todos esses indivíduos com culpa direta e indireta! Parabéns aos agentes da PF que ainda trabalham com seriedade e busca por justiça a todo custo!!! Nunca esqueceremos os 19 parlamentares que votaram contra o relatório da CPMI do INSS - Isso mostra quem eles são - amantes da injustiça, defensores de bandidos!
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro - atualmente em prisão domiciliar -, reforçou uma percepção que qualquer brasileiro minimamente provido de bom senso já tinha: a de que, no Brasil, o direito consiste menos em aplicar a lei sem olhar a quem e mais em infligir todo dano possível aos considerados "inimigos".
É só assim que a divulgação de uma carta manuscrita, redigida pelo ex-presidente, pode servir de pretexto para Moraes levar adiante seu projeto de decretar a "morte civil" de Jair Bolsonaro.
O artigo 41, XV, da Lei de Execução Penal garante ao preso o direito ao "contato com o mundo exterior por meio de correspondência escrita, da leitura e de outros meios de informação que não comprometam a moral e os bons costumes" - exceto se o preso for Jair Bolsonaro e o destinatário for Flávio Bolsonaro. O inciso X do mesmo artigo dá ao preso o direito à "visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos em dias determinados" - exceto se o preso for Jair Bolsonaro e o parente for Flávio Bolsonaro.
O artigo 7.º, III, do Estatuto da Advocacia garante ao advogado o direito de "comunicar-se com seus clientes, pessoal e reservadamente, mesmo sem procuração, quando estes se acharem presos, detidos ou recolhidos em estabelecimentos civis ou militares, ainda que considerados incomunicáveis" - exceto se o cliente for Jair Bolsonaro e o advogado for Flávio Bolsonaro. É assim que funciona o direito peculiar de Alexandre de Moraes. @gazetadopovo
O caso Banco Master acaba de ganhar mais um capítulo.
Uma reportagem revelou que um escritório ligado à família de Alexandre de Moraes, incluindo uma filha e uma cunhada do ministro, emitiu um parecer afirmando que o Banco Master estava apto a captar recursos dos regimes próprios de previdência dos servidores públicos, justamente o dinheiro destinado às aposentadorias e pensões.
O próprio documento alertava para riscos de corrupção e conflito de interesses.
Mesmo assim, o banco seguiu ampliando essa captação. Mais tarde, segundo as investigações, esses recursos se tornaram parte central do esquema que levou à crise do Banco Master.
Ou seja: um banco já em crise, que a Caixa tinha acabado de se recusar a fazer operação com ele, recebeu de uma banca ligada a um ministro do Supremo o carimbo de que estava "apto" a captar as previdências.
Isso não significa, por si só, que quem assinou o parecer tenha cometido qualquer crime.
Mas as consequências dessa manifestação jurídica e o contexto em que ela foi produzida precisam ser esclarecidos.
Você acha que esse caso precisa ser investigado a fundo? Escreva nos comentários 👇
🚨LIVE BOLSONARO | Flávio Bolsonaro conectou o escândalo do INSS ao drama real do brasileiro: aposentado perdendo dinheiro, família endividada, comida cara e conta de luz atrasada.
Flávio pediu que as pessoas confiram o contracheque de aposentados próximos, porque muitos podem nem saber que sofreram descontos indevidos.
“Eu não desisto do meu Brasil.”