> Seja a Luísa Sonza.
> Receba um processo de racismo da cidadã negra abaixo, que se ofendeu por ter sido confundida com um trabalhador.
> Tenha plena consciência de que não cometeu tal ato motivado por discriminação racial e inicie sua defesa no processo.
> O processo vem a público.
>Comece a ser cobrada pela militância, pelo meio em que vive e pelo discurso que você mesma alimentou. Afinal, para esse grupo, o ato de se defender de uma acusação criminal grave, dentro de um processo legal ao qual todos têm direito, é ERRADO, se atenta contra os dogmas desse grupo.
> Para não se desgastar mais com uma turba canceladora e sedenta que nunca estará satisfeita, ceda ao que foi pedido: Ajoelhe no milho, peça desculpas publicamente por algo que não fez, desista da defesa e faça um acordo, indenizando a "vítima" e chancelando a pecha de racista.
> Passe o resto da vida sendo cobrada e acusada de racismo por militantes, mesmo tendo feito exatamente o que lhe foi exigido.
> Você não poderá mais processar ou sequer responder ninguém por isso, afinal, você mesma legitimou o termo ao abrir mão do que qualquer pessoa deveria fazer diante de uma acusação injusta: Se defender.