"Em vez de caridade soberba e humilhante, solidariedade plena e atuante. O sentimento de superioridade benevolente nasce dos próprios condicionamentos e afasta as pessoas, é preciso o sentimento de igualdade e serviço."
- Eduardo Marinho
#ObservarEAbsorver
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
É muito difícil falar sobre estatais com o público médio, porque foi implantada a ideia absurda de que uma empresa pública existe, necessariamente, para dar lucro.
Mas lucro para quem? Para o Estado?
Uma estatal existe, antes de tudo, para atender à população.
Se uma empresa de água decide priorizar o lucro acima do atendimento, o que ela fará? Vai reduzir custos, adiar investimentos, diminuir equipes e economizar na manutenção.
Com energia, transporte, correios e outros serviços essenciais, a lógica é a mesma.
Quando a busca pelo lucro se torna o objetivo principal, investir passa a ser tratado apenas como custo.
Manutenção vira despesa. Expansão do atendimento vira prejuízo. E regiões menos rentáveis acabam abandonadas.
Nenhum país sério discute uma estatal apenas nesses termos: “O governo colocou dinheiro, portanto teve prejuízo”.
Atender à população nunca é prejuízo. É investimento em infraestrutura, dignidade e qualidade de vida.
Uma estatal é o dinheiro dos impostos retornando à sociedade por meio de serviços públicos. O que precisa ser combatido é a corrupção, o desperdício e a má gestão, não o investimento público.
É claro que, quando uma estatal consegue cumprir sua função social e ainda gerar lucro, melhor ainda. Mas o lucro deve ser consequência de uma boa gestão, nunca a razão principal de sua existência.
O médico Evandro Reis relatou os desafios de ser um médico negro no Brasil.
Ele tentou alugar um imóvel para ampliar sua clínica, mas o proprietário dificultou a negociação por desconfiar de sua capacidade financeira e acabou dizendo que o espaço não estava mais disponível.
Para testar a situação, Evandro pediu a uma amiga médica e branca que tentasse alugar o mesmo local e ela conseguiu dar andamento no processo de locação imediatamente.
E isso vem há 10 anos, quando o sindicato de árbitros denunciou o ex-presidente da CBF e ex-dirigente do Palmeiras de pressionar os árbitros a "não errar contra o Palmeiras".
É inadmissível que um campeonato que rola tanta grana e tenha tanta visibilidade seja tratado como vem sendo. Sem falar da quantidade de clubes com dívidas astronômicas ou em RJ. O futebol brasileiro está morrendo!
Vendo comentários e análises do jogo de ontem entre COR e CAP. Todos incomodados com a postura de jogadores e arbitragem. Além da péssima condição do gramado.
A sensação que fica é que este ano o Campeonato Brasileiro piorou consideravelmente. E isso diz muito sobre o futebol brasileiro. O reflexo a gente sempre verá de 4 em 4 anos nos fiascos das Copas do Mundo.
Entrada do Andreas no Marcos Antônio: "Disputa de bola, não tinha como o Andreas tirar o pé, lance muito rápido."
Entrada do Cacá no Árias: "Lance imprudente, entrou com o pé na panturrilha do Árias."
Torcidinha hipócrita!!!
Venho, por meio deste, apresentar minhas sinceras e respeitosas desculpas a Sociedade Esportiva Palmeiras, a sua torcida e a sua presidente, Sra. Leila Pereira, em razão da publicação na qual estabeleci um paralelo entre a campanha do clube no Campeonato Brasileiro e a trajetória recente da seleção Argentina.
Reconheço que a comparação pode ter causado desconforto, indignação e a compreensível sensação de injustiça, motivo pelo qual faço esta retratação de forma pública, espontânea e irrestrita, reafirmando meu absoluto respeito à instituição e à sua história.
Após refletir detidamente sobre o ocorrido, concluí que a analogia realmente foi inadequada.
A Argentina tem Mundial.
Diante do que o Flamengo vem jogando e o tanto que o Palmeira vem sendo beneficiado por erros de arbitragem, hoje, o campeonato Brasileiro está perdido. Time precisa reencontrar o bom futebol. Há um risco alto do ano acabar em Agosto para o Flamengo!
Quando a gente lembra que o Carrascal foi expulso DEPOIS DO INTERVALO por essa cotovelada, a não expulsão do Maurício em Palmeiras x Vitória vira piada de mau gosto.
Dois jogadores do Vitória expulsos logo depois da arbitragem não expulsar um jogador do Palmeiras. Não há time que resista a este favorecimento explícito, reincidente e descarado ao time de Leila Pereira. É revoltante. O Brasileirão virou um campeonato viciado.
A #ArbitragemPorca já deu as caras no Barradão. Jogador do Palmeiras deu uma cotovelada no rosto do rival do Vitória a ponto de sangrar e nada do VAR chamar para a expulsão.
Se o agressor fosse jogador de qualquer outro time, já estaria de baixo do chuveiro no vestiário.
O repórter da transmissão do @pvsportbr diz que não há goleiro reserva aquecendo enquanto o titular do Internacional pede atendimento médico. Ora, eles sabem que o arqueiro está fazendo cera 😂