Não que eu goste de fofoca, mas o deputado que chamou Vorcaro de “lindão” teria ficado nervosinho com Fábio Porchat após aparecer no documentário sobre os podres do Banco Master e estaria querendo tirar esse trecho do ar. Então, por favor, não espalhem, tá?!
@KriskaCarvalho Força, @KriskaCarvalho!. Nunca se esqueça de onde você veio e quanto já ralou e já guerreou até aqui. Nada será capaz de te derrubar, pois a sua força vem Daquele que te criou!.
Um dia de cada vez, eu acredito, oxalá, axé, amém!. 🙏🫂🌻
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Esse vídeo é longo e tem vários termos que vão reduzir o alcance, então precisamos da cooperação de vocês!
Essa foi a abertura do episódio 52 de 2026 de Medo e Delírio em Brasília
Via Medo e Delírio e Misan Harriman
O que mais me assusta no negacionismo da vacina é pensar em como, de repente, algo tão básico virou alvo de desinformação e disputa política.
Nós nascemos tomando vacina. Fomos vacinados ainda bebês, na escola, nos postos de saúde. Tomamos vacina no “revolvinho”, temos até hoje a marca no braço. A vacinação sempre fez parte da nossa vida e foi justamente ela que permitiu que as gerações mais novas não conhecessem de perto doenças devastadoras.
Muita gente não faz ideia do que foi a paralisia infantil no Brasil. Crianças morreram. Outras ficaram com paralisias, deformidades, dificuldades para andar e sequelas que carregaram pelo resto da vida. A poliomielite não tem tratamento específico, e suas sequelas podem ser permanentes.
Eu conheci uma pessoa muito querida, o doutor Paulo Truglio, que teve paralisia infantil. Uma das pernas dele ficou mais curta, e essa condição atravessou toda a sua vida. Além das limitações físicas, ele sofreu humilhações e carregou um estigma que nenhuma criança deveria conhecer.
Mesmo sendo médico, cuidando da saúde e se exercitando todos os dias, ele conviveu permanentemente com as consequências daquela doença. Morreu aos 67 anos, vítima de um infarto. Não posso afirmar que uma coisa tenha causado diretamente a outra, mas posso afirmar o quanto a poliomielite marcou o corpo, a saúde e toda a trajetória dele.
É isso que queremos para os nossos filhos?
Crianças novamente expostas ao sarampo? A paralisia infantil voltando a ser uma ameaça? Famílias revivendo o medo, as internações, as sequelas e as mortes provocadas por doenças que podem ser evitadas?
O Brasil conseguiu eliminar a circulação endêmica do sarampo, mas voltou a registrar casos e enfrenta agora um surto ativo em São Paulo. O Ministério da Saúde precisou ampliar a vacinação para conter a transmissão.
Nós perdemos parentes, amigos, vizinhos e pessoas queridas durante a Covid-19. Todo mundo conhece alguém que morreu ou que ficou com sequelas. Como conseguimos chegar ao ponto de transformar a proteção da vida em uma guerra política?
Vacina não é opinião. Não é ideologia. Não é instrumento de disputa eleitoral.
Vacinação é ciência, responsabilidade coletiva e proteção. Vacinas salvam vidas e sempre salvaram. O negacionismo, ao contrário, coloca em risco não apenas quem acredita nele, mas crianças, idosos, pessoas imunossuprimidas e toda a comunidade.
Recusar a realidade não faz uma doença desaparecer. Apenas permite que ela volte.
🚨 URGENTE!
Segundo uma fonte com quem converso diariamente, o clima é de pânico na campanha de Flávio Bolsonaro após o lançamento do novo jingle de Lula.
De acordo com essa fonte, a avaliação interna é que a música acertou em cheio porque fala diretamente com o sentimento do povo. A preocupação, ainda segundo essa fonte, é que o jingle ganhe força rapidamente nas ruas, nas redes sociais e se torne um dos grandes símbolos desta eleição.
Se essa percepção se confirmar, a disputa pela atenção do eleitor pode ganhar um novo capítulo.
LULA TETRA
@KriskaCarvalho Força, menina @KriskaCarvalho!. Vibrações, orações e pensamentos positivos procê. Cada dia que passa, mais perto você chegará sua cura, creia!. 🙌🙏