Após o escândalo do Dr. Fauci, vocês da imprensa devem um pedido de desculpas público a este homem, por carimbá-lo com a pecha de "genocida", enquanto ele lutava sozinho para proteger o povo brasileiro.
@folha@CNNBrasil@JornalOGlobo@UOL@Estadao@tvglobo@globonews
Nicklas Nilsson förklarar skillnaden mellan höger och vänstermänniskor i klockren text på Facebook:
"Om en högerpolitisk person är bög, så är han det, och bryr sig inte om vad andra tycker.
Om en vänster är bög, så kräver han lagändringar, protesterar mot allt och alla, och gör det till en politisk kamp.
Om en höger är vegan, så äter han helt enkelt inte kött.
Om en vänster är vegan, så vill han förbjuda kött, stoppa matproduktionen och protestera utanför bondgårdar och hönsfarmer.
Om en höger inte gillar vapen, så köper han inga.
Om en vänster inte gillar vapen, så försöker han förbjuda dem, hindra alla andra från att äga ett, och hatar dem som har.
Om en höger oroar sig för klimatet, så flyger han mindre, kör elbil om det passar honom och sorterar sitt avfall.
Om en vänster oroar sig för klimatet, så vill han förbjuda fossilbilar, flygresor och kött för alla andra, protestera utanför fabriker och kräva att staten tvingar fram förändringen.
Om en höger vill ge sina barn en bra skolgång, så flyttar han till ett område med bra skolor, eller väljer en privatskola eller engagerar sig själv.
Om en vänster vill ge sina barn en bra skolgång, så kräver han mer skattepengar från alla, lika resultat för alla, förbud mot friskolor och protesterar mot varje skillnad.
Om en höger klagar på sitt jobb eller arbetsplats.. det gör han det inte. Han byter jobb eller startar ett eget företag.
Om en vänster klagar på sitt jobb – så är det chefen, företaget eller kollegorna det är fel på. Han kräver kollektivavtal, strejk, förändringar för hela orten och protesterar mot företaget så att det ska passa honom.
Om en höger är missnöjd med sin bostad eller hyra, så flyttar han, renoverar eller köper något annat.
Om en vänster är missnöjd med sin bostad eller hyra, så kräver han hyresstopp, mer bidrag, regleringar för alla och protesterar mot hyresvärdar och politiker.
Om en höger misslyckas med en affär eller en investering som går snett, så reser han sig upp, dammar av sig och försöker igen imorgon.
Om en vänster har slut på pengar den 24:e, så skyller han på att de rika har för mycket och måste bidra mer, skyller på att lotterivinsten inte gick hem förra veckan och muttrar att han har så himla otur.
Om en höger ser det här – så skickar han det till några kompisar för ett gott skratt.
Om en vänster ser det här – så försöker han argumentera emot, få det bortplockat och radera mig från Facebook."
Furaço de reportagem do @claudio_dantas_
Agência de Comunicação ligada ao Ministro de Comunicação Social do Governo Lula, já levou uma bolada de R$ 1,5bi em contratos de publicidade com as gestões do PT na Bahia.
ISSO SIM É UM MASTER ESCÂNDALO!!!!!
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS.
Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar lulinha - acusado de receber mensalinho do Careca do INSS - foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo lula seja devolvido aos aposentados.
Além disso, não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha.
A partir de 2027 nossos Policiais Federais serão valorizados, voltarão a ter autonomia para trabalharem e investigarem bandidos, ao invés de receberem ordens pra perseguir opositores de lula.
Fonte:
https://t.co/BMw25bXXpX
Ps.: o título da matéria é o original, mas a foto foi editada.
A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO
Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor.
Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história.
O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração.
Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade.
Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença?
A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa.
Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo.
É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente.
Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível.
Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional.
Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país.
A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça.
Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis.
Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente.
Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras.
Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele.
A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro:
“Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.”
Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.