We've been getting a lot of questions lately about how the Internet Archive digitizes books.
The short answer: page by page, by hand.
You may remember our viral 2021 video of Eliza Zhang scanning a book. That's still how we do it.
Meet Eliza, and learn how we scan books: https://t.co/gt9s5lbPE4
Imagina vc fazer kitesurf, esquiar, passar 40 dias na Europa e os kct e quando teu filha acaba de nascer, ela vira uma “coisa” na tua mão pq vc tem que entrar em uma reunião?
Existe gente pobre, mas pobre nesse nível é sacanagem.
Trabalhar com pessoas “menos tecnicas” é uma constante batalha contra feature creep.
“E se tiver um dashboard”
Ok, de onde vem os dados? Capturar é o verdadeiro trabalho.
“E se tiver funcionalidade de adicionar amigos e mandar mensagem”
Ai é quase outro app inteiro do zero.
El feminismo existe porque los derechos de los hombres son universales, mientras los de las mujeres dependen de la religión, la geografía y las legislaturas que existan en donde viven.
O cara lava o carro perfeitamente mas diz que não sabe lavar um banheiro.
Conhece o nome de todos os jogadores dos times, mas não das professoras e dos amigos dos filhos.
Aprende tudo sobre o game mas não aprende a cozinhar.
Não é sobre habilidade e sim sobre interesse.
Os EUA não têm Pix,nem boleto bancário. Não têm urna eletrônica, ProUni, Fies, nem Enem. Não têm Sistema Único de Saúde. Não têm CPF, nem certificado digital. Não têm aviso prévio, FGTS, férias remuneradas e 13º salário.
Não têm Carnaval.
Os EUA têm é muita INVEJA do Brasil.
📝 Nota à imprensa sobre a imposição de novas tarifas unilaterais dos EUA contra o Brasil
O Governo brasileiro rechaça a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifas de 12,5% sobre produtos brasileiros em função do resultado da investigação da Seção 301 relativa à proibição de importação relacionadas ao trabalho forçado.
Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.
Ao longo da investigação, o Ministério do Trabalho e Emprego prestou explicações e forneceu farta documentação sobre a legislação brasileira e da atuação das nossas autoridades aduaneiras para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado.
Vale ressaltar, ainda, que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelos fortes compromissos assumidos no combate ao trabalho forçado.
Somos signatários de 66 Convenções em vigor na OIT. Enquanto os Estados Unidos, que se arrogam o direito de nos julgar e de impor sanções, ratificaram apenas 10 dessas Convenções.
O Brasil ratificou todos os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado: a Convenções 29 de 1930; a Convenção 105 de 1957; a Recomendação 203 e o Protocolo à Convenção 29, ambos de 2014. Os EUA só ratificaram um desses instrumentos.
Os acordos de livre comércio celebrados pelo Brasil e pelo MERCOSUL, incluindo com Chile, União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio, contêm compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório e de aplicação efetiva dessas proibições.
Esse compromisso de combate ao comércio internacional de bens relacionados ao trabalho forçado é intensificado pela abordagem multidimensional de nossas políticas domésticas de fiscalização, prevenção, acolhimento pós-resgate das vítimas e combate ao trabalho escravo contemporâneo.
Tipificamos como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas as jornadas exaustivas, as condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção. Responsabilizamos as empresas e indivíduos, aplicando multas severas, e mantemos um cadastro de “Lista Suja” de empregadores.
Tendo em vista o caráter completamente arbitrário e injustificado das tarifas anunciadas contra o Brasil, iniciaremos imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levaremos o tema ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Ontem, às 23h, o governador Eduardo Leite garantiu que não teria risco de inundação no Vale do Taquari.
3 horas depois, a Defesa Civil alertou pra risco muito alto de inundação.
Enquanto o governador "tranquilizava" a população, o Rio subia.
Quem viveu 2023 e 2024, sabe o que uma mudança dessas no meio da madrugada pode custar pra quem mora perto do Taquari.
E aí mora a gravidade: não é só uma previsão que Leite subestimou.
É a diferença entre uma família dormir tranquila achando que não tem perigo e a família ter que sair de casa correndo às pressas de madrugada.
Quem paga essa conta não é o governador. É o povo gaúcho, é quem mora à beira do rio, é quem já perdeu casa, é quem já perdeu gente.
Depois de tudo que esse estado passou, isso é inaceitável. O governador Eduardo Leite não tem o direito de errar quando se trata de alertas climáticos.
A previsão atual é de que o Rio Taquari atinja 24 metros, num cenário bastante preocupante para a região. Entretanto, não há previsão, nem da Defesa Civil e nem de outros órgãos, que aponte um cenário próximo dos piores momentos de 2023 ou 2024.
Em Porto Alegre e na Região Metropolitana, a água deve chegar nos próximos dias, enquanto o nível do Guaíba é baixo e se mantém estável, mas deve registrar elevações.
Como faço desde o primeiro dia em que entrei na Assembleia Legislativa, seguirei lutando para que o RS decrete o Estado de Emergência Climática Permanente, planos de contingência sejam consolidados e que a falta de alertas e a confusão de informações não sejam uma rotina.
MetSul >>>>>>>> Defesa Civil
Quem critica o "tom alarmante“ das manchetes da MetSul não viveu o drama de sair de casa e deixar tudo pra trás.