@jonesmanoel_PE Impressão minha ou o Holiday é tão burro que confundiu materialismo histórico dialético com o materialismo de "pessoas materialistas" durante a explicação veia pôdi dele?
A Meta, dona do Instagram e Facebook, resolveu tirar do ar as contas de Jones Manoel sem qualquer aviso ou explicação. É isso mesmo: censura definida por uma big tech.
Passou da hora de o Brasil encarar a discussão sobre a atuação das big techs e criar algum tipo de regulamentação para mostrar que nosso país não é uma terra sem lei.
Mais de 1 milhão de seguidores, centenas de vídeos, milhões de visualizações…
Sumiram. De propósito. Porque o Jones incomoda.
Jones não vai se calar.
E nós também não.
📢 Siga o canal dele: @farolbrasil_jm
@apropriakelly @aselflessself Perfeito. Então vamos manter o modelo econômico e confiar na moral e ética de quem está no topo da sociedade. Depois dizem que o marxismo que é utópico...
EU DEFENDO O BRASIL e a nossa soberania. Chegou a hora de retomarmos a discussão sobre a refundação da Frente Parlamentar Nacionalista que exerceu papel importante entre 1956 e 1964. A FNP atuou em debates fundamentais como a nacionalização de setores como petróleo e energia, a reforma agrária e a defesa da indústria nacional. Nada mais atual. Bora incluir também as riquezas minerais, as Terras Raras, hoje tão cobiçadas por Trump, e reativar essa discussão?
Sabem o que é foda? Ter que ficar provando que estudei mesmo música clássica e que toco algum instrumento, afinal, se eu sou funkeiro, talvez a educação clássica não tenha dado certo.... vão se lascar! Eu já falei que não quero me beneficiar do capital simbólico de um músico clássico. Se eu fosse individualista, usaria minha formação e meu currículo pra arrancar dinheiro de playboy que acredita na evolução que a música clássica traz! Foda-se, eu sou funkeiro. Estudei a música de concerto europeia, aprendi a gostar e a entendê-la, mas, parceiro, eu não sou a porra de um europeu branco! Eu sou do sertão bahiano! Sou periférico... Essa imagem de um "lord" da música de concerto agride a mim e a meus antepassados. Mas, pra branquitude que adora se masturbar com a cultura branca, tá aí eu tocando Villa-Lobos no violão e Nietzsche no piano (sim, Nietzsche também foi compositor). Agora, me deixa em paz e para de duvidar da legitimidade do nosso trabalho! E quem tive na mesma bala, na mesma sintonia, ajuda nois a bater 100k no insta, pq chegando a 100k vai ter festa na favela! Afinal, pra mim sempre foi mais difícil o crescimento nas redes e nossa luta é coletiva. Não é sobre o Thiagson é sobre as pessoas que fazem a música das favelas !