A Copel, privatizada pelo Ratinho Jr, anunciou um aumento de mais de 20% na conta de energia dos paranaenses. A empresa, que já demitiu milhares de trabalhadores, acumula reclamações de reajustes excessivos. E pra você, esse aumento é justo?
https://t.co/aAhm0bPoF9
A Copel, privatizada pelo Ratinho Jr, anunciou um aumento de mais de 20% na conta de energia dos paranaenses. A empresa, que já demitiu milhares de trabalhadores, acumula reclamações de reajustes excessivos. E pra você, esse aumento é justo?
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Garantir que jovens não sejam aliciados pelo crime envolve investimento real na criação de mais empregos e no acesso à educação, à cultura e ao lazer.
Isso amplia horizontes.
Um problema profundo como a criminalidade entre a juventude não pode ser tratado com grades e tiros.
A Câmara Federal voltou a debater redução da maioridade penal no Brasil.
Se temos a 3ª maior população carcerária do mundo, por que achar que prisão é igual a mais segurança?
Essa mentira é usada não para acabar com a criminalidade, mas para prender mais jovens negros e pobres.
Os políticos que pedem alta punição para adolescentes são os que queriam a PEC da Bandidagem, que dificultava a punição deles próprios.
Eles usam a pauta da Segurança Pública como palanque eleitoral, promovendo pânico e mobilizando o medo das pessoas para conquistar votos.
E ao Eduardo Pimentel, herdeiro que nunca precisou trabalhar, vale dizer: Você é prefeito e não dono da cidade pra dizer quem pode e quem não pode ficar em Curitiba.
Nenhum ser humano é ilegal.
Diversão de playboy no Brasil é atacar quem não pode se defender. O prefeito de Curitiba provou isso essa semana com um vídeo abordando e humilhando pessoas em situação de rua.
Vai vendo…
Acolhimento não envolve exposição.
O que políticos desse tipo querem é like pra substituir o trabalho. Tratam problemas profundos de forma superficial, de preferência com a câmera ligada pra que você receba o conteúdo e acredite que ele tá “enfrentando o problema”.
Como nasce uma fake news?
O jornal Metrópoles tentou me associar ao crime organizado por que tirei foto com um livro.
Estive em Paraty, no Quilombo do Campinho, trocando ideia e experiências com nossos irmãos na FLIP Preta.
No segundo dia do evento desci até a FLIP tradicional, onde fui abordado por centenas de pessoas que estão junto com a gente na batalha por um mundão menos cão. E claro, tirei muitas fotos, entre elas uma com uma que me presenteou com o livro de Márcio Nepomuceno (Marcinho VP).
O jornal Metrópoles, de forma desonesta, reduziu toda minha participação em Paraty a uma única foto, e ainda por cima mentindo que eu fui no lançamento do livro. A matéria ignora nossa participação ativa, consciente e ancestral num território quilombola de resistência e potência, para colocar uma lupa do tamanho de um satélite numa foto trivial.
Associar meu nome a uma organização criminosa não é só um ataque baixo. É perigoso pra mim, atenta contra a minha segurança. Sou um deputado que atua em favelas em várias cidades, onde o Estado é absolutamente ausente, que são comandadas por diversas organizações criminosas.
Diante das dezenas de críticas, o jornalista apagou o link para a matéria de suas redes sociais e demorou dias para se retratar. Mas o estrago já estava feito. Dezenas de portais de notícia repercutiram o texto original, sem checar fatos, sem direito ao contraditório.
No Direito, as pessoas só são responsáveis por aquilo que escrevem, dizem ou fazem. No Jornalismo, não. O jornalista é responsável por aquilo que escreve e também por aquilo que as pessoas entendem. Aquilo não é jornalismo. É assim que nasce uma fake news.
Eu acredito na possibilidade de construir um partido que estenda as mãos diante de quem é ferido nas trincheiras da luta por justiça.
Eu acredito na força do povo e no protagonismo dos invisíveis.
Eu acredito que nossa vitória está escrita no livro da vida.
Por isso tomo partido e me levanto para que haja mudanças.
O que me causa espanto não é a mudança, mas sim a continuidade. Sobretudo quando num passado recente fomos lançados aos leões.
Por isso, estamos nesse segundo turno das eleições internas, apoiando nosso companheiro de Partido @zeca_dirceu
Dia 27 de julho, em todo o Paraná, todo filiado pode e deve votar!
Estou aqui em Londrina acompanhando as obras da Cozinha Comunitária. Enquanto troco ideia com a população para entender as necessidades da comunidade Flores do Campo, também recebo familiares de vítimas da violência policial.
É na escuta e na ação que a transformação acontece.
Eu sou deputado tanto quanto qualquer outro da Assembleia do Paraná e não admito ser achincalhado, injuriado e desrespeitado durante o meu trabalho.
Quer se opor? Argumente!
Agora, contratar assessores para ficar rindo, gesticulando e ofendendo, isso não vou permitir!!!