Tathiana Guzella (PL) nasceu em Caçador (SC) e mora na Capital há menos tempo do que a cearense Vanda de Assis, contra quem proferiu ataque xenofóbico na sessão desta quarta-feira na Câmara Municipal de Curitiba
https://t.co/Ulc2o8TNpd
Flávio será multado pelo TSE por usar a IA do pai. Mas ele não vai parar aí. Assim como o pai, vai passar a eleição inteira cometendo ilegalidades, obrigando o TSE a agir contra a candidatura dele. O objetivo? Dizer que foi perseguido e ir chorar para Trump não reconhecer o resultado das urnas. É o golpe 2.0.
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 era, infelizmente, mais do que previsível. Tudo caminhava para esse desfecho. Não apenas pelo desempenho medíocre da equipe, muito distante da seleção que povoa a memória afetiva rodriguiana de tantos brasileiros, mas também por todas as evidências que estavam escancaradas desde o início desse ciclo.
Falta talento a esta geração, e a culpa nem é dela. O futebol brasileiro alijou e sabotou jovens sistematicamente, tentando espelhar um modus operandi europeu porque, claro, somos vira-latas. O Vini Jr., coitado, é a andorinha que não faz verão.
O treinador, apesar do currículo vitorioso, parecia muito mais preocupado em fazer publicidade e agradar patrocinadores do que em formar uma equipe de verdade. E, acima de tudo, havia a insistência em convocar um ex-atleta em atividade, hoje muito mais reconhecido por sua carreira no Instagram.
Neymar é uma das piores coisas que aconteceu para o futebol brasileiro nos últimos vinte anos. E olha que passamos por crises bem severas nesse período. Não consigo imaginar um norte pior para tantos jovens. Neymar é o símbolo de uma era que transformou dinheiro e ostentação em virtude. O talento que o popularizou ficou em último plano. “Exxxquece!”
Quem desfila há tempos é o homem de 34 anos que age como um menino (menino!) de 14, que provoca, humilha ou menospreza adversários, que agride companheiros de equipe, que xinga árbitros e que se acha maior do que as instituições que representa. Até porque, para alguns bajuladores, que medem grandeza por seguidores no TikTok, ele é.
Sonhávamos com um hexa e faturamos um diferente: seis Copas do Mundo consecutivas sem conquistar o título. Quando esta Copa acabar, estaremos atrás não só da Noruega (um país com oito meses de inverno e do tamanho do Maranhão), mas também de argentinos, mexicanos, colombianos e, em certa média, até de cabo-verdianos.
Sim, meus amigos. No futebol, o Brasil regrediu. O Brasil se apequenou. Encolheu-se diante de indivíduos, de marketing, do dinheiro e, por fim, diante de um influencer.
Mais um.
Aliás, já jogaram no Tigrinho hoje? O pai tá on!
(Som de risada idiota de pai de família que sofre de síndrome de Peter Pan…)
REPITAM COMIGO:
A eutanásia não te obriga a morrer.
O aborto não te obriga a abortar.
O divórcio não te obriga a se divorciar.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo não te obriga a casar com alguém do mesmo sexo.
OS DIREITOS NÃO TE OBRIGAM A NADA.
ELES GARANTEM QUE CADA PESSOA POSSA DECIDIR SOBRE A PRÓPRIA VIDA.
🇨🇮✍️ A emocionante carta aberta de Yan Diomande à sua irmãzinha, publicada pel The Players’ Tribune:
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
🚨 URGENTE: Escritório Comercial dos EUA conclui investigação contra o Brasil e propõe taxar em 25% os produtos brasileiros se o país continuar usando o PIX, sistema de pagamentos que reduz o lucro de Visa e Mastercard!
Quem bate continência para esse país é inimigo do Brasil!
Eduardo Bolsonaro diz que “mora de aluguel” e enfrenta dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo, vive com a família em uma mansão avaliada em mais de R$ 6 milhões em uma das regiões mais ricas do Texas.
O Intercept foi até o endereço, confirmou que a família mora na casa e revelou os bastidores dessa história 🧶👇
🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro.
Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”.
Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção.
Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/CUeVUIyXLZ
Rogério Correia desenha o acordão do Centrão com o fascismo 👇
Mexeram tanto o caldeirão que o acordão saiu e, como sempre, a justiça não está no plenário. Só o tetra de Lula salva o Brasil.
TRAIDOR DA PÁTRIA
Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos para cumprir o papel que escolheu: o de marionete de Trump contra o próprio Brasil.
Ataca o presidente do seu país, acena para a entrega da Amazônia, trata minerais raros e riquezas naturais como ativos disponíveis aos estrangeiros e se comporta como operador de um projeto de submissão nacional na defesa dos interesses dos EUA e não do Brasil.
É o retrato do bolsonarismo: servil, vira-lata, entreguista e sem qualquer compromisso com a soberania brasileira. Quem age assim não defende o Brasil, trabalha para rebaixar o país, enfraquecer nossa capacidade de decisão e abrir espaço para que interesses dos Estados Unidos ditem os rumos do nosso território, da nossa economia e do nosso futuro.
Meteram Galipolo na arte da Globo e passaram pano para o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto. Mas foi Galipolo quem liquidou o Banco Master e Roberto Campos quem ignorou denúncias de fraude. Olha Edu Moreira expondo a ligação da Globo com Campos Neto.
Vocês já imaginaram os EUA, Rússia, Arábia Saudita ou qualquer país rico em petróleo entregando refinarias para um GOVERNO ESTRANGEIRO? Bolsonaro fez isso!
Ele entregou aos Emirados Árabes, por menos de $ 2 bi, a maior refinaria do nordeste, que abastece 42% da região.