Já montou o roteiro de quais blocos seguir no Carnaval de Recife e Olinda? Toma aí um guia pra escolher alguns deles a partir das Orquestras de Frevo que vão tocar neles
Às vezes, a vida nos surpreende com reencontros que parecem escritos para acontecer. Nesta quinta (14), vivi um desses momentos em Brasília Teimosa.
De manhã, li uma matéria do Diário de Pernambuco que contava a história de Tânia.
Tânia é moradora de Brasília Teimosa, e se encontrou comigo em nossa primeira visita àquela comunidade, em 10 de janeiro de 2003. Na ocasião, prometi que iríamos cuidar da comunidade e trabalhar para que os moradores não precisassem mais viver em palafitas. Prometi. A Tânia confiou em minha palavra, e chegou a apostar uma grade de cerveja com um vizinho, que questionou se tal feito seria possível. Espero que tenham tido a oportunidade de comemorar aquela grade de cerveja, pois, em 2010, quando encerrei meu segundo mandato, Brasília Teimosa já havia se transformado, e não havia mais palafitas naquele lugar.
Após ler a entrevista, pedi para minha assessoria entrar em contato. Queria reencontrar a Tânia. Dar um abraço. E agradecer. Ontem, 599 famílias receberam seus títulos definitivos de propriedade. E muito disso se deve ao trabalho de pessoas como Tânia, que durante anos lutaram pelos direitos das famílias de Brasília Teimosa.
Então pude visitá-la. Ela me convidou para sua casa, e conversamos. Sobre sua vida e sobre o que se passou na comunidade entre 2003 e 2025. Agradeci sua hospitalidade, sua luta, e a convidei para estar conosco no palco da cerimônia, para que eu pudesse entregá-la, lá, o seu título de propriedade.
Tânia diz que depois de dar aquela entrevista que chegou às minhas mãos, sonhou que eu iria visitá-la. E até a isso sou grato. Tânia, nunca pare de sonhar. Pois são sonhos como o seu que fazem o Brasil prosperar. E histórias como a sua que nos mostram o verdadeiro sentido de governar este país.
Carlos Palombini, um dos maiores pesquisadores do funk brasileiro, nos deixou hoje. Vindo da musicologia, Carlos foi fundamental para estimular uma reflexão do funk para além dos aspectos sociológicos, aprofundando-se na estética, na criatividade, na tecnologia funkeira
@ovolumemorto@eduardoviveiros Foi sobre um livro que ele lançou em 2011, pelo que me lembro era tipo um dicionário de instrumentos percussivos. Entrevistei ele e tudo 🤏
escrevo na @folha sobre um dos grupos mais importantes da história do teatro br: o vivencial, de olinda, formado em sua maioria por lgbt+. haverá um evento em sp sobre um livro de @maarciobastos que narra a história de um dos principais nomes do grupo:
https://t.co/wk6WRMTTJV
Amigos de São Paulo, eu, Verónica Valenttino e @matteusaraujo vamos conversar sobre teatro e identidades a partir de “Pernalonga: uma sinfonia inacabada”. Nesta terça (11), às 19h, no @sescpinheiros. Gratuito ✨ Espero vocês!
Sim, forró é um conjunto de ritmos que eram celebrados pelas festas do interior do Nordeste. A princípio, eram esses ritmos que ele cita e outros, mas o que quero dizer no vídeo é que o forró sempre acompanhou o seu contexto histórico, por isso, as variantes q vieram depois tb fazem parte do forró, q podemos considerar um um reflexo do nordestino ao longo dos anos…
@DoraRecife Sim, total… e algo que se estese a outras linguagens tb, tipo cinema. Como se tudo que viesse antes fosse atrasado e não valesse a pena. Depois tão aí fazendo o básico e achando que inventaram a roda…
O que é a geração z achando que You Don’t Know Me é uma música original de Luísa Sonza com participação de Caetano? É mais uma prova que o excesso de informação também provoca desinformação, pq o streaming tanto te possibilita conhecer uma infinidade de coisas, como também (+)